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A amizade segundo Aristóteles

por beatriz j a, em 25.09.19

 

Aristóteles via a amizade como uma das verdadeiras alegrias da vida e pensava que uma vida bem vivida teria que incluir amizades significantes, verdadeiras e duradouras. Os amigos, pensava, são um refúgio nos infortúnios, uma ajuda na juventude para se evitar erros, um consolo na velhice, e uma fortaleza na idade adulta.

 

Aristóteles falava em dois tipos de amizades que são mais acidentais que intencionais e nas quais entramos frequentemente sem dar por isso. A primeira é a amizade da utilidade. É temporária e geralmente acaba quando o benefício acaba. Estas amizades são muito comuns entre pessoas mais velhas. Relações de trabalho, por exemplo, onde as pessoas gostam da companhia uma da outra mas se a situação muda, também muda o tipo de relação.

 

O segundo tipo de amizade acidental é baseado no prazer e é mais comum entre os jovens. Está construída sobre emoções que se sentem numa dada altura, porque as pessoas estão próximas, são colegas de carteira ou de equipa de desporto, etc., mas que mudam quando os seus interesses mudam. São muitas vezes as mais curtas relações das nossas vidas.

 

Segundo Aristóteles, estes dois tipos de amizade não são más e até são necessárias mas, a sua falta de profundidade limita a sua qualidade.

A forma de amizade preferível, segundo Aristóteles, é a que se baseia na apreciação mútua das virtudes da outra pessoa, virtudes essas que nos são caras. Neste tipo de amizade, as próprias pessoas e as qualidades que representam são um incentivo para que ambos queiram estar na vida um do outro. São amizades onde as pessoas, ao mesmo tempo se desafiam e apoiam. Este tipo de relação resiste ao tempo e para que exista é necessário, em primeiro lugar, que haja um nível de bondade nessas pessoas.

 

Pessoas egocêntricas ou incapazes de empatia e capacidade de cuidar e dar atenção a outros dificilmente são capazes de amizades com essa qualidade porque os seus interesses centram-se mais na utilidade e no benefício imediato. Para uma amizade destas resistir temos que sentir que a outra pessoa se interessa por nós. Mais ainda, uma amizade de virtude requer tempo e confiança para se construir e depende do crescimento mútuo. Este tipo de amizade é mais provável se já vimos a outra pessoa no seu pior e vimo-la crescer ou quando passaram ambos por situações difíceis. 

 

Para além da profundidade e intimidade, a beleza deste tipo de relação está em que inclui as recompensas das outras duas: o benefício e o prazer. Quando respeitamos uma pessoa e gostamos dela, temos prazer em passar tempo com ela. E também traz benefícios: no mínimo ajuda a manter a saúde mental e emocional.

 

Este tipo de amizades requerem tempo e intenção mas, quando florescem, fazem-no com confiança e admiração e trazem consigo algumas das maiores alegrias da vida.

 

Embora as amizades acidentais tenham algum valor, a sua impermanência diminui o seu potencial. Por isso Aristóteles defendia o cultivo de amizades de virtude construídas com intenção e baseadas na apreciação mútua de carácter e bondade. Essas amizades fortalecem-se com o tempo e se resistem aos contratempos, são para a vida.

 

Nós somos e, vivemos, pelas pessoas com as quais passamos tempo. Os laços que forjamos com os que nos são próximos moldam a qualidade das nossas vidas e a vida é demasiado curta para amizades fúteis ou superficiais.

 

traduzido e adaptado de um artigo de Zat Rana

 

publicado às 20:20

 

Os professores são super-heróis!

Todos reconhecemos a educação e a saúde como os nossos maiores pilares sociais. Portanto, se existem milhões para feiras de vaidades tecnológicas, também tem que existir dinheiro para a progressão da carreira daqueles que educam os filhos do país e são os nossos futuros decisores económicos e sociais.

