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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
Que cada decisão tomada neste novo Ministério da Educação fosse uma 'bufatada' na cara da outra senhora de mau nome e péssimo préstimo para ela ver o que é ser competente e trabalhar em prol dos alunos deste país e não em prol de cavalheiros que tiram fotocópias e outros que aldrabam estatísticas.
O que gostava para os próximos tempos (por esta ordem):
1. Que o Sócrates e os seguidores mudassem de país. Definitivamente.
2. Ter no próximo governo políticos à altura da situação do país.
3. Ter um ministro/a educação democrata, com ideias, que não seja um terrorista de professores, e que não adore o deus 'objectividade absoluta e uniformidade'.
4. Conhecer o programa para a educação.
5. Ter sindicatos que não sabotem os que representam.
6. Ter no governo gente honesta, dinâmica, criativa e com vontade de trabalhar.
7. Ter um Presidente da República (o quê?? Já temos? Jura?)
8. Que o Sócrates emigre (já disse isto?)
9. Que o Sócrates, o Constâncio, o clone, o Almeida Santos, a Merkle, o dog, a sonsinha e a outra sofram de diarreia crónica durante os próximos dez anos.
10. Que o Durão Barroso não volte para Portugal.
lisboa vista do ritz

Fui dar a dois blogues de noruegueses, por intermédio do blogue Pérola de Cultura, com uns posts sobre Lisboa, e pensei, 'qualquer dia uso uns dias de férias para ver a minha terra -Lisboa- como se fosse turista'. Traço um itenerário para...três dias, por exemplo, pego na máquina fotográfica e começo a visitar os sítios e a tirar fotografias como se não os conhecesse. Um dia para a baixa com o Castelo, o Chiado com a Igreja do Loreto e as praças, os miradouros, as vielas do Bairro Alto, a acabar com uma ida a uma casa de fados, claro, lá para os lados do Castelo. É claro que tenho que convencer alguém a fazer de turista acidental comigo, porque sozinha não tem graça nenhuma. E se arranjasse alguém que conhecesse bem 'as pedras' de Lisboa, ainda era melhor.
Lembro-me da minha mãe e uma tia, que tinham a mania de agarrar em nós -filhos- e fazer connosco viagens pedagógicas terem contratado o Túlio Espanca (sobrinho-neto da Florbela Espanca), grande erudito que conhecia Évora pedra por pedra, para fazer-nos uma visita guiada pela cidade. Foi fascinante porque ele tinha um conhecimento da cidade daquele género de conhecer a história de cada pedra. No ano a seguir fizémos o mesmo com ele em Coimbra: um fim de semana. Foi a primeira vez que entrei na biblioteca da faculdade de Coimbra, numa República... Precisava dum Túlio Espanca para Lisboa...mas um amigo já me chega perfeitíssimamente.
Enfim, esta é uma ideia que já não largo.
De vez em quando gostava que alguém me fizesse o jantar e me chamasse para a mesa.
Van Gogh cortou uma orelha. Para se resguardar do ruído do mundo, talvez.... ou para não ouvir a voz de seu irmão Theo (Deus).
Numa outra vida, talvez a sanidade. Nesta? Que venha a loucura. Já!
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