Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]




A arte a partir da arte

por beatriz j a, em 31.12.18

 

 

publicado às 14:55


Ingmar bergman

por beatriz j a, em 18.03.18

 

 

 

Este ano passam 100 anos do seu nascimento. Para comemorar, no dia 14 de cada mês, deste ano, actores do Teatro Real Dramático de Estocolmo recitam alguns dos seus maiores monólogos. Aqui, Reine Brynolfsson como Isak, o padre, em Gritos e Sussurros.  

 

 

publicado às 05:54

 

 

Ao meu lado esquerdo, separados por uma cadeira vazia estavam dois putos aí de dezasseis anos que passaram o filme a fazer um filho e a emporcar o chão de pipocas, atrás deles uns grunhos mastigaram dois baldes de pipocas como se não houvesse amanhã.

Enfim... o filme? Bestialmente giro! Uau! Mesmo fixe 🙂 E mais não digo que é tarde e amanhã é dia de caminhada bem cedo.

 

 

 

 

publicado às 00:24


Entrevista fantástica

por beatriz j a, em 12.05.16

 

 

 

... para quem conhece os ícones do cinema americano da sua época de ouro e também quem não os conhece e quer ficar a saber alguma coisa da atmosfera de então. O David Niven é um absolutamente fabuloso contador de histórias. Muito divertido.

 

 

 

publicado às 21:51


Memória - José Fonseca e Costa (1933-2015)

por beatriz j a, em 01.11.15

 

 

 

Na Arte, vão-se as pessoas mas ficam as obras como memória de um olhar as coisas belas.

 

 

 

publicado às 18:25


Abounaddara

por beatriz j a, em 20.10.15

 

 

 

 Abounaddara é um site anónimo de realizadores de cinema sírios, auto-didatas. Já puseram online 11 pequenos filmes. A ideia é mostrar uma imagem da Síria alternativa às imagens de destruição e caos dos canais de comunicação. Uns são a favor do regime, outros contra mas todos são uma manifestação de liberdade. (via NYT)

 

 

 

publicado às 18:56


Como são tratadas as trabalhadoras

por beatriz j a, em 01.05.15

 

 

(neste caso as que trabalham no mundo do espectáculo)

 

tumblr Shit People Say to Women Directors

 

 

 

 

publicado às 14:32


Somos professores, a escola persegue-nos...

por beatriz j a, em 28.03.15

 

 

Hoje era para ir ver o filme The Homesman. Já me tinha mentalizado para ir ver um filme depressivo e tudo mas a internet enganou-me no horário e demos com o nariz na porta... Bem, fomos até ao Alegro ver o que lá se passava no cinema (ainda não tinha ido ao shopping desde que abriu em Novembro de modo que foi uma estreia) e como só havia um filme dentro do horário em que estávamos fomos vê-lo: O Insurgente. Um filme de ficção científica que na versão escrita é para jovens adultos mas na versão cinema é para putos de 12 anos. Na verdade, os únicos adultos que estavam na sala éramos nós e uma família de três, umas filas mais abaixo, estando o resto da sala -cheia- ocupada com putos do 5º, 6º e 7º anos. Saltitavam de umas filas para as outras, passavam pipocas uns aos outros....

O filme não tem praticamente sangue nem tem cenas de sexo... quando alguém se abraçava ou beijava ou começava a despir a t-shirt só se ouviam risinhos histéricos e ais no cinema... lol... 

Enfim, o filme é uma colecção de clichés mas fica-se com a impressão que o livro há-de ser diferente. Vou arranjá-lo para ler. O Homesman vai ter que ficar para outro dia.

 

 

publicado às 20:38


Hoje está um lindo dia de Novembro

por beatriz j a, em 31.07.14

 

 

Bom para ir ao cinema. Acho que vou ver isto. Cheira-me que deve ter piada :)

 

 

 

 

publicado às 13:48


Looper

por beatriz j a, em 15.10.12

 

 

 

 

Ontem vi este filme. À primeira vista dizemos que é um filme de ficção científica, mas é mais que isso.

Passa-se num futuro não muito distante onde é possível, embora ilegal, viajar no tempo e, como era de prever, organizações criminosas usam-se da tecnologia para os seus interesses pessoais. Na realidade o filme é sobre o amor e o seu poder de transformção.

Um filme provocador nas questões que coloca: se pudéssemos, aos vinte e tal anos, vermo-nos a nós próprios com cinquenta e tal anos, será que nos reconhecíamos? E como nos julgaríamos, a nós e às nossas escolhas? As nossas memórias tão ligadas às nossas escolhas... Um filme optimista. Gostei do filme.

 

 

 

 

publicado às 20:02


Dekalog

por beatriz j a, em 30.09.12

 

 

 

 

 

Decálogo, é o nome do conjunto de episódios duma série de Tv polaca dos anos 80, do realizador Krzysztof Kieslowski, sobre os dez mandamentos. Cada filme é sobre um dos mandamentos. Encontrei uma versão da série legendada em inglês. Ando a vê-los. Ainda não vi todos. São muito bons. Filmados sempre num ambiente um bocado sombrio que contrasta com a riqueza das personagens.

