<?xml version='1.0' encoding='utf-8' ?>

<rss version='2.0' xmlns:lj='http://www.livejournal.org/rss/lj/1.0/'>
<channel>
  <title>IP</title>
  <link>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/</link>
  <description>IP - SAPO Blogs</description>
  <lastBuildDate>Sat, 05 Jan 2019 15:58:50 GMT</lastBuildDate>
  <generator>LiveJournal / SAPO Blogs</generator>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/perguntas-a-que-nenhum-governo-quer-5484602</guid>
  <pubDate>Sat, 05 Jan 2019 15:56:00 GMT</pubDate>
  <title>Perguntas a que nenhum governo quer responder</title>
  <author>beatriz j a</author>
  <link>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/perguntas-a-que-nenhum-governo-quer-5484602</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;Tweet-body e-entry-content&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;u-hiddenVisually js-inViewportScribingTarget&quot;&gt; &lt;/div&gt;
&lt;p class=&quot;Tweet-text e-entry-title&quot; dir=&quot;ltr&quot; lang=&quot;pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;«Entre 2007 e 2017 as ajudas públicas aos bancos totalizaram 24 mil milhões de euros. Sabendo que, em parte, este esforço se deveu a fraudes financeiras, como é que podemos aceitar a impunidade vigente? Porque é que ainda ninguém foi preso? Quando é que alguém é responsabilizado?»&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;Tweet-text e-entry-title&quot; dir=&quot;ltr&quot; lang=&quot;pt&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://twitter.com/santospereira_a&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt; Alvaro SantosPereira‏ @santospereira&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;Tweet-text e-entry-title&quot; dir=&quot;ltr&quot; lang=&quot;pt&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;</description>
  <comments>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/perguntas-a-que-nenhum-governo-quer-5484602</comments>
  <lj:replycount>13</lj:replycount>
  <category>perguntas</category>
  <category>bancos</category>
  <category>ocde</category>
  <category>corrupção</category>
  <category>fraudes financeiras</category>
  <category>governos</category>
  <category>alvaros santos pereira</category>
  <category>24 mil milhões</category>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/isto-e-so-rir-o-secretario-de-estado-5311533</guid>
  <pubDate>Sat, 15 Sep 2018 04:55:00 GMT</pubDate>
  <title>Isto é só rir... o secretário de Estado João Costa é director na OCDE? Ok... </title>
  <author>beatriz j a</author>
  <link>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/isto-e-so-rir-o-secretario-de-estado-5311533</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Secretário de Estado do organismo de onde se enviaram os dados para a OCDE... e estava tudo muito caladinho relativamente a este facto... e Costa veio à TV validar implicitamente as falsidades do relatório... este governo é o Socas, parte II, versão sonsa... como diz B. Sanders, &apos;&lt;em&gt;Demagogic authoritarians are on the rise&apos;.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;padding: 10px 10px;&quot; src=&quot;https://scontent.flis6-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/41741909_10156685274852351_4405408905388097536_n.jpg?_nc_cat=0&amp;amp;oh=6ff25b6019642620b5555391694ab3bd&amp;amp;oe=5C33A36B&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;554&quot; height=&quot;768&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
  <comments>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/isto-e-so-rir-o-secretario-de-estado-5311533</comments>
  <lj:replycount>0</lj:replycount>
  <category>sonsa</category>
  <category>tudo uma vergonha</category>
  <category>demagogo</category>
  <category>ocde</category>
  <category>autoritário</category>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/ocde-sobre-os-exames-do-4o-e-6o-ano-2944049</guid>
  <pubDate>Sat, 24 May 2014 17:39:24 GMT</pubDate>
  <title>OCDE sobre os exames do 4º e 6º ano</title>
  <author>beatriz j a</author>
  <link>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/ocde-sobre-os-exames-do-4o-e-6o-ano-2944049</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large; color: #800000;&quot;&gt;Os exames de 4.º e 6.º ano em Portugal podem ter sido introduzidos demasiado cedo no percurso escolar dos alunos, tendo «potencial penalizante» para agravar o risco de reprovação e de exclusão social, alertou um analista português da OCDE.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small; color: #000080;&quot;&gt;«O que mostra a investigação a nível de educação é que o fator mais importante é a envolvente socioeconómica do aluno: se tem um quarto para estudar, se tem pais que o empurram para estudar, tudo isso vai aparecer na nota do aluno. Se o exame é penalizante, no sentido que conta para a potencial reprovação, a proporção dos que vão reprovar é bastante mais significativa, e o que isso quer dizer é que o exame pode eventualmente ter uma função de exclusão social», afirmou o analista da OCDE.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small; color: #000080;&quot;&gt;Paulo Santiago referiu que em Portugal há uma tendência para equiparar as notas dos exames aos resultados das aprendizagens e que em muitos países apenas se introduzem notas quantitativas no percurso escolar dos alunos a partir dos 13, 14 anos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small; color: #000080;&quot;&gt;«[Até essas idades] o que é preciso é fazer um diagnóstico sobre a progressão do aluno e refletir sobre os conselhos que se podem dar para que possa melhorar a sua aprendizagem», disse.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small; color: #000080;&quot;&gt;Paulo Santiago deixou ainda alertas sobre as escolhas precoces de uma via profissionalizante, sublinhado também o «potencial de penalização» para a carreira e o futuro dos jovens que escolhem este caminho demasiado cedo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small; color: #000080;&quot;&gt;Por uma questão de maturidade dos alunos, a OCDE entende que essa escolhe nunca deve ser feita antes dos 14, 15 anos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small; color: #000080;&quot;&gt;«O que analisamos em muitos outros países é que quando essa escolha é feita de uma maneira muito precoce, aos 10, 11, 12 anos, que pode ter implicações em termos da carreira futura e das oportunidades laborais. Os alunos ainda não estão suficientemente maduros. O que notamos na análise nos outros países é que há uma proporção maior de alunos nessas vias profissionalizantes que vêm de famílias mais desfavorecidas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small; color: #000080;&quot;&gt;Paulo Santiago disse ainda que considera «surpreendente que não haja mais políticas de ação para desenvolver as competências e aprendizagens dos alunos».&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É evidente que, para se fazer um diagnóstico sério sobre cada aluno e reflectir sobre modos de melhorar aprendizagens os professores não podem ter 4, 5, 6, 7 ou mais turmas com 30 (ou mais) alunos cada...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
