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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
Obama addressed about 2,000 young people at an art deco arts centre in central Brussels.
"We must never forget that we are heirs to a struggle for freedom," Obama said, adding that the Ukraine crisis has neither easy answers nor a military solution. "But at this moment, we must meet the challenge to our ideals, to our very international order, with strength and conviction."
Drawing on modern struggles, like gay rights, as well as the ethnic cleansing and world wars, Obama sought to draw a connection between the US experiment in democracy and the blood spilled by Europeans seeking to solidify their own right to self-determination.
"I come here today to say we must never take for granted the progress than has been won here in Europe and advanced around the world," Obama said.
Obama fez um discurso inspirado e inspirador. O indivíduo é um grande orador e deve ter sido um excelente professor.
Falou sobre a luta pelos direitos humanos e civis, a luta pela pela liberdade, defendeu que o mundo não é dos fortes mas que todos têm igual assento na reunião de nações, que não podemos descansar e esperar sempre que seja o outro a resistir e a lutar pela liberdade, que a aceitação da diversidade e da diferença fortalece a democracia, que os EUA estão decididos a trabalhar pela diplomacia, defendendo a força da autoridade contra a autoridade da força, defendeu o isolamento da rússia, a pressão através dos instrumentos económicos.
Enfim, muito inspirador... pena é que depois as forças de segurança americanas andem a espiar as conversas telefónicas, mensagens e PCs de tudo quanto é gente, privando essas pessoas da liberdade da privacidade, que não fechem aquele centro de tortura de Guantanamo e outras cenas do género, contrariando estas palavras inspiradas...
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