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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
O ex-gestor da CGD lamentou “casos do passado recente que nunca deveriam ter ocorrido”, sobretudo as constantes questões sobre a credibilidade dos bancos que podem criar uma percepção negativa.
O que nunca devia ter acontecido era os banqueiros e amigos ficarem com o dinheiro, seja em prémios de milhões seja em empréstimos de milhares de milhões.
Aqui há uns dias Fernando Ulrich dizia que foram os acionista que pagaram os prejuízos da banca e que em 16 anos, cinco dos maiores bancos portugueses - CGD, BCP, BES/Novo Banco, Banif e BPN - destruíram cerca de 35 mil milhões de euros em capital injetado pelos seus acionistas. ´Destruíram'? Ninguém queimou as notas... desapareceram para as contas dos que decidiam dos destinos dos dinheiros e dos seus amigos que beneficiaram de empréstimos escandalosos e, quem sabe, talvez muitos fraudulentos.
Se não querem a banca posta em causa não 'destruam' o dinheiro dos outros e, com isso, as possibilidades do país ter algum futuro.
Estas coisas também não ajudam à credibilidade da banca: CGD recusa entregar documentos ao Parlamento depois de tribunal o obrigar.
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