Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]




A automação do universo humano

por beatriz j a, em 17.12.14

 

 

 

Machines are replacing workers faster than economic expansion creates new manufacturing positions. As industrial robots become cheaper and more adept, the gap between lost and added jobs will almost certainly widen.” 

From an employer’s perspective, this makes sense. Machines are the perfect employees. They never get sick or complain or sexually harass their colleagues (at least not yet), and the occasional software upgrade is a lot cheaper than the health insurance and pension plan demanded by a human worker. And yet despite periodic fretting by economists, we’re oddly passive about the implications of this trend, no doubt because of our nation’s longstanding enthusiasm for technology. Carr quotes cognitive scientist Donald Norman, who has observed, “[T]he machine-centered viewpoint compares people to machines and finds us wanting, incapable of precise, repetitive, accurate actions.”

 

Rather than humanize the machines, we seem intent on making our human institutions more machinelike. 

 

 

publicado às 05:10


Pergunta para quem souber responder

por beatriz j a, em 15.09.14

 

 

 

Deixada por um comentador do blog:

.

 

 '... o monorail suspenso (250km/h) custa 16 milhões por km, o TGV 30 milhões. Acabado de ouvir na TV5 francesa. Que se passa, o governo português não tem esta informação?
P.S. Com a vantagem de poder ser construído ao longo das autoestradas, ou seja, sem necessitar de expropriações nem remoção de terrenos.'

 

 

 

publicado às 17:53

 

 

 

Homem morre a trabalhar ao sol

 

Um homem, de 41 anos, terá morrido por ter sido obrigado a partir pedra, dias a fio, debaixo de um sol abrasador. Cândido Barbosa, que residia em Lousada, cumpria ordens do patrão, um empreiteiro de Paredes que tentava, com esta espécie de castigo, que o operário da construção civil abandonasse, sem qualquer indemnização, a empresa na qual trabalhava há oito anos.

 

 

Zero ou pouco mais, na maioria dos casos. Os empregadores querem o trabalho dos trabalhadores mas não querem os custos. E é assim em todo o lado. Se são estagiários não lhes pagam. Se são contratados pagam-lhes o salário mínimo. Se são efectivos e querem ver-se livres deles recorrem a todos os esquemas para não pagar o que a lei manda. O que queriam mesmo era o retorno à escravatura.

 

 

publicado às 18:20


Temos parques de estacionamento de luxo!

por beatriz j a, em 07.09.13

 

 

 

Seis milhões e meio para fazer uma porcaria dum parque de estacionamento! Deve incluir massagens aos carros!

 

EMEL pagou 2,4 milhões a construtora contra pareceres dos serviços

 

Assim, somando todos os valores, a Alves Ribeiro recebeu pela empreitada não os 4 128 245 euros, mas mais 6,5 milhões (6 543 325,95 euros), o que representa um aumento de quase 60% face ao valor da adjudicação.



publicado às 10:41


Isto é triste...

por beatriz j a, em 22.11.12

 

 

 

 

9000 já abandonaram universidade por falta de dinheiro

O dinheiro que se enterra na RTP todos os anos dava para pagar os estudos a estas pessoas. Os que agora aprovam propinas e empréstimos bancários com juros para se tirar um curso tiraram-no de borla. Muitos, se fosse assim não o tinham tirado. Isto é (des)apostar no país.



publicado às 19:48


Isto é verdade

por beatriz j a, em 06.09.12

 

 

 

 

.
.
.
.
Todos os professores gastam dinheiro do seu bolso -e não têm nenhuma dedução nos impostos- para comprar material de trabalho: papel, canetas, PCs, tinteiros, clips, pastas, etc. Para além disso, compramos muitos livros, pagamos a nossa própria formação, ninguém nos paga as deslocações para formação... nada. É tudo do nosso bolso.
Não conheço outra profissão onde isso aconteça. As outras pessoas vão trabalhar e no sítio onde trabalham têm o material necessário ao seu trabalho.
Os professores chegam ao ponto -porque não é possível lidarmos com os miúdos e os seus problemas e não ficarmos afectados-, de comprarmos uns óculos para um aluno que não tem dinheiro, pagar-lhes as visitas de estudo, pagar manuais ou, por exemplo, dar boleia a alunos que moram fora da cidade e não têm dinheiro para pagar os transportes todos os dias. Custos que deviam ser, e são, do ministério, assumimo-lo nós, muitas vezes.
Mas disso ninguém fala e quer saber, como se fosse normal ou se fosse a nossa obrigação fazê-lo.

publicado às 15:07


o custo de vida

por beatriz j a, em 11.06.10

 

 

Um curso de cabeleireira em Setúbal custa 6000 euros! Fiquei chocada!

 

publicado às 20:12


Escolas novas? Humm...duvido muito.

por beatriz j a, em 19.09.09

 

 

Factura energética
ME vai dar mais dinheiro aos estabelecimentos transformados 
19.09.2009 - 09h44 Clara Viana

Os orçamentos das escolas que estão a ser transformadas no âmbito do chamado Programa de Modernização do Parque Escolar "serão reforçados" para fazer face às novas exigências funcionais dos edifícios, anunciou o Ministério da Educação, em resposta a questões do PÚBLICO.

 

Ou seja, quem planeou e projectou estas novas escolas não se lembrou do aspecto funcional, ou não houve da parte do ministério da educação uma lista de condicionantes prévias, pois em vez de se pensarem as coisas para custos de manutenção razoáveis, fizeram-nas como se, no futuro, houvesse dinheiro a rodos para pagar facturas exorbitantes de electricidade, gás, etc. Não são centenas de euros, são milhões!

 

No ano lectivo de 2008/2009, a Escola Secundária Serafim Leite - a par da escola André Gouveia, em Évora - foi a primeira a concluir a fase inicial do Plano Tecnológico da Educação. Recebeu para o efeito um investimento de meio milhão de euros, parte do qual foi aplicada em equipamento tecnológico para as 44 salas de aulas da escola: 20 dessas salas passaram a ter quadros interactivos e 24 receberam videoprojectores.

O caso mais evidente é o "acréscimo nos custos de utilização" dos novos equipamentos: "Havendo um videoprojector em cada sala e, em alturas de pico de horário, cerca de 400 computadores ligados em simultâneo, o consumo de energia eléctrica aumentou consideravelmente". (Público)

 

Sabendo nós do que a casa gasta, isto é, da pouca vontade que os governos têm em dar um tostão que seja para as escolas, ou as obras de recuperação vão ser adiadas depois das eleições, ou os edifícios serão desaproveitados por não haver dinheiro para fazer face às despesas correntes como acontece nos hospitais que têm infraestruturas e maquinaria nova, tudo embalado ainda nos plásticos, por não haver dinheiro para os pôr a funcionar.

Ou, deixam-se duas ou três escolas impecáveis para servirem de cenário para os governantes visitarem sempre que precisarem de propaganda positiva.

 

 

publicado às 10:38


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.



Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2010
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2009
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2008
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D


subscrever feeds


Pesquisar

  Pesquisar no Blog

Edicoespqp.blogs.sapo.pt statistics