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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
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Se bem que nenhuma solução cabal seja possível depois desta incompetência monumental que deixou os alunos sem aulas durante semanas -a caminho de meses- , só vejo uma maneira de resolver isto com alguma justiça: os alunos que estiveram sem aulas são dispensados dos exames e em contrapartida, na época de exames, têm aulas suplementares para que se cumpram os programas, pois sem este cumprimento, não é só este ano que está comprometido, são os outros que se lhe seguem e que dele dependem.
Se forem do 12º ano, candidatam-se ao ensino superior com a média do secundário.
Os professores que derem essas aulas são dispensados do serviço de exames.
Júlio Magalhães apela à administração para que "tome uma decisão rápida" sobre a direcção de informação da TVI. Está em risco um trabalho de 11 anos.
Uma redacção em estado de sítio. O fim do "Jornal Nacional" apresentado por Manuela Moura Guedes e a subsequente demissão da direcção de informação da TVI abriram uma guerra sem quartel: as trocas de acusações entre jornalistas sucedem-se na imprensa e na blogosfera, gerando um clima de grande mal-estar nas instalações do canal.
Isto explica tudo. Qual é a empresa que estando na posição de líder no seu campo toma uma decisão impulsiva e sem medir consequências perdendo a posição que tinha e arriscando-se a não a recuperar? Nenhuma, claro, pois nenhuma empresa existe e se esforça para perder lucros e dar vantagens à concorrência.
É preciso que a contrapartida seja, TÃO GRANDE, para estarem dispostos a correr estes riscos....
Que contrapartida foi essa....isso é que gostávamos de saber.
Quem a deu? Não sei, mas sei que todos apostamos no Zé dos Barracões.
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