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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
E defende-se: “se se fica na vida política é porque se vive à conta do Estado, se se vai para a vida privada é porque se está a aproveitar a experiência adquirida na política”.
Esta não é uma empresa privada qualquer. É a empresa que congeminou a falcatrua das contas gregas para enganar a UE, é a empresa que usa prostitutas para atrair fundos soberanos que depois geram perdas de mil milhões, é a empresa que faz e desfaz governos, que vive do tráfico de influências que é uma coisa muito diferente de fazer lobbying. É a este cão perigoso sem açaime que o senhor vai entregar a sua lealdade. E não, isto não dignifica os portugueses. O que dignificaria os portugueses era o senhor e os outros portugueses que ocupam cargos de influência fazerem um trabalho positivo para a Europa e para o mundo e não para as suas vidinhas pessoais. Mas lá está... se fossem pessoas desse calibre nem eram abordados por certo tipo de cães, para usar as suas palavras.
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