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Coisas que não percebo

por beatriz j a, em 08.07.14

 

 

Professora que batia em alunos condenada a cinco anos de prisão com pena suspensa

Vassouradas, calduços, humilhações verbais e físicas, bofetadas. Uma professora da Escola Básica dos Moinhos da Funcheira, na Amadora, foi condenada pelo tribunal de Sintra nesta terça-feira a cinco anos de prisão, com pena suspensa, ficando ainda proibida de dar aulas durante igual período, pela prática de oito crimes de maus-tratos a crianças do ensino básico. A juíza considerou que, apesar de não ter mostrado arrependimento, a docente não tem antecedentes criminais e não constitui perigo para a sociedade em geral, mas apenas para a comunidade educativa

 

A magistrada elogiou a coragem de uma das mães, ao denunciar a situação, e alertou para “o silêncio da comunidade educativa” que saberia o que se passava: “A sociedade educativa fez calar a atitude desta professora pelo menos durante quatro anos”, disse a juíza que fez questão de sublinhar o “total alheamento das entidades directivas perante a situação” e a “cumplicidade de colegas e auxiliares” que consideravam que a docente “impunha a ordem pretendida pela escola”.

 

Proibida de dar aulas durante cinco anos? E depois? Volta ao mesmo? Nem sequer é obrigada a fazer um tratamento qualquer psicológico ou uma formação em pedagogia, enfim, qualquer coisa que a leve a perceber que as crianças não são mulas? Mas quem é que mete os seus filhos nas mãos duma pessoa convicta de que estes métodos são adequados e bons?

Isto é o oito ou oitenta. Há os que deixam os alunos fazer todo o tipo de desvarios dentro das salas de aula e depois há os que defendem, como esta professora, métodos de carroceiro para lidar com os alunos

E o 'total alheamento das entidades directivas perante a situação'? Quem se espanta...? Estamos no far-west e aos sheriffs, deram-lhes licença para matar...

 

 

publicado às 21:26


perdida a esperança pelo tempo

por beatriz j a, em 24.04.11

 

 

 

carlo mariani

publicado às 09:25


massacre na dinamarca

por beatriz j a, em 11.10.09

 

 

Dinamarca, uma vergonha

O mar se tinge de vermelho, entretanto não é devido aos efeitos climáticos da natureza ou vasamento de petroleo.


Se deve a crueldade com que os seres humanos (ser civilizado) matam centenas dos famosos e inteligentíssimos.
Golfinhos Calderon. 
 


Isso acontece ano após ano na Ilha Feroe na Dinamarca. Deste massacre participam principalmente jovens
Por que?
Para demonstrar que estes mesmo jovens já chegaram a uma idade adulta, estão maduros


Em tal celebração, nada falta para a diversão
TODOS PARTICIPAM DE UMA MANEIRA OU DE OUTRA, matando ou vendo a crueldade “apoiando-a como espectador”.


Cabe mencionar que o golfinho calderon, como quase todas as outras espécies de golfinhos, se aproxima do homem unicamente para interagir e brincar em gesto de pura amizade.



Eles não morrem instantaneamente, são cortados uma ou duas vezes com ganchos grossos. Nesse momento os golfinhos produzem um som estridente bem parecido ao choro de um recém-nascido.


Mas sofre e não há compaixão até que este dócil ser se sangre lentamente e sofra com feridas enormes até perder a consciência e morrer no seu próprio sangue.


Finalmente estes heróis da ilha, agora são adultos racionais e direitos, já demonstraram sua maturidade.


Basta
Encaminhremos este post para e-mail's, twitter's agregadores até que o mesmo chegue àlguma associação de defesa dos animais, não leremos somente.
Isso nos transformaria em cúmplices, ESPECTADORES.




Copia estas fotos e envia. Pode ser que chegue a alguma associação de defesa dos animais.

 

 

 

publicado às 20:41


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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