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Então a nova equipa da educação não foi tida nem achada na questão da morte dos exames? Nem lhes pediram sequer opinião? Isso para mim é um péssimo sinal. Uma coisa é acabar-se com a obsessão dos exames do Crato, outra é arrasar tudo sem pensar.

O que eu gostava mesmo era que cada governo que chega ao poder não fizesse a 'sua reformazinha ideológica pessoal' sem ouvir ninguém, sem pensar, sem avaliar o que foi feito, etc. A questão dos exames não é partidária e é polémica. Tem opositores e tem defensores.

Este governo, ainda agora começou e já está a fazer o mesmo que o anterior: como tem uma maioria na AR que lhe permite aprovar o que quiser esquece-se que os outros deputados representam portugueses e não são um mero enfeite do hemiciclo.

Seja como for, a equipa da educação não tugir nem mugir quando aprovam medidas do seu pelouro à sua revelia, é, na minha modesta opinião, muito mau sinal, porque, lá está, quem decide das coisas da educação nunca são pessoas que estão por dentro dos problemas, seja teoricamente, enquanto pedagogos, seja porque têm experiência no campo. São economistas a mando do chefe do governo, são políticos raivosos que só pensam em vinganças, políticos que vivem naquele circuito entre S. Bento e as sedes dos partidos.

Não digo que é uma desilusão porque não tinha ilusões...

 

 

publicado às 20:05


2 comentários

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De cheia a 28.11.2015 às 22:02

O quero, posso e mando nunca dá bom resultado, e as vinganças muito menos. Passam o tempo a fazer e desfazer. Rectificar, melhorar, aperfeiçoar vale a pena. Mas, desperdiçar, mesmo que esteja bem feito, é de gente, que não merece representar Gente.

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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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