 

Cresci a ouvir algumas pessoas dizer, sobretudo através dos políticos, da televisão e do bitaite de café, que a vida de professor era boa. Hoje, com menos colagénio na pele, consigo claramente afirmar que a vida de todos os professores que conheço não é seguramente uma vida que eu invejasse ter.

 

Vejo esta vida de professor começar na incerteza da colocação nas escolas, passando pela possibilidade de andar décadas a fio com a vida às costas, bem como com a família. E o melhor é ponderar duas ou três vezes como ou se a vai mesmo querer construir...

 

A vida “boa” continua com os testes que têm que ser redigidos em horário pós-laboral, trabalho esse que é esticado também pela montanha de testes que terá de ser corrigida. E as aulas? Essas seguramente têm que ser preparadas semanalmente. De referir as inúmeras situações em que têm que gerir situações extremas de violência e educar quando a educação que vem de casa é parca, sendo que na realidade são contratados como “formadores”.

Bem sei que também acontece com outras tantas profissões, mas a pele de professor está sempre lá depois de “picar o ponto”. Estão sempre lá quando as luzes se apagam, disponíveis para pais e famílias, transformando-se muitas vezes em psicólogos de agregados familiares complexos. Será que toda esta vida pós-laboral se converte em horas extras?

 

Todos reconhecemos a educação e a saúde como os nossos maiores pilares sociais. Portanto, se existem milhões para feiras de vaidades tecnológicas, também tem que existir dinheiro para a progressão da carreira daqueles que educam os filhos do país e são os nossos futuros decisores económicos e sociais. Doutra forma, não pode existir dinheiro para tantos outros gastos não prioritários.

 

Os professores, bem como muitos outros profissionais, têm sido prejudicados em todas as frentes nos últimos anos, e não apenas pelas horas que agora têm que fazer a mais nas escolas em avaliações de tudo e mais alguma coisa. Devo dizer que é com alguma estranheza que vejo a casa cair em várias frentes para o actual Governo em época pré-legislativas. Será coincidência?

 

Saliento com agrado, e sem “partidarites” de opinião, a posição dos que se souberam manter fiéis ao que sempre defenderam em matéria de educação e voltaram a favor da reposição do tempo de serviço dos professores. E digo isto porque, de uma vez por todas, a política em Portugal tem que ser feita com coerência e não por puro oportunismo político. Não faz muito sentido que todos aqueles que estiveram no Governo nos últimos anos agora votem naquilo que nunca fizeram nem fariam se fossem Governo...

 

Os professores são super-heróis e merecem ser reconhecidos como super-heróis que são, devendo-se sacrificar sempre o acessório em prol do prioritário. E quem fala dos professores, fala também de todas as classes que têm saído à rua para reclamar os seus direitos.

 

publicado às 11:15

 

Uma pessoa está mais de vinte anos sem ir a um médico a não ser aqueles dois que tem mesmo que ser, tipo o dentista e isso, sem entrar num hospital e sem tomar medicamentos. Nem sequer tem uma gaveta de medicamentos. Lembro-me de ter, literalmente, um termómetro dos antigos com mercúrio, uma caixa de aspirinas, uma de dimicina, uma bisnaga de hirudóide e uns pensos rápidos. Mais nada. Nem sequer conhecia nomes de medicamentos vulgares. Enquanto o meu filho era pequeno, de cada vez que estava doente comprava os medicamentos que o médico mandava e depois aquilo gastava-se e pronto.

