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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
O défice aumenta porque há má gestão e desperdícios de dinheiro público e depois faz-se entrar na coluna do 'haver' o que não há, isto é, o dinheiro que pertence às pessoas e que se sabe, há-de ter que se devolver... e não porque se devolve às pessoas o que é delas. Quando muito, pode dizer-se que as contas do défice pioram quando se devolve aos cidadãos o que lhes pertence, o que significa que as contas do défice são feitas tendo em conta ganhos que se sabem ser, desde logo, inexistentes.
... conseguidas à custa de coisas más: anos de pobreza, de despedimentos, de emigração, anos de rapacidade da banca e de políticos... anos de sacrifícios, alguns sem retrocesso... quantas famílias caíram na pobreza sem retorno? É bom que amortizemos parte da dívida, que os nosso 'parceiros' da UE nos baixem os juros e, o que queríamos mesmo, era que fossem mais competentes a gerir o dinheiro para não ter que voltar a pagar a incompetência e a corrupção alheias com outros resgates.
Resultado oficial ficou em 4,8% do PIB, contra os 4,5% que estavam nas previsões. Dívida pública também subiu mais do que o esperado e fica num novo recorde de 90,2% do PIB.
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