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Vamos lá ver, o governo resolveu dar um passe de 40 euros a toda a gente o que fez imediatamente subir a quantidade de pessoas que usam os transportes; no entanto, apesar de ter tomado essa decisão unilateralmente, não vai compensar a Fertagus pelo aumento repentino e exponencial de passageiros, nem a empresa pode subir preços dado que o preço do passe está fixado pelo governo; sendo assim, a empresa não vai investir em mais carruagens ou comboios para perder dinheiro e tira os bancos, ficando as pessoas com pior serviço.

 

Como os do governo, primos e amigos só andam de carro e com motorista estão-se nas tintas e dizem-no à boca cheia...

 

Havia alternativas? Havia. Criavam à mesma um passe único mas com escalões. Uns ficariam nos 40 euros, outros pagariam mais dependendo das posses e condições de cada um. Não faz sentido que uma pessoa sozinha e sem filhos pague o mesmo que uma familía com dois filhos, por exemplo, onde todos usam o comboio.

 

É como a questão dos livros escolares gratuitos. Há situações onde o que faz sentido é a equidade e não a igualdade aritmética. Pois é... só que quiseram ganhar popularidade... à custa dos outros. Os outros que paguem e resolvam os embróglios.

 

Menos bancos na Fertagus. "Porque não? As pessoas não andam de pé no autocarro?"

O secretário de Estado do Adjunto e da Mobilidade acredita que a alteração nas carruagens da Fertagus é um processo normal para responder à crescente procura, que excedeu as expectativas do Governo em Lisboa e no Porto. Há mais 167 mil passes.

 

publicado às 13:35


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