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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
Esta entrevista -de 1964- é extraordinária. Embora ela negue ser uma filósofa, toda a entrevista é um exercício filosófico: a busca do pensamento que correctamente compreende a realidade acompanhado da palavra exacta que a mostra. Tudo com uma honestidade intelectual própria do verdadeiro filósofo, o que quer, acima de tudo, compreender, analisar os problemas até que tudo fique claro. Fascinante ver o pensamento na sua actividade de pensar. Ela fala da Alemanha nazi, da sua experiência pessoal e analisa o que era a realidade de então.
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