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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
O 'smartphone' dele. Podermos escolher uma voz e uma personalidade que vá ao encontro dos nossos desejos/fantasias e ter um 'alter ego' a fazer-nos companhia enquanto trata de nos ler os mails, arrumar os ficheiros, escolher a música do 'mood' do dia, comprar bilhetes para uma viagem e marcar o hotel, enfim, fazer de secretário pessoal e de cúmplice? How cool is that?
De resto, o filme tem bons desempenhos porque tem bons actores e mostra que o ser humano é tão desesperado por amor, por algo que lhe anule a solidão que até um Sistema Operativo é capaz de amar.
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