Não são filmes moralistas mas são filmes que nos obrigam a pensar sobre questões morais e o carácter moral das pessoas. Muitas vezes põem os problemas de um modo a mostrar bem a dificuldade das escolhas morais. São filmes que nos prendem até ao fim porque não são nada óbvios e são bem desenhados, como uma estrada que seguimos sempre sem ver mais que uns metros à nossa frente e nos empurra para descobrirmos o que estará no seu término.

 

 

 

publicado às 12:34


City of Your Final Destination

por beatriz j a, em 28.09.12

 

 

 

 

 

Um filme bonito, do ponto de vista cinematográfico, com uma atmosfera encantadora. Um filme sobre pessoas, escolhas, decisões e relações. Cativante.

 

 

publicado às 15:18


Margin Call

por beatriz j a, em 16.12.11

 

 

 

 

Um Wall Street filme sobre eventos dramáticos tornado excelente por um conjunto de atores que re-apresentam os factos e os argumentos com um peso e uma gravidade tais que expõem com clareza a raíz das decisões financeiras tomadas e as fragilidades do mundo contemporâneo: os motivos, as intenções, o calculo deliberado e a responsabilidade nas consequências da crise económica que vivemos hoje.

 

O trabalho dos atores é excelente. A expressão de absoluta dureza, debaixo duma capa de cortesia, no olhar do Jeremy Irons quando despede a Demi Moore e o discurso do Kevin Spacey aos colaboradores quando lhes diz que vão vender tudo nesse dia com o gesto das mãos a indicar a incerteza e angústia que contrariam as palavras, são algumas das cenas tornadas memoráveis pelo trabalho excelente dos atores. Toda a cena da reunião da Direção encabeçada pelo Jeremy Irons no meio de um ambiente de cortar à faca é duma tensão tão real...a ausência de escrúpulos e as racionalizações para justificar o injustificável.

 

 

publicado às 12:34


Jean-Luc Godard, Le Socialisme

por beatriz j a, em 08.03.11

 

 

 

 

Andava para ver este filme há dias e a adiar porque não me apetecia ver nada que tivesse socialismo no título...lol. Vi-o hoje. O filme é muito bom. Está filmado num registo que equivale ao género 'ensaio' na literatura. Podia chamar-se, Quo Vadis Europa (França em particular, mundo em geral), ou  O Preço da Sobrevivência ou, a última declaração do filme referente à situação civilizacional europeia 'Quando a Lei não é Justa a Justiça tem Prioridade sobre a Lei'. O filme é uma anamnesis socrática/platónica: ir ao fundo de si mesma e do seu passado (da civilização europeia) para compreender a verdade do seu presente.

A primeira parte do filme passa-se num navio em viagem no Mediterrâneo, à volta do qual toda a civilização europeia se passou e desenvolveu. A viagem no navio é ao mesmo tempo a viagem dos povos europeus que nele se misturam. Nessa primeira parte há várias filmagens do mar duma beleza tão poética que até esmaga. Uma coisa linda de se ver e que deixa impressão nas emoções. O mar também como o tempo que passa sem duração (o relógio egípcio sem marcação de horas...) - dias e noites e dias e noites e sempre se regressa ao mesmo: a guerra, a opressão, a luta...

No filme existem as coisas que são e as que são vermelhas de sangue e culpa...o filme acaba em Barcelona. E mais não digo que vale a pena ir vê-lo.

 

publicado às 20:11


dois filmes

por beatriz j a, em 20.02.11

 

 

 

 

 

Ontem vi dois filmes: este aí em cima, Winter's Bone e um Western, True Grit. Este último é um filme à John Wayne, muito giro, sobre força, resistência, camaradagem, lealdade e crescimento interior. A personagem principal é uma rapariga de 14 anos que contrata o Jeff Bridges (um marshall) para encontrar o assassino de seu pai. O interesse do filme está na viagem e no que se aprende com ela e não no assassino em si. É um filme de actores -poucos- e todos prestam grande serviço. O que mais gosto no filme é a conclusão (implícita) que o que conta na vida são algumas pessoas que trazemos em nós por toda a vida. Adoro a cor do filme entre o castanho, o amarelo e o esverdeado. O filme tem em comum com o outro que pus aí em vídeo o facto da personagem ser também uma rapariga, neste caso de 17 anos.

Winter's Bone mostra uma América rual muito pobre onde esta rapariga toma conta duma família de três -mãe e dois irmãos- depois do pai ter desaparecido. Num ambiente hostil e rudemente adulto ela tem de encontrar o pai. Então, acompanhamos esta rapariga a armar-se duma força maior do que ela para fazer o que sente ser o seu dever. Uma pessoa duma força interior muito grande guiada pelo sentido do dever, do que é correcto e tem que ser feito. A atriz que faz o papel consegue dar à personagem esse misto de força e ingenuidade, de medo e coragem que a tornam tão convincente numa mistura de vulnerabilidade e força interior.

