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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
Se a intenção é continuar o trabalho do Crato dos cortes e despedimentos encapotados, para quê ter dividido o MEC em dois, um para o superior, outros para o básico e secundário? Fossem coerentes com os cortes e começassem, então, por si mesmos, mantendo um só ministério. É que não há grande ciência em destruir e para isso não é preciso muita gente.
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