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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
Noronha Nascimento, ex-presidente do Supremo e outro dos subscritores, defende que “começa a existir um perigo para a independência dos juízes”.
Os juízes defenderem um colega que ofendeu e humilhou publicamente uma vítima de violência machista enquanto justificava os actos do agressor é como os professores juntarem-se para defender um colega que bate nos alunos alegando que criticar esse professor põe em causa a independência pedagógica e não passa de moda do politicamente correcto. Haja pudor.
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