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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
Ontem à noite recebi uma mensagem de amigos que estão em Veneza. Estavam num bar, a beber uns copos e a brindar aos amigos que já se foram e aos que estão ausentes. Lembraram-se de partilhar comigo esse momento e de beber um copo por mim. Foi pretexto para ir rever as fotografias que tirei quando estive em Veneza. Lembrar-me dos sítios. Gostava de lá voltar. É como regressar no tempo, a uma época shakespereana. Ficamos à espera de ver o Otelo aparecer à varanda do palácio do Doge.
Veneza deixou-me uma impressão tão vívida que lembro-me daquilo tudo. As pontes, as praças, as igrejas, os palácios, os quadros, os frescos, a Basílica, as ruas, os cafés da praça de S. Marcos... Lindo!
canaletto
Istambul é uma cidade linda. Uma pessoa não se cansa de olhar. Posta na ponta do Corno Dourado, ali onde o Bósforo se junta ao mar de Marmara num azul que marca toda a cidade e toda a cultura e separa a Europa da Ásia.




a ponta do Corno dourado

a mesquita azul

os azulejos Iznik, duma beleza estonteante. Podem ver-se alguns frisos destes azulejos no museu do Gulbenkian que os coleccionava com paixão. Confesso que vou de vez em quando ao museu Gulbenkian só para me deslumbrar com os azulejos da colecção.
Não há dúvida de que a contemplação da beleza faz bem à alma.
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