Há muito tempo que não via um filme que mostrasse uma 'heroína' no sentido verdadeiro do termo. Alguém que sendo humano se eleva acima das fraquezas humanas em condições adversas para fazer o que sabe ser o correcto fazer. Porque estas pessoas, que infelizmente são raras, existem, e são uma fonte de inspiração para os outros, gostei imenso do modo como o filme nos oferece uma tal personagem.

 

 

 

publicado às 14:54


Alfred Hitchcock's Rebecca (1940)

por beatriz j a, em 01.01.11

 

 

 

 

 

 

 

 

Hoje estive a ver (a rever) este filme do Alfred Hitchcock, Rebecca (1940). O filme é ainda fresco, quer dizer, não perdeu nada com a idade, o que se deve, sem dúvida, ao trabalho brilhante do realizador -o filme tem cenas de uma angústia e de um suspense que sentimos como se tivéssemos parte na história- e dos actores: o Lawrence Olivier (que cria um Max de Winter, sofisticado, mas atormentado), a Joan Fontaine (brilhante, a criar uma personagem ao mesmo tempo encantadora de inocência e vulnerabilidade e consistente na coragem e na fé em ambos) e a Judith Anderson a criar uma Mrs. Danvers fanática, cruel e vingativa. O facto do filme ser a preto e branco dá-lhe uma intensidade dramática que o adensa nos recortes sombrios das personagens e dos sítios. Muito bonito, o filme.

 

 

 

publicado às 20:15


Rabbit hole

por beatriz j a, em 12.12.10

 

 

 

Estive a ver este filme sobre um casal que perde um filho num acidente mesmo à porta de casa e que tenta sobreviver depois disso. Descem até ao inferno, cada um à sua maneira, para tentar recuperá-lo (como no mito de Orfeu e Euridíce), e voltam sem respostas (porque não as há...), mas com o amor que há entre eles. O filme é bonito.

 

 

 

 

 

 

 

publicado às 22:52


new york I love you

por beatriz j a, em 02.12.10

 

 

 

Um filme bonito, às vezes divertido, outras comovente e tudo o resto 'in between'.

 

 

 

 

 

 

publicado às 13:33


woody allen - porque vale a pena viver

por beatriz j a, em 20.11.10

 

 

 

 

 

 

publicado às 20:35


invictus

por beatriz j a, em 23.10.10

 

 

 

 

 

 

 

A semana passada vi este filme. Tinham-me dito que o filme não era nada de especial e por isso levei tanto tempo para vê-lo. Francamente achei o filme muito acima das expectativas. O Clint Eastwood é um realizador cuidadoso com os temas que escolhe e com a maneira de os abordar, sempre honesta e pedagógica. Quem o via como actor nos 'Dirty Harri's' nunca o imaginaria um realizador destes.

Neste filme mostra-se claramente a influência que uma liderança inteligente, humana e inspirada pode ter numa sociedade inteira. Como leva as pessoas a transformarem-se querendo dar o melhor de si. O filme é inspirador sobretudo pelo seu optimismo na capacidade da Humanidade se regenerar.

Na cena final do filme, o jogo decisivo, o filme mostra o Mandela sempre composto, apesar do jogo estar a ser impróprio para cardíacos, porque quer tornar evidente que para ele nunca foi o desporto que esteve em causa mas o que ele podia conseguir como instrumento de união do povo. Distingue-se ali o político que age com visão do futuro a médio e longo prazo e que vê o cargo que ocupa como um instrumento para a melhoria da vida do povo que serve. E, como o caso tem fundamento real, isso enche-nos de esperança.

A conversa que se ouve neste excerto, bem como o poema que se ouve ler são exemplo do que a política e a vida podem ser. É claro que para se ser um líder destes não basta dizer palavras que inspirem, é necessário que aquele que as diz tenha por trás a substância que encorpa as palavras.

O nosso primeiro ministro de vez em quando pensa que é um líder desta estatura e lê discursos que pensa serem inspiradores mas são apenas ocos, porque não há substância que os sustenha. É como um actor a ler textos que não compreende nem sente. Tal como a questão dos diplomas das Novas Oportunidades: é verdade que uma pessoa com um diploma do secundário tem mais hipóteses e mais auto-estima que uma com o sexto ano, mas apenas se isso corresponder a uma substância de conhecimentos que o justifica porque caso contrário é só um papel que não transforma a pessoa nem os outros à volta, a não ser para pior, como temos exemplo diário no chefe máximo.

 

publicado às 19:13


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.



Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2010
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2009
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2008
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D


subscrever feeds


Pesquisar

  Pesquisar no Blog

Edicoespqp.blogs.sapo.pt statistics