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Sobem para quatro as mortes de professores que a Fenprof quer ver investigadas

Em Manteigas, uma professora “em plena sala de aula, fulminantemente, caiu para o lado”. Já no Fundão, outra docente “estava a corrigir 60 provas aferidas, a lançar as notas dos seus alunos e a fazer vigilâncias de exames. Aparece morta em cima do teclado do computador em pleno lançamento das notas”.

Um terceiro caso ocorreu num agrupamento de Odivelas. “O professor enviou por email, cerca da 1h, os dados pedidos pela escola. No outro dia não apareceu, a medicina legal concluiu que teria morrido por essa hora”, acrescentou.

“Temos o problema dos horários sobrecarregados, com todo o trabalho que é imposto de forma abusiva e ilegal”, refere Mário Nogueira, lembrando que “os professores trabalham muito próximo das 50 horas semanais, sem tempo para descanso, para a família ou para o lazer”.

Há casos em que os docentes “entram em burnout, ficam de baixa e medicados, o que pode levar a casos mais extremos”. “Temos de perceber se foi isso que aconteceu”, sublinha.

De acordo com o DN, as conclusões do inquérito nacional sobre as Condições de Vida e Trabalho na Educação em Portugal, coordenado pela investigadora Raquel Varela, da Universidade Nova, que envolveu cerca de 19 mil docentes, revelam que mais de três em cada quatro professores apresentam sinais de esgotamento emocional.

 

publicado às 08:52


Acerca do burnout dos professores

por beatriz j a, em 11.07.18

 

 

Um aviso sério, também aos sindicatos...

 

publicado às 13:35

 

Dados provisórios sobre burnout dos professores indicam valores "altíssimos"

 

publicado às 07:10


Universidades como empresas

por beatriz j a, em 06.09.16

 

 

Mais de 60% dos professores universitários sofrem de "burnout"

A investigação da autora da tese de mestrado, Ana Rita Ferreira, que abrangeu professores de quatro instituições de ensino superior do Porto, revela que "quando o ambiente de trabalho é positivo, o docente encontra mais recursos sociais e psicológicos para superar os desafios profissionais".

 

Por outro lado a confiança nas chefias e o relacionamento com a gestão de recursos humanos constituem-se como fator amortecedor do "burnout""

Entendidas, não como centros de investigação e conhecimentos mas como fábricas de produzir diplomas com o menosr custo possível fazem-se à custa da exautão física e psicológica dos professores. E uma gestão autoritária e de bullying só piora a situação.

 

O que faz pena é que quando as coisas começaram a ser assim nas escolas, os professores universitários puseram-se do lado da Rodrigues contra os professores das escolas que denunciavam esse ambiente de bullying que então entrou e nunca mais saiu já que são as mesmas pessoas que abraçaram estes métodos quem continua nos cargos e na organização das escolas. Na altura muita gente das escolas escreveu por aí, em artigos e blogues [aqui também se escreveu] a advertir que em seguida estes critérios passariam para as universidades mas tal foi ouvido com gozo porque então as universidades achavam evidente que as escolas não prestavam e que os professores tinham que 'ser postos na ordem'. Pois... é assim.. não há consolo nenhum em ter razão nestas coisas... é até triste. 

 

Os professores universitários, com excepção dos catedráticos, vêem-se na situação de terem excesso de trabalho, serem mal pagos e terem que andar caladinhos e em bicos de pés se não querem ser postos a andar pelo reitor. Estão a ficar doentes... que surpresa...

 

 

publicado às 07:27


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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