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Rio recusa comentar caso Feliciano Duarte

- PPC foi para o governo falar de Ética mas o seu número dois era um tipo com um curso feito com equivalências manhosas... nunca lhe fez confusão.

- Costa veio para o governo a falar de Ética mas era o número dois de um governo onde o primeiro-ministro era um engenheiro formado ao Domingo... nunca lhe fez confusão.

- Rui Rio quer ir para o governo por causa da Ética mas o seu número dois, ao que tudo indica, forja documentos no currículo para se safar a aulas de doutoramento... isso não lhe faz confusão.

 

 

publicado às 07:01


A educação sem ética é um mero negócio

por beatriz j a, em 30.03.17

 

 

Hoje soube que um aluno/aluna, numa aula de Matemática em que se fazia teste, tirou fotografia do teste, enviou para um colega que enviou para o explicador, que resolveu o teste e enviou a fotografia do teste resolvido para o colega que o enviou para o aluno/aluna na sala de aula... o professor deu conta do aluno/aluna estar a usar o telemóvel e foi assim que se descobriu tudo. Há aqui tanta coisa tão grave que nem sabemos por onde começar mas a pior de todas é o explicador ter sido cúmplice activo da fraude. Merecia uma queixa... Os alunos copiarem assim ou de modos idênticos, agora, é pão nosso de cada dia. No mês passado houve outro caso de copianço com telemóveis e fotografias de testes que envolveu três alunos. No ano passado houve um caso gravíssimo de roubo de testes que envolveu uma turma inteira com os respectivos pais.

 

Em Portugal não se valoriza a fraude como coisa grave o que não espanta porque a cultura de fraudes, falcatruas, mentiras, calotes e afins vem de cima dos responsáveis pelos cargos mais altos do país e depois é imitada pelos outros por aí abaixo. Estes alunos que cometem fraude nas aulas são os que hão-de cometer fraudes na vida profissional adulta. Mas nas escolas imensa gente não percebe ou finge não perceber isso e acha que o copianço é uma espécie de fair game, que faz parte de ser aluno. Só que não faz. Faz parte de ser desonesto. E, tal como na política, a educação sem ética é mero negócio.

 

 

publicado às 17:02


Das coisas que fazem bem à alma

por beatriz j a, em 30.10.16

 

 

Caminhar na Natureza intocada.

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Beber uma Leffe Brune fresquinha ao almoço.

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Distanciar-se de notícias deprimentes, como por exemplo:

- o ministro da educação sacrificou o secretário de estado para manter o fraudulento das licenciaturas no cargo e primeiro ministro sacrifica o interesse do povo para manter o ministro apoiante do fraudulento das licenciaturas no cargo. A ética destas pessoas é como a ética de outras iguaizinhas que eu cá sei...

Uma pessoa gostava de poder repeitar os políticos do país mas assim não é possível.

António Costa mantém confiança no ministro da Educação

  

publicado às 14:27

 

 

 

Viagens ao Euro: “Caso encerrado” para o Governo, aberto para a justiça

 

Se os secretários de Estado perceberam as consequências de aceitar estas ofertas e aceitaram são corruptíveis e não podem ter lugar em nenhum cargo público, nunca. Se os secretários de Estado não perceberam as consequências de aceitar estas ofertas são demasiado burros e não podem ter lugar em nenhum cargo público, nunca.

 

 

publicado às 08:54


Vanitas vanitatum et omnia vanitosa II

por beatriz j a, em 13.07.16

 

 

Marido da nova líder britânica é gestor em fundo de investimento que lucra com fuga aos impostos

 

A vaidade e falta de ética dos governantes e satélites, salvo raras excepções, são um poço sem fundo.

 

 

publicado às 19:15

 

 

Ministro britânico do Trabalho demite-se

Iain Duncan Smith não gostou dos cortes anunciados pelo ministro das Finanças, George Osborne, na Segurança Social para deficientes. ... este referiu que os cortes no sector das pessoas dependentes seriam defensáveis num contexto de redução do défice, mas não tendo em conta que o orçamento "beneficia os contribuintes com rendimentos mais elevados".

 

 

O ministro inglês fez aquilo que os ministros portugueses não fazem nunca. Vão para os governos a defender uma política e depois, quando querem obrigá-los a trair tudo o que defendiam e prometeram, em vez de se demitirem e recusarem a fazer o oposto do que prometeram, fazem-se de desentendidos e continuam no posto, impávidos e serenos, tipo, non pasa nada. Quando se lhes pergunta porque estão a fazer o oposto do que prometeram fazer dizem que as informações são diferentes quando se chega aos cargos, como disse o Crato que falava contra as políticas da fulana Rodrigues e acabou por ser o seu maior seguidor. Ser honesto e ir embora? Ah, isso não! Também esta equipa da educação entrou com um discurso que rapidamente esqueceu.

