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por beatriz j a, em 11.04.18




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publicado às 18:21



Não fosse o facto de estar doente e não estar em condições de sair de casa, sequer, dia 14 não faltava à manisfestação. As alterações climáticas são um problema que só se resolve com políticas colectivas. Esforços individuais são importantes porque consciencializam da necessidade inadiável de políticas colectivas e pressionam os poderes políticos mas não resolvem um problema desta dimensão.

As imagens mais abaixo vêm da Indonésia. Um derrame de petróleo no mar matou 5 pessoas em 31 Março passado e está a alastrar. Centenas de pessoas com dificuldades respiratórias, náuseas e vómitos por causa do cheiro e do fumo negro. Destruiu habitats marinhos e florestas de manga. O derrame põe em perigo ecossistemas, a economia e o sustento dos pescadores e subsidiárias locais.

Como é que se pode querer começar em Portugal uma coisa destas?













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publicado às 16:42




Climate change is a disaster foretold, just like the first world war


According to the World Wildlife Fund’s 2016 Living Planet Report, over the last four decades the international animal population was reduced by nearly 60%. More than a billion fewer birds inhabit North America today compared to 40 years ago. In Britain, certain iconic species (grey partridges, tree sparrows, etc) have fallen by 90%. In Germany, flying insects have declined by 76% over the past 27 years. Almost half of Borneo’s orangutans died or were removed between 1999 and 2015. Elephant numbers have dropped by 62% in a decade, with on average one adult killed by poachers every 15 minutes.

We inherited a planet of beauty and wonders – and we’re saying goodbye to all that.


In February, for instance, scientists recorded temperatures 35 degrees above the historical average in Siberia, a phenomenon that apparently corresponded with the unprecedented cold snap across Europe.

... eight million tons of plastics are washed into the ocean each year.


It can’t be so bad, we think: if a natural wonder were truly under threat, our politicians wouldn’t simply stand aside and watch.

The first world war killed 20 million people and maimed 21 million others. It shattered the economy of Europe, displaced entire populations, and set in train events that culminated, scarcely two decades later, with another, even more apocalyptic slaughter.

And it, too, was a disaster foretold, a widely-anticipated cataclysm that proceeded more-on-less schedule despite regular warnings about what was to come.


As early as 1898, Tsar Nicholas II of Russia initiated a conference to discuss international arbitration and limit the arms race taking place in Europe.

Over the next years, the rivalries intensified, leading to further militarisation and a complex series of (often secret) treaties, as, between 1908 and 1913, the military spending of the major powers increased by 50%.


The appeals to humanity and reason did not move states jostling for trade and commercial advantages. For the people of Europe, the arms race was disastrous; for specific governments, it made perfect sense, for those who did not compete risked falling behind.

The same might be said today.

If we don’t sell coal, says Malcolm Turnbull, our competitors will – which was, of course precisely the logic of the British fleet expansion in 1908.

The devastation of the first world war eventually engendered a wave of revolt from a populace appalled at the carnage their politicians had wrought.

From a global perspective, the necessity to abandon fossil fuels cannot be denied. But for individual economies, change risks undermining comparative advantages.


The stakes could not be higher. Lamps are going out all over the natural world … and no one will ever see them lit again.


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publicado às 14:26



Ao pescador de carangueijos, mayor de Tangiers, uma ilha na Virgínia que perdeu dois terços de massa terrestre, tem os quintais já submersos e está a ser engolida pelo mar mas, mesmo assim, não acredita que as alterações climáticas tenham mão humana e acredita que Deus vai tomar conta deles...

Serão, talvez, os primeiros refugiados das alterações climáticas. Um novo tipo de refugiados...



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publicado às 12:03


Climate change to cause humid heatwaves that will kill even healthy people

The new analysis assesses the impact of climate change on the deadly combination of heat and humidity, measured as the “wet bulb” temperature (WBT). Once this reaches 35C, the human body cannot cool itself by sweating and even fit people sitting in the shade will die within six hours.

The revelations show the most severe impacts of global warming may strike those nations, such as India, whose carbon emissions are still rising as they lift millions of people out of poverty.


The limit of survivability, at 35C WBT, was almost reached in Bandar Mahshahr in Iran in July 2015, where 46C heat combined with 50% humidity. “This suggests the threshold may be breached sooner than projected,” said the researchers.


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publicado às 08:30



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publicado às 08:05

Planeta sustentável - 'ice stupas'

por beatriz j a, em 21.06.17




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publicado às 07:04

O pegada humana é pior que uma bomba atómica

por beatriz j a, em 01.03.17




Trinta anos depois do desastre, Chernobyl está cheia de vida vegetal e animal, ao contrário do que acontecia quando a central nuclear estava a funcionar normalmente. Conclusão: o homem é pior para o ambiente que uma bomba atómica.

