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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
Uma coisa é não poder investir nos serviços públicos por falta de dinheiro, outra é não investir por oferecê-lo em forma de mesadas bilionárias e prémios de incompetência a banqueiros, firmas de advogados e quejandos ou, igualmente mau, guardá-lo a sete chaves e gabar-se disso, como fazia Salazar. Centeno segue a política financeira e económica de Salazar: pobrezinhos mas honrados.
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