  <comments>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/ocde-sobre-os-exames-do-4o-e-6o-ano-2944049</comments>
  <lj:replycount>2</lj:replycount>
  <category>ocde</category>
  <category>exames</category>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/1586228.html</guid>
  <pubDate>Tue, 22 May 2012 12:40:26 GMT</pubDate>
  <title>Do relatório da OCDE</title>
  <author>beatriz j a</author>
  <link>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/1586228.html</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os ricos cada vez mais ricos, os pobres cada vez mais pobres, os jovens sem emprego...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Relatório &lt;em&gt;&lt;a href=&quot;http://www.oecdbetterlifeindex.org/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Your Better Life Index&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;Money, while it cannot buy happiness, is an important means to achieving higher living standards. In Portugal, t&lt;strong&gt;he average person earns 18 689 USD a year&lt;/strong&gt;, less than the OECD average of 22 387 USD a year. But there is a considerable gap between the richest and poorest – &lt;strong&gt;the top 20% of the population earn six times as much as the bottom 20%&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;In Portugal, &lt;strong&gt;the income of the top 20% of the population is 40 175 USD a year, whereas the bottom 20% live on 6 632 USD a year&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;Os jovens portugueses, entre os 15 e 25 anos que “estão a enfrentar dificuldades, com uma taxa de desemprego de 22,3 % comparada com a média da OCDE de 16,7%”. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;Neste capítulo refere-se ainda que 5,6% da população está desempregada há um ano ou mais ainda, sublinhando-se que este valor é bastante mais elevado do que a média da OCDE que se fica pelos 3%. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Pouca divisão de tarefas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;No indicador que diz respeito ao “equilíbrio entre a vida familiar e profissional”, o relatório nota que Portugal, quando comparado com os outros países, apresenta uma das maiores diferenças entre homens e mulheres na divisão de tarefas domésticas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;“Os homens em Portugal dedicam 96 minutos por dia para cozinhar, limpar ou cuidar de crianças, menos do que a média da OCDE de 131 minutos, e menos de um terço do que as mulheres portuguesas que passam 328 minutos por dia em trabalhos domésticos”, refere o índice. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;No capítulo dos rendimentos, o relatório faz apenas um ajuste no valor médio anual por agregado familiar (passando os anteriores 18.540 dólares americanos para 18.689, ou seja, de 14.507 para 14.625) mas sublinha o facto de termos 20% da população rica a ganhar seis vezes mais do que os 20% mais pobres. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;Um dos pontos fracos de Portugal evidenciado no anterior relatório é a baixa percentagem (30%) de pessoas entre os 25 e 64 anos que têm o ensino secundário completo e que fica muito aquém da média de 74% registada nos outros países. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;Porém, ao contrário dos outros países, temos mais mulheres do que homens com este nível de ensino.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
  <comments>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/1586228.html</comments>
  <lj:replycount>0</lj:replycount>
  <category>ocde</category>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/400496.html</guid>
  <pubDate>Mon, 31 May 2010 12:22:35 GMT</pubDate>
  <title>na educação estamos como em 1960</title>
  <author>beatriz j a</author>
  <link>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/400496.html</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Escolaridade média dos portugueses é a segunda pior da OCDE &lt;span style=&quot;color: #ff0000;&quot;&gt;P&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estamos como em 1960... Só para quem não anda nas escolas a trabalhar é que esta notícia surpreende. Se as pessoas que governam a pasta da educação de há uma dúzia de anos para cá tivessem algum conhecimento acerca de educação e da realidade das escolas (e se fossem pessoas sérias - e isto é muito importante, porque na educação nada se faz sem seriedade) talvez não estivéssemos tão mal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem trabalha nas escolas, e basta andar aí pelos blogues de professores (falo dos que efectivamente dão aulas) concerteza nota que as opiniões são quase unanimes sobre assuntos chave da educação. E em geral os professores que escrevem blogues são, notoriamente, pessoas sérias, com graus académicos verdadeiros, pessoas cultas, actualizadas, activas, preocupadas e interessadas nos seus alunos e escolas. Por contraste, os que nos governam são, não raras vezes, o oposto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda esta semana que passou li num jornal que tinham andado a perguntar a ex-ministros (acho piada que ex-ministros que ajudaram a pôr o país neste estado passados 5 anos passem à categoria de &apos;sábios&apos; - ainda havemos de ver o Sócrates fazer parte duma comissão qualquer de &apos;sábios&apos;) quem eram os grandes ministros desta República, ao que pelo menos dois citaram o nome da ex-ministra da educação, a Lurdes Rodrigues, que foi uma ministra que destruiu tudo em que mexeu. Ora, é esta gente que continua a decidir, de modo que &apos;&lt;em&gt;Alea Jacta Est&lt;/em&gt;&apos; em direcção ao abismo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
  <comments>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/400496.html</comments>
  <lj:replycount>0</lj:replycount>
  <category>ocde</category>
  <category>ignorantes</category>
  <category>governates</category>
  <category>educação</category>
</item>
</channel>
</rss>
