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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
DN
Função pública
Estado paga mais 18% em subsídios e indemnizações
E vai mais longe ao defender que a criação das EPE são uma forma de "desmembramento da Administração que corresponde a uma opção política, de modo a, mais facilmente, colocar as clientelas político-partidárias". Nos gastos com abonos variáveis, que só na Administração Interna mais do que duplicaram, defende a mesma lógica. "As indemnizações por cessação de funções têm crescido todos os anos sem que seja claro porquê". Só na Defesa ultrapassam 112 milhões de euros em 10 meses.
Despesa com salários está estabilizada há três anos, fruto das reformas e da colocação de milhares de trabalhadores na mobilidade especial. A aquisição de bens e serviços está "descontrolada", diz o STE O Estado gastou, até Outubro, mais 65 milhões de euros (+18%) com abonos variáveis - subsídios diversos, prémios, compensações por trabalho em dia de folga, ajudas de custo e indemnizações por cessação de funções. E as aquisições de bens e serviços aumentaram também 7,4%.
Em contrapartida, o STE assinala a estabilização da despesa com salários na Administração Pública, que aumentou, apenas, garante, 0,1% em termos homólogos até Outubro último, o que corresponde a mais 9,4 milhões de euros. Isto apesar da actualização salarial de 2,9% atribuída este ano. "Habituamo-nos a ouvir falar muito do peso das remuneração no Orçamento de Estado e, afinal, essas afirmações não correspondem à verdade porque não há evolução desfavorável da despesa com pessoal" refere (ver quadro). Pois é! O Sócrates mandou desmembrar a administração pública, empurrar milhares de funcionários para a rua e por em campo avaliações injustas e com quotas para poder, com esse dinheiro poupado, pagar a meia dúzia de pessoas que escolhe para gestores, assessores e consultores e a quem depois dá prémios milionários, reformas principescas. A reposição da justiça na carreira dos professores (que são milhares) não pode ser porque custa vinte milhões, mas gastar cem milhões aqui e mais cem ali com os prémios e as reformas dos amigos é que é normal. Como é que pode ser aceitável os sindicatos dos professores andarem a discutir modos de poupar dinheiro com os professores sem outro objectivo que não seja o de poupar dinheiro para que os amigos do poder possam continuar a sugar o país?
Armando Vara auferiu 697 933 euros em 2008, ano em que abandonou a administração da Caixa Geral de Depósitos para ocupar a vice-presidência do BCP, tendo duplicado os rendimentos em relação a 2007 (354 541 euros).
O ex--ministro do PS, sabe o Correio da Manhã, ainda está em falta nas Finanças com a entrega da declaração de rendimentos relativa ao ano de 2008.
O “Negócios” noticia que Vítor Constâncio está entre os banqueiros centrais mais bem pagos do mundo. O jornal refere que o governador do banco central português ganha 250 mil euros por ano, só atrás do governador do banco de Honk Kong (que recebe 896 mil euros por ano) e do da Itália (que aufere 650 mil euros por ano).
O governador do Banco de Portugal (BdP), Vítor Constâncio, considerou ontem que os aumentos salariais para o sector privado, em 2010, se devem situar entre 1 e 1, 5 por cento e admitiu uma actualização salarial para a Administração Pública abaixo desse intervalo.
O incompetente do Governador do Banco de Portugal (depois da cegueira face ao que se passou nos bancos ou é isso ou tem as mãos sujas), que é pago milionariamente para atrasar o país, defende que os outros que ganham mal passem a ganhar ainda mais mal. E que se aumentem os impostos.
O outro incompetente das finanças, deixa apodrecer o dinheiro das ajudas da Europa porque como o resto deste governo só sabem gastar em festas e jantaradas. Investir e criar riqueza não sabem. São como os parolos, que ou gastam o dinheiro como novos ricos ou guardam-no no colchão porque não sabem o que mais fazer com ele.
O Constâncio, é claro, mais o amigo Vara, ganham uma fortuna (que no caso do Vara nem é declarada, que ele parece ter uma imunidade especial que o isenta de apresentar declarações de rendimentos) em ordenados mais o resto - prémios e carros e facilidades e cartões de crédito à nossa pala e todas as coisas que esses cargos incluem - de modo que tanto lhes faz o valor dos aumentos. Um por cento de 250.000 já é muito dinheiro.
Aquilo já não é o Banco de Portugal: é a tumba de Portugal!
Jornal SOL
«Quando estudantes têm de recorrer ao Banco Alimentar Contra a Fome para se alimentarem, temos a prova de que a Acção Social em Portugal está a falhar, sendo inaceitáveis que situações como esta existam no nosso país», sustentou o dirigente. No seu entendimento, o ensino superior em Portugal padece de imensos problemas que não permitem nem atingir o ensino de excelência que todos defendem, «nem cumprir os deveres do Estado neste âmbito». «Estudantes que não têm dinheiro suficiente para pagar propinas, para continuar os seus estudos, nem, por vezes, para se alimentarem são, sem dúvida, situações que não se compadecem com um Estado que assegura o acesso de todos ao ensino», declarou. Para onde foi o dinheiro que podia ajudar os estudantes a comer e a estudar? Para aquele gang conhecido do Ali Bábá e dos quarenta ladrões...?
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