De Chernobyl:





 imagens da NG


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publicado às 08:58



At the close of 2016, the Oxford English Dictionary declared “post-truth” its word of the year. The adjective is defined as “relating to or denoting circumstances in which objective facts are less influential in shaping public opinion than appeals to emotion and personal belief.” But Earth and its breath — the climate — paid no heed. Nature had its own declaration, ending 2016 as the hottest year in the global record, the third consecutive record-breaking year.


The climate does not care that new Secretary of State Rex Tillerson, the former Exxon Mobile CEO, and Oklahoma Atty. Gen. Scott Pruitt, nominee to lead the Environmental Protection Agency, continue to repress the scientific consensus that greenhouse gas emissions are causing its warming.


The oceans — their sea levels, temperatures and acidity all on the rise — do not read Breitbart News in the United States or the Daily Mail in the United Kingdom, which by spreading science denial put the most vulnerable at risk.

Regardless of alternative facts, fake news or scientific censorship, nature tells the truth. 

That truth will flood in torrential rains. It will sear in extended droughts. It will sweep into coastal homes, especially where it has been suppressed; in North Carolina, for example, where the state general assembly banned the use of sea-level rise projections in coastal policymaking, and in South Florida, where thousands of condos and rental apartments are under construction in areas known for serious tidal flooding.


As in historic droughts, floods and hurricanes, the wealthy — including the peddlers of falsehoods — will be able to move or bunker up. Those who are poorer, and the ill-prepared, will be left to face the truth directly. “Post-truth” may be the word of the year, but nature always has the last word.

Cynthia Barnett



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publicado às 20:15



Les scientifiques ont établi plusieurs scenarii de fin du monde, de la chute d’un astéroïde géant à une invasion extraterrestre. Lequel vous semble le plus crédible?

Le plus probable, c’est celui qui est déjà là, ce qui est en train de se passer. Le réchauffement climatique, la pollution généralisée, l’érosion de la biodiversité. Nous sommes déjà plongés dedans. La question est de savoir jusqu’où cela va aller ? Ce qui est terrifiant aujourd’hui c’est l’augmentation de la température terrestre. Pourtant les gens vivent comme si tout cela n’existait pas. Si je me pose la question de savoir comment sera la Terre dans trente ans, et son habitabilité, je ne peux vous le dire.




(Os cientistas estabeleceram vários cenários do fim do mundo, desde a queda de um asteróide gigante a uma invasão extra-terrestre. Qual vos parece mais credível?

O mais provável é o que já existe, o que está a acontecer. O aquecimento climático, a poluição generalizada, a erosão da biodiversidade. Já estamos mergulhados nesse cenário. A questão é saber até onde iremos chegar? O que é aterrador hoje em dia é o aumento da temperatura terrestre. No entanto, as pessoas vivem como se nada disso existisse. Como será a Terra daqui a trinta anos e a sua habitabilidade não o sei dizer.)



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publicado às 16:36

Vem aí uma mini era do gelo

por beatriz j a, em 17.11.16






A actividade solar está a diminuir a um ritmo mais rápido do que em qualquer outro momento na história. Os cientistas prevêem que a tendência vai continuar ao longo dos próximos quatro anos, levando a Terra a uma mini idade do gelo – depois da qual as consequências do aquecimento global voltarão em força. 

A investigadora, Valentina Zharkova, sublinha a necessidade de não abandonar a luta contra o aquecimento global durante o eventual período “gelado”, nem ignorar os seus efeitos e presumir que não está a acontecer, mas antes agir do ponto de vista de que “o Sol vai emprestar-nos tempo para controlarmos as emissões de carbono”.



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publicado às 15:22



E isso inclui-nos a todos porque não há fronteiras na atmosfera, nos oceanos ou nos rios e os outros animais não sabem nada de fronteiras humanas.


 Devido à subida do nível do mar. Casas e terrenos afundam-se.




Isto não é um vulcão. São os incêndios recorrentes consequência dos últimos anos de seca dramática na Califórnia.



 Irão - 40% da água do país desapareceu nos últimos 10 anos.



Os ursos polares já não conseguem caçar apenas no gelo. São obrigados a procurar alimento perto de estabelecimentos do ser humano. O aquecimento global altera o comportamento dos animais o que pode provocar conflitos entre pessoas e ursos






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publicado às 14:43



no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail

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