Agora é isto. Uma gaveta cheia de medicamentos, mais os que não cabem na gaveta, fora os da cozinha, que estou a tomar e os que estão no quarto... ahh e o saco para onde atiro os exames e relatórios médicos que são às dezenas, pois neste último, quase um ano, fiz o quê...? Deixa ver... biópsias e endoscopias com biópsia, meia dúzia, electrocardiogramas, ressonâncias magnéticas, radiografias, quase três dezenas no acelerador linear, uma PET, TACs...? ohh, sei lá... uma dúzia, quase todas com contraste... os tratamentos, claro, que são na ordem das dezenas, os de químicos todos endovenosos (o tratamento da químio eram quatro horas a enfiar cenas no corpo e quando era a vez do saco do medicamento que levava duas horas a despejar, o braço onde o injectavam ficava tão frio, gelado, que parecia ir cair como nos desenhos animados ou o homem gelo no filme do batman) e análises ao sangue contam-se já pela centena... embora as análises não as guarde a não ser as últimas, umas primeiras que fiz pelas quais tenho estima (sim, sim, estima) e mais uma ou duas importantes. E os medicamentos que já tomei devem estar na ordem do milhar. [um aparte - acho que as Bayers e outras multinacionais farmacêuticas desincentivam a investigação de cura do cancro porque isto é uma mina de ouro. Milhões de pessoas no mundo a dependerem de medicamentos todos os dias.]

Outro dia uma colega disse-me que tinha feito dois exames e duas análises ao sangue para despistar um problema e que já não podia ver hospitais, médicos e técnicos à frente. lol   Já outra vez uma pessoa conhecida me dizia, 'fiz uma TAC em que injectam um líquido qualquer (iodo... radioactivo) e a Beatriz nem imagina! Aquilo foi horrível.'   lol   Nem lhe disse nada  :)) 

A minha vida agora é andar em hospitais. Ontem estive no hospital, hoje fui ao hospital fazer um ecocardiograma a amanhã vou ao hospital fazer tratamento.

Enfim, e de cada vez que passo por este caos de medicamentos penso que tenho que organizar aquilo mas quero lá saber de organizar medicamentos... não sou farmacêutica. 

É isto, como a vida de uma pessoa muda radicalmente em menos de um ano. 

 

Claro, no meio das coisas más descobrem-se coisas boas. Uma das minhas irmãs vem sempre comigo, não falhou um único tratamento e até nas endoscopias/biópsias esteve comigo e tem passado secas monumentais por causa de mim, para além de me ter apanhado nos piores momentos quando os tratamentos foram tão agressivos, os de final de Julho e os de Agosto, que houve ali uma semana que se não fosse ela e o meu amigo André eu não tinha ido fazer os tratamentos. E os maus momentos também ela os sentia um bocado por estar comigo. Aquelas quatro horas da químio passavam mais depressa e custavam menos por causa dela. Houve dias em que ríamos tanto, de parvoíces e a lembrar de coisas da infância, que as pessoas ficavam a olhar com aquela cara de, 'aquela deve ser maluca, como é que está ali com cinco sacos pendurados para injectar no braço e ri como se estivesse na esplanada ao sol ou assim?'

Estas coisas que fazem por nós não têm preço.

 

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publicado às 19:05

 

 

"Pedro Siza Vieira, o novo ministro-Adjunto do Primeiro Ministro, confessou esta quinta-feira que entra no governo num momento especialmente difícil:

Claro que estou motivado. Temos um país devastado, o Estado falhou e temos um Governo fragilizado. Só aceitaria este cargo estando motivado. Por isso claro que estou motivado", disse o novo governante ao jornal online ECO.

 

publicado às 19:52


Isto não é bonito

por beatriz j a, em 27.08.17

 

 

Balsemão combina que o grupo Pallas (um grupo de investimento internacional) dava o dinheiro ao amigo. E assim aparece Luís Correia de Sá com uma empresa em nome dele, a LCS, com os 40% na SIC. E até há uma comunicado interno do Balsemão a dizer que a partir do dia seguinte o seu amigo de infância ia entrar com 40% na empresa.

 

Mas a história acaba por tornar-se complicada: Luís Correia de Sá ganhou muito pouco com isto, uns 110 ou 115 mil euros, mas aparece na lista dos homens mais ricos de Portugal feita pela revista Fortuna. Afinal, é um dos homens por detrás da criação da SIC. Correia de Sá estava num processo de divórcio da mulher, que era belga e tinha ido para Bruxelas com as duas filhas. Ela viu a revista e avançou com um processo no tribunal de Bruxelas para ficar com metade de uma fortuna que ele não tinha. Correia de Sá perde o processo e hoje em dia está completamente falido, na miséria.

