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Matar o cansaço

por beatriz j a, em 18.01.18

 

 

 

publicado às 21:13


Isto hoje está a correr bem...

por beatriz j a, em 04.07.17

 

 

Acordei às seis. Fui fazer as últimas confirmações das classificações e pus-me a passá-las a tinta. Isso foi até meio da manhã. Enviei as grelhas. Fiz um intervalo e fui apagar as marcações a lápis. Meio-dia. Fui para o hospital para levar a vacina das alergias. Meia hora para me registar, mais meia hora para ser atendida. Entro lá dentro, tiro a roupa e ouço a médica, 'onde é que a Beatriz tem a vacina?'. A vacina? Epá, não acredito... a vacina ficou lá em casa, no frigorífico... 

Não estou nada cansada, não...

 

publicado às 14:16

 

 

... por excesso de trabalho, a juntar à desmotivação que nos injectam todos os dias e damos por nós a dizer e fazer coisas estúpidas e a não dizer já coisa com coisa...

 

 

publicado às 14:53


Dia comprido

por beatriz j a, em 21.01.15

 

 

E ainda não acabou. Tenho que ir fazer um teste. E amanhã há mais do mesmo...

 

 

publicado às 20:21


pois...

por beatriz j a, em 03.02.14

 

 

 

Acontece uma pessoa, muito inesperadamente (mas sem surpresa...), dar-se conta que alguém deve ter andado a falar mal de nós...

 

 

publicado às 22:07


preciso de uma APP bué inteligente

por beatriz j a, em 19.02.13

 

 

 

 

 

 

A minha secretária está um absoluto caos! Centenas de papéis, todos desorganizados. Não é costume e não gosto mas estou com tanto rabalho e isso necessita de uma hora inteira que não me apetece desperdiçar... porque é que não há uma APP para arrumar secretárias?

 

 

 

 

publicado às 21:03


cansaço

por beatriz j a, em 02.08.12

 

 

 

O meu sitemeter adormeceu às oito da manhã e ainda não acordou... está como eu: completamente cansado e a precisar de dormir...

 

publicado às 21:27


Quintas-feiras

por beatriz j a, em 17.05.12

 

 

 

 

Quando chegam ao fim, estou assim...

 

 

 

publicado às 19:17


último dia

por beatriz j a, em 27.07.11

 

 

 

 

De trabalho. Dia muuuuiiitooo comprido e muuuiiiiiiito difícil. Ainda tenho duas actas para fazer. Uma delas é a de hoje... enfim, uma pessoa chega a esta altura e com o acumular do cansaço dramatiza tudo.

 

publicado às 23:14


cansaço

por beatriz j a, em 28.04.11

 

 

Seis aulas...de arrasar...

 

 

 

publicado às 19:41

 

 

 

Veiga Simão lamenta destino da avaliação de desempenho dos professores

Pessoas que tiveram responsabilidades, que não sabem do que falam mas que não resistem a atacar os professores. Sempre a falar mal dos professores, parece terem-nos um ódio qualquer...não percebo. Quando me ponho a pensar nos professores que tive, exccepto a professora da primária que todos detestávamos porque fazia questão de distribuir todos os dias uma dose de reguadas e bofetadas a toda a gente, não me lembro de odiar nenhum professor. Alíás, olhando para trás, o que vejo é que tinham muita paciência para me aturar. A partir aí dos doze anos tornei-me uma pessoa difícil -to say de least- e problemática. Tive professores excelentes outros razoáveis, uns exigentes outros menos, uns autoritários outros menos, mas nunca me passou pela cabeça contestar uma nota ou achar que eram injustos os castigos. Quer dizer, nós éramos capazes de fazer grandes parvoíces mas não éramos estúpidos nem desonestos de modo que sabíamos muito bem que todos os castigos eram mais que justos.

Alguns professores souberam dar-me a volta e tinha-lhes muito respeito, mas mesmos os outros, se não faziam melhor era porque nós às vezes dificultávamos o trabalho deles. Dois ou três professores marcaram-me, não por terem feito alguma coisa de especial mas porque algumas palavras ou atitudes tiveram grande significado, para mim. Um professor de Trabalhos Oficinais, como se chamava então, que tive no que agora é o sexto ano, adorava-o. Convenceu a escola a deixar-me ir para a oficina de madeiras trabalhar no torno (onde só os rapazes trabalhavam) e livrou-me assim das aulas de costura e cozinha...

Enfim, em geral a impressão que tenho de tantos professores que tive é que tinham grande paciência para nos aturar (o padre que dava Religião e Moral sofreu muito, coitado) e muito boa vontade. E o que eu vejo hoje na escola, nos colegas, é que têm muita paciência para aturar os alunos do básico e muito boa vontade. e se não fazem melhor é porque, de repente, aqueles que mais deviam motivar-nos e estimular-nos, que são os chefes, nas pessoas dos ministros da educação, sercretários de estado e do primeiro ministro, só falta quererem bater-nos pessoalmente.

De modo que esta raiva e desprezo que tantos governantes e outros têm pelos professores é significativa - assim como é preciso ser-se inteligente para se perceber a inteligência nos outros, também é preciso ser-se pessoa de valor para se reconhecer o valor nos outros e a maioria dos que para aí andam a falar em tom ordinário dos professores são pessoas de baixo nível e...enfim, tem àvondo, Beatriz, que não vale a pena baixar o nível da conversa com ofensas.

 

publicado às 15:00


cansaço

por beatriz j a, em 31.01.11

 

 

 

 

 

publicado às 19:59


cansaços e desabafos...

por beatriz j a, em 15.11.10

 

 

 

Há dias em que o trabalho pesa uma tonelada, não porque seja imenso mas porque o ambiente na escola é desmotivante.

Como é que em tão pouco tempo se estragou tanto?

Contradição nos procedimentos, nos objectivos, nas exigências...tudo tão irracional e contrário ao bom senso. É muito díficil trabalhar quando vemos o caminho certo e somos obrigados a enveredar pelo outro que não leva a lado algum...muito difícil ter de obedecer a enormidades, a coisas medíocres ou sem nenhum propósito. Às vezes é demais. E as turmas enormes a dificultarem o trabalho. E a clara noção de que é indiferente trabalhar bem ou mal, que nada do que interessa é valorizado.

 

publicado às 11:52


silêncio

por beatriz j a, em 11.06.10

 

 

Às vezes fico farta de palavras. Cansam, cansam, cansam, cansam, cansam, cansam, cansam, cansam, cansam, cansam, cansam, cansam, cansam, cansam, cansam, cansam, cansam, cansam, cansam, cansam, cansam, cansam, cansam, cansam, cansam, cansam, cansam, cansam, cansam,....quando se repete muitas vezes uma palavra ela perde o sentido.

Torna-se uma não palavra. Uma coisa.

Hoje não há mais palavras.

Nem escritas,

nem lidas.

Nem pensadas.

Silêncio.

publicado às 21:39


what a day..

por beatriz j a, em 08.06.10

 

 

Hoje dei oito aulas. Estou mais morta que viva. E ainda não acabou. Há trabalhos para corrigir e montes de mails para mandar.

 

publicado às 16:35


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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