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The Paris climate deal won’t save us – our future depends on de-growth

 

 

 

 

 

A história é esta:

 

 

 

 

 

 

 

É claro que cada um pode começar hoje mesmo a fazer a sua parte.

 

publicado às 22:10


Boas notícias :)

por beatriz j a, em 14.02.17

 

 

Depois do crescimento surpresa de 1,6% no terceiro trimestre, PIB acelerou para 1,9% na reta final do ano, indica o INE.

 

 

publicado às 16:52


Somos uns perdulários a exportar pessoas

por beatriz j a, em 18.11.16

 

 

 

Primeiro vêm os ingleses, depois os alemães, depois os canadianos. Todos os anos saem uns milhares de alunos assim. É claro que os alunos indo estudar para lá já não voltam. Ficam lá a trabalhar, a pagar impostos, a ter filhos, etc. Depois o Correia dos Santos diz que precisamos de 900 mil imigrantes para podermos crescer mas, paralelamente, exportamos, por ano, cerca de 200 mil pessoas em idade de estudar e trabalhar. Não entendo estas 'políticas'.

 

Britânicos estão em Portugal a recrutar alunos

Doze universidades apresentam-se, esta sexta-feira, na Casa da Música.

Só este ano letivo, através de uma das empresas de recrutamento, a Ok Estudante, 800 jovens portugueses ingressaram em cursos superiores em Inglaterra.

 

O que precisamos para crescer 3%? 900 mil imigrantes, revela presidente do CES

 

 

publicado às 05:17


Caminhos

por beatriz j a, em 05.06.12

 

 

 

 

Porque é que não se subsitui os indíces de crescimento com que se avaliam os países por indícies de desenvolvimento? É que os indícies de desenvolvimento põem-nos orientados na direcção correcta enquanto que os indíces de crescimento económico agravam, inutilmente, as diferenças entre ricos e pobres e as injustiças sociais. Digo inutilmente, porque é evidente para qualquer um que nenhuma economia pode almejar crescer indefinidamente. Era preciso que estivesse sozinha no planeta...

O que interessa a um país é o seu desenvolvimento: quantos cidadãos têm acesso a uma educação, saúde e justiça de qualidade, quantos têm acesso a uma vida cultural, a uma vida participativa, digna, que inclua trabalho e lazer. É para aí que tem que caminhar-se e não para números de crescimento que prejudicam milhões para beneficiar uns poucos.

 

publicado às 16:39


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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