 

Balsemão não o ajudou?

Que eu saiba não.

 

 

publicado às 05:14


E é isto

por beatriz j a, em 17.07.17

 

 

Ver os amigos faz bem à saúde e o contrário prejudica a saúde.

 

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publicado às 20:36


Do livro de um amigo desaparecido

por beatriz j a, em 26.06.17

 

 

 

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daqui deste livro que comprei há muitos anos para um amigo que era poeta mas que desapareceu de repente e nunca mais soube nada dele. guardo-lhe o livro e vou-lhe gastando as páginas:

 

 

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publicado às 22:45

 

 

Ex-deputado do PSD contesta contratação de sobrinha de Carlos César

É revoltante. Havia um familiar de César que ainda não estava a ajudar na coisa pública. [esse problema já está resolvido] 

 

Entretanto, há uns senhores que nos chamam nomes, a nós professores, pelo descaramento de nos queixarmos por não termos carreira (A GREVE É UM DIREITO, MAS COM RESPONSABILIDADE) A irresponsabilidade das greves de professores e juízes). Em Portugal não há carreira de professor. Já houve uma carreira mas isso acabou há muitos anos. Logo, tudo o que estava associado à carreira e dela dependia, evidentemente, também morreu com ela. O que há agora são uns tipos e tipas que se sujeitam a tudo o que é trabalho dentro das escolas para levar uma reforma de 500 euros para casa ao fim de quase 40 anos a bulir. E ainda têm que ouvir todos os comentadores de todos os mentideros a chamar-lhes nomes ao fim de semana. Desde a Rodrigues, essoutra que odeia professores, que é assim. Deve ser para destressarem das suas tristes vidinhas.

 

Entretanto a família toda do César , mesmo a que ainda agora mal chegou ao planeta já está distribuida por cargos. Isso não prejudica mais que a greve de professores? Não foi a mulher dele que foi enfiar-se no Ritz-Carlton, no Canadá, à pala do orçamento do Governo dos Açores quando ele era o governador? Não estamos com o país na ruína por causa de dezenas de anos de privilégios aos familiares e amigos em detrimento do interesse do país? Não é o tráfico de influência e a corrupção que nos desgraçam? Esta carreirice política em que andam de cargo em cargo com os familiares e amigos atrás a chupar todo o dinheiro do país? Quanto nos custou a família e amigos do Sócrates? Ou são os professores que nos desgraçam? Quando começo a ler estas notícias e aqueles artigos a ofenderem-me por não me sujeitar a ser uma das estúpidas que alimenta o circo caladinha e submissa, dá-me logo vontade de fazer greve.

 

Ahh pois é... é como dizia o Barroso... como são postos nos cargos mas ninguém acredita que seja por mérito, são umas vítimas. Coitadinhos. 

 

publicado às 19:02


Dia 2 de Outubro

por beatriz j a, em 02.10.15

 

 

 

 

 

publicado às 19:16

 

 

... qualquer dia não tenho um único amigo em Portugal! Vão-se todos embora. Têm oportunidades óptimas lá fora e aqui, zero!! Nos anos sessenta todas as famílias portuguesas tinham alguém em África a combater na guerra. Voltámos ao mesmo! É como se estivéssemos em guerra, só que agora, vão os rapazes e as raparigas, vão todos. Começo a não ter amigos cá em Portugal, sobretudo os amigos mais novos. Não perdoo este mito urbano a este governo que nos impôs esta canga da austeridade e também não perdoo ao outro que liderou uma vilanagem de saqueadores... que raio de país este, que gente com mentalidades serviçais, sem visão, sem nada! Por todo o lado só gente menor à frente das coisas. Ninguém quer saber de ninguém, cada um só quer saber de si, não há uma visão estratégica do país ou das instituições. É a gestão da vidinha diária. Nada mais.

