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Without defiance, the values of the Western world might not exist at all.

 

Yet defiance is often pathologised, with psychiatrists sometimes leading the charge.

 

Schizophrenia was largely a disease of white females, housewives who grew tired and weepy, attempted suicide or committed minor offences such as shoplifting or disturbing the peace. Metzl read chart notations such as ‘The patient wasn’t able to take care of her family as she should,’ or ‘This patient is not well adjusted and can’t do her housework,’ or even ‘She got confused and talked too loudly and embarrassed her husband.’

 

... [Schizophrenia shifted] from white housewives in the suburbs to urban black men.

 

 

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publicado às 09:27


E mais respostas a mais perguntas!

por beatriz j a, em 22.08.14

 

 

Fui desafiada pelo blog Beleza_Oasis a responder a cinco perguntas sobre o blog.

 

Perguntas e respostas:
 
1 - O que te fez criar um blog?
 A Mª Lurdes Rodrigues.

.
2 - Como escolheste o nome para o teu blog?
O primeiro nome foi uma brincadeira e um trocadilho referente à pessoa que originou o blog.
 
3 - Qual o assunto que mais gostas de tratar no teu blog? 
Ideias.
 
4 - Qual foi o post que mais gostaste de escrever até agora?
Os que me fizeram mais rir foram uns diálogos com personagens fictícias :)
 
5 - O que esperas para o futuro do teu blog? 
Espero que continue a ter alguma piada e algum interesse.
 

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publicado às 09:33

 

 

 

Um livro que tenha lido mais de três vezes

 

 

'As Leis' de Platão.

 

 

 

 

As pessoas não são todas iguais. Há pessoas verdadeiramente notáveis que não têm nada que ver com o vulgo e Platão foi uma dessas pessoas. Defendia a dialéctica como método da Filosofia e praticava-a. Incentivava os discípulos a questioná-lo. Passou a vida toda numa demanda pela verdade em vários assuntos e nunca teve medo de se pôr em causa.

Tendo escrito 'A República' como a grande obra onde expõe as suas ideias sobre a organização da cidade e o seu governo (em parte condicionado pelo cepticismo que tem relativamente à Democracia que vê como um governo de inferiores e corruptos capazes de matar alguém como Sócrates) por filósofos-reis, educados para governarem com sabedoria, não tem nenhum problema em chegar ao fim da vida ('As Leis' são a sua última obra) e pôr em causa tudo o que havia defendido relativamente ao governo da cidade e ao papel da Democracia e das Leis. Isto, não é para qualquer um... esta auto-crítica e capacidade de regeneração das ideias.

O problema de como fazer um sistema político funcionar com justiça e verdade para o bem da maioria atormenta-o toda a vida e, nesta obra, sentimos a urgência dele em conseguir respostas e deixá-las para os que vierem a seguir antes que o seu tempo se esgote. Neste livro, tenta fundar as raízes duma Democracia baseda em Leis e em mecanismos que constantemente a vigiem de modo a não deixá-la resvalar para um governo de inferiores e corruptos. Na sua ponderação pesa todos os aspectos do problema, desde a psicologia humana à metafísica, passando pela gnosiologia e pela ética.

Hoje em dia as sociedades são mais complexas e têm problemas que a sociedade no tempo dele não tinha mas, os dados do problema de, como construir uma Democracia justa e garantir que não resvale para um governo de inferiores e corruptos, estão aqui todos.

De cada vez que leio este livro sinto-me a entrar nos meandros do pensamento de um intelecto genial e a percorrê-los com ele. É das coisas mais excitantes que pode haver.

 

publicado às 04:31

 

 

 

O melhor livro que leu no ano passado

 

'Escape from the terror: the journal of Madame de la Tour du Pin' por Henriette-Lucy Dillon, Marquise de La Tour du Pin-Gouvernet


 

(A Tomada das Tulherias em 10 de Agosto de 1792,
por Jean Duplessis-Bertaux)

 

 

O que torna o livro notável é ter sido escrito em primeira mão por uma pessoa que viveu na corte de Maria Antonieta e, mais tarde, frequentou a corte de Napoleão. Tendo tido que fugir e ajudar o marido a esconder-se de Madame la Guillotine, tem o mérito de nos fazer entrar na vida diária, primeiro do luxo e hábitos da corte francesa, depois, das peripécias, angústias e dificuldades do quotidiano da época da Guilhotina e dos esquemas que se faziam para se lhe escapar, e ainda de um certo perfil do Napoleão e da vida 'nas Américas' do século XVIII onde viveu exilada uns anos. O livro abrange uma época vertiginosa de acontecimentos em vários países e dá-nos o ponto de vista da classe dominante, o da classe dominada e o da classe aterrorizada. Tudo contado com muitos pormenores, reflexões interessante e muita arte.

 

 

publicado às 05:45


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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