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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
Parece-me necessário distinguir duas coisas: uma é a decisão de considerar acidente o que lá se passou e isso cabe às autoridades competentes independentemente do desejo das famílias das vítimas; outra é o dever de apurar e informar a sociedade sobre o que se passou naquela noite no Meco. Isso que não foi feito é que me parece grave. Dizer, 'foi acidente' e ponto final, aqui encerra-se o assunto sem que se saiba ao certo quem lá esteve, que praxes estavam a fazer, como a fizeram... em suma, sem esclarecer as circunstâncias e causas do 'acidente'.
As circunstâncias e causas do 'acidente' interessam às famílias das vítimas, em primeiro lugar, interessam à sociedade e deviam interessar à Universidade em questão para se poder pensar em formas de estes 'acidentes' nunca mais se repetirem.
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