 

 

publicado às 20:09


🐸 Problema

por beatriz j a, em 28.01.14

 

 

 

Se tivesse que levar uma destas pedras para casa qual escolheria e, mais importante ainda, porquê essa e não outra? (after The Morality of Choice by Deborah Stone)

 

 

 

 

publicado às 05:39


Isto é que é ética empresarial

por beatriz j a, em 02.12.13

 

 

 

... e não aquelas pseudo-contribuições de caridade que alguns fazem em público enquanto em privado pagam o salário mínimo com excesso de horas de trabalho.

 

 

Líder mundial no mercado de botões paga salários acima da média


Líder mundial de mercado no sector, a Louropel, em Famalicão, produz entre 9 a 12 milhões de botões por dia, paga salários "acima da média" e este ano, apesar da crise, aumentou a facturação em 2 milhões de euros.

.

Os números foram hoje revelados pelo administrador Avelino Rego, que adiantou ainda que 80% da produção é para exportação e que a empresa perspectiva para o segundo semestre de 2014 novos investimentos, quer em instalações, quer em tecnologia de ponta.

Estes investimentos poderão levar à criação de mais uma dezena de postos de trabalho.

 

A Louropel tem a especificidade de ser "a única no mundo" que fabrica botões ecológicos, com a reciclagem das resinas polimerizadas resultantes da própria produção da empresa.

 

Em 2012, a Louropel, que tem três unidades em Famalicão, facturou 12 milhões de euros, montante que este ano vai ascender a 14 milhões.

Tem 243 trabalhadores, sendo a carga salarial mensal de cerca de 250 mil euros.

"Se queremos qualidade, temos de a pagar", referiu Avelino Rego.

 

Hoje, a Louropel fornece várias marcas conhecidas mundialmente, como a Armani, a Massimo Dutti ou a Hugo Boss.


publicado às 20:09


uma vida ética é possível

por beatriz j a, em 13.05.11

 

 

 

Há ainda alguma coisa pela qual viver? Haverá algo a que valha a pena dedicarmo-nos, para além do dinheiro, do amor e da atenção à nossa família? Falar de “algo pelo qual viver” tem um certo travo vagamente religioso, mas muitas pessoas que não são absolutamente nada religiosas têm uma sensação incómoda de poderem estar a deixar escapar qualquer coisa básica que conferiria às suas vidas uma importância que, de momento, lhes falta. Mas para que outra coisa poderemos viver? No presente livro, dou uma resposta. É tão antiga como o alvor da filosofia, mas tão necessária nas circunstâncias actuais como sempre foi. A resposta é que podemos viver uma vida ética. Além disso, descobriremos que viver uma vida ética não constitui um sacrifício pessoal, mas uma realização pessoal.
Se conseguirmos alhear-nos das nossas preocupações imediatas e encarar o mundo como um todo e o nosso lugar nele, veremos que existe algo absurdo na ideia de que as pessoas têm dificuldade em encontrar por que viver. Talvez estejamos no início de uma nova era na qual não nos limitaremos a ficar sentados à frente dos nossos televisores a ver crianças a morrer e depois continuar a viver as nossas vidas abastadas sem sentir qualquer incongruência.
O problema é que a maior parte das pessoas tem somente uma ideia vaguíssima do que poderá ser viver uma vida ética. Compreendem a ética como um sistema de regras que nos proíbe de fazer coisas. Não a entendem como base para pensar acerca do modo como havemos de viver. Essas pessoas levam vidas eminentemente centradas nos seus interesses, não por terem nascido egoístas, mas porque as alternativas parecem inaptas, embaraçosas ou simplesmente inúteis.

 

SINGER, Peter, Como Havemos de Viver – a ética numa época de individualismo, 1ª edição, 2006. Lisboa: Dinalivro, pp. 13-15

 

publicado às 23:47

 

 

jornal SOL

Durão Barroso pede comportamentos de rigor e «responsabilidade ética»

 

«Poderemos estabelecer as regras mais eficazes que se possam imaginar mas se estas não forem acompanhadas por comportamentos individuais e colectivos de rigor e de responsabilidade ética, continuaremos a enfrentar problemas sérios» , afirmou Durão Barroso.

 

Não falta lata!A questão é que, enquanto os indivíduos que apelam ao rigor e à ética forem aqueles mesmos que relevaram, publicamente, o seu reduzidíssimo sentido de responsabilidade, ao porem os interesses das suas vidas pessoais à frente das promessas que tinham feito ao eleitorado e das responsabilidades para com o país, este tipo de declarações ditas assim com ares pomposos soarão, sempre, a representações numa ópera bufa, onde a ética é alguma prima muito afastada - a Mª Ética - que nunca ninguém viu perto dele(s).

 

 

publicado às 08:39


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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