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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
Está a passar uma reportagem na TV sobre comandos em missão no Afeganistão, à laia de argumento de sustentação da necessidade de dureza do treino dos comandos o que explicaria as mortes dos dois recrutas nos treinos. Ora, nem isto é argumento nem é aceitável que pessoas morram e outras fiquem feridas num treino acompanhado por médico e comandantes. Uma coisa é ter havido um acidente outra é terem morrido em consequência das acções voluntárias dos que os deviam proteger. Deixar os homens morrerem de desidratação não é treino rigoroso, é sinal de tortura de modo que, ou os comandantes e o médico são cruéis ou são só estúpidos irresponsáveis.
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