 

 

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publicado às 17:08


O sonho dos banksters

por beatriz j a, em 21.03.15

 

 

Motorista (...) passava cheques a Sócrates

 

No dia 10 de maio de 2012, João Perna, o antigo motorista de José Sócrates e um dos arguidos do processo Operação Marquês, depositou um cheque de 15 mil euros passado pelo empresário Carlos Santos Silva, arguido em prisão preventiva, na sua conta bancária. Quatro dias depois, outro cheque, desta vez emitido por João Perna, no mesmo montante, foi depositado na conta do seu então patrão, José Sócrates. 

 

Uma relação hegeliana senhor-escravo onde o escravo trabalha e depois ainda paga e empresta ao seu senhor para que este possa fruir de vida luxuosa.

 

 

publicado às 09:37


Eu pensava que tinha bons amigos...

por beatriz j a, em 14.12.14

 

 

Empresas ligadas a Santos Silva são as que mais ganharam com obras da Parque Escolar

 

Juntando contratos de empreitadas e de fiscalização, e somando às verbas publicitadas no portal Base os montantes que ali não constam, mas que aparecem nos documentos da Parque Escolar, existe outro balanço possível: em três anos, entre 2009 e 2011, seis empresas ligadas a Santos Silva receberam 150,1 milhões de euros da empresa pública Parque Escolar.

 

... mas a verdade é que nenhum amigo me deu projectos de 150 milhões de euros... nenhum amigo me deu um apartamento em Paris... nenhum amigo me deu malas com dinheiro... nenhum amigo me deu presentes de 14 milhões... 

 

 

publicado às 12:02


Um céu fugaz...

por beatriz j a, em 03.05.14

 

 

 

... e saudade dos amigos que já não se vê há muito tempo...

Ontem, um aluno, numa aula, disse-me, a propósito de estarmos a falar do sentido de existir, 'A vida passa tão depressa. Às vezes parece que as coisas têm um sentido mas passado um mês ou dois parece que já o perderam ou que nunca tiveram e ficamos na dúvida se alguma coisa vem a ter sentido.' Os alunos nestas idades têm, a par de grandes patetices e infantilidades, momentos de antecipação de adultos. E pensam de uma forma filosófica, quer dizer, provocadora, o que os torna interessantes.

 

 

 

.

publicado às 20:59


do meu amigo em Itália (agora, Roma)

por beatriz j a, em 24.04.14

 

 

 

"Vou agora ver o Benfica. Os romanos todos a torcer pelo Benfica :)"  (LOL)

 

 

publicado às 19:48


About friends

por beatriz j a, em 02.02.14

 

 

 

 

 

 da net

 

 

 

 

publicado às 14:44


⏳ Saudades antecipadas...

por beatriz j a, em 04.01.14

 

 

 

O André vai-se embora amanhã de madrugada.

 

 

publicado às 18:21


Saudades

por beatriz j a, em 08.12.13

 

 

 

...dos amigos ausentes. Transformam o caos em cosmos.

 

 

forestpines:Astronomical clock, St-Paulus-Dom, Münster on Flickr.

Astronomical clock, St-Paulus-Dom, Münster

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publicado às 22:29


Amigos

por beatriz j a, em 25.10.13

 

 

 

 

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publicado às 18:27


coisas chatas

por beatriz j a, em 09.08.13

 

 

 

 

Os amigos terem que ir embora. A gente gosta que eles estejam bem e tudo esteja a correr muito bem noutros países, claro, mas preferíamos egoisticamente que estivessem por cá porque os dias de férias sabem a muito pouco... e esses amigos fazem muita falta.

 

 

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publicado às 20:24


Coisas boas

por beatriz j a, em 29.06.13

 

 

 

O André chega amanhã :))

 

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publicado às 22:55


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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