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  <title>IP</title>
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  <pubDate>Sat, 31 Aug 2019 11:27:00 GMT</pubDate>
  <title>O que será dos jovens se vier aí outra crise?</title>
  <author>beatriz j a</author>
  <link>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/o-que-sera-dos-jovens-se-vier-ai-outra-5828809</link>
  <description>&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;Se vem aí outra crise, o que vai acontecer a estes jovens, vítimas inocentes da última crise, precários, desprezados pelos governos, cheios de dívidas, a viver em casa dos pais sem poder construir uma vida e uma família independentes por causa do egoísmo e irresponsabilidade de governos, banqueiros e empresas canibais?&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;width: 590px; padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;IMG_3243.jpeg&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/Ba1180224/21543859_lpI4J.jpeg&quot; alt=&quot;IMG_3243.jpeg&quot; width=&quot;590&quot; height=&quot;442&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>jovens</category>
  <category>crises económicas</category>
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  <pubDate>Fri, 05 Oct 2018 07:14:00 GMT</pubDate>
  <title>Enquanto os nossos políticos olhavam para o umbigo</title>
  <author>beatriz j a</author>
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  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;... e não faziam um átomo para contrariar a hostilidade que o governo tem às políticas de natalidade e o hábito de destruir serviços públicos de suporte e dificultar a vida aos jovens há países que não andam distraídos com este assunto e todos os anos recrutam em Portugal e outros países do Sul, convenientemente em permanente austeridade, centenas de jovens em idade fértil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este artigo do embaixador da Alemanha em Portugal que &apos;apareceu&apos; por convite(?) no DN só engana quem anda muito distraído...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h1 class=&quot;t-af1-head-title&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #800000; font-size: 18pt; font-family: &amp;#39;book antiqua&amp;#39;, palatino;&quot;&gt;&lt;a style=&quot;color: #800000;&quot; href=&quot;https://www.dn.pt/opiniao/opiniao-dn/convidados/interior/aprender-juntos-crescer-juntos---a-alemanha-investe-em-escolas-parceiras--9942994.html&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Aprender juntos, crescer juntos - a Alemanha investe em escolas parceiras&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;O aumento das verbas para a política cultural e educativa externa, o aumento de programas de intercâmbio internacionais, o alargamento da rede de escolas alemãs no estrangeiro e mais apoio às organizações intermediárias: felizmente, todas estas questões estão previstas no acordo de coligação do atual Governo Federal. Todos estes projetos e iniciativas aproximam os jovens, e além de abrirem as portas da Alemanha a pessoas inteligentes, incentivam também o intercâmbio internacional da cultura, da sociedade civil e da economia - com benefícios mútuos. Também em relação a Portugal é desta forma que reforçamos, de forma duradoura, o fundamento sólido das relações entre ambos os nossos países.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>alemanha</category>
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  <pubDate>Mon, 04 Jul 2016 19:00:00 GMT</pubDate>
  <title>Pois... o desemprego aqui baixa e isso é mau para o Norte</title>
  <author>beatriz j a</author>
  <link>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/pois-o-desemprego-aqui-baixa-e-isso-4219781</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h1 id=&quot;page-title&quot; class=&quot;title&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #800000; font-size: 18pt; font-family: &amp;#39;book antiqua&amp;#39;, palatino;&quot;&gt;&lt;a style=&quot;color: #800000;&quot; href=&quot;http://www.esquerda.net/artigo/schauble-jovens-desempregados-do-sul-deviam-vir-para-alemanha/43543&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Schäuble: jovens desempregados do Sul deviam vir para a Alemanha &lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;/h1&gt;
&lt;div class=&quot;region region-content&quot;&gt;
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&lt;div class=&quot;content&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;ds-1col node node-article node-promoted node-full view-mode-full clearfix&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;field field-name-field-deck&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;Em entrevista televisiva este domingo, o ministro das Finanças defende que os jovens desempregados do Sul da Europa deviam aceitar os contratos de formação em empresas alemãs, que oferecem os salários mais baixos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; Ainda para mais com a saída da Inglaterra da União é agora a oportunidade de captar os milhares de enfermeiros, médicos e engenheiros que para lá iam e agora pensarão duas vezes e, podendo, captam logo os jovens enquanto formandos para nunca mais voltarem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Toda a gente sabe que os países da Europa precisam desesperadamente de jovens e toda a gente sabe que preferem os jovens do Sul, da Europa cristã, que os muçulmanos ou os africanos. Sobretudo porque vão para lá a ganhar miseravelmente: mão de obra barata.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora já o dizem em voz alta e à descarada! Há muito que sabemos que há interesse, no Norte, em manter-nos sempre em crise para captarem os jovens desempregados e para nos venderem os produtos. O interesse da Alemanha não é uma Europa forte, é uma Europa fraca com uma Alemanha forte. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se nós não formos capazes de captar outros países para estarem do nosso lado, do lado da construção de uma Europa solidária agora, neste momento, isto depois não tem volta atrás a bem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ministro alemão já fez saber que se a Comissão se puser a querer democratizar a Europa em vez de pôr mão de ferro e mostrar quem manda ele passa por cima da Comissão e toma as decisões sózinho mais o Holandês que cometeu fraude no currículo e outros parecidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>alemanha</category>
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  <pubDate>Wed, 29 Jun 2016 20:18:00 GMT</pubDate>
  <title>Ser jovem e viver em Lisboa</title>
  <author>beatriz j a</author>
  <link>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/viver-em-lisboa-4210086</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h1 class=&quot;field-name-title&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #800000; font-size: 18pt; font-family: &amp;#39;book antiqua&amp;#39;, palatino;&quot;&gt;&lt;a style=&quot;color: #800000;&quot; href=&quot;https://www.idealista.pt/news/imobiliario/habitacao/2016/04/06/30318-queres-viver-em-lisboa-camara-vai-colocar-no-mercado-ate-sete-mil-casas-com-rendas&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Queres viver em Lisboa? Câmara vai colocar no mercado até sete mil casas com rendas entre 250 e 450 euros&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta medida só peca por tardia. Tenho muitos ex-alunos que estão em residências onde vivem 6, 8 ou 10 só com uma casa de banho e sem sala, os quartos minúsculos e sem janelas -deviam ser antigas despensas para onde atiraram uma cama- a pagar mais de 350 euros num país onde o ordenado mínimo é o que é. Assim, como podem os jovens ficar aqui no país, produzir aqui em vez de irem pagar impostos para outros países?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>casas em lisboa</category>
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  <pubDate>Thu, 23 Jul 2015 08:32:00 GMT</pubDate>
  <title>Ainda perguntam porque é que há interesse em manter-nos escravos da dívida??</title>
  <author>beatriz j a</author>
  <link>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/ainda-perguntam-porque-e-que-ha-3637773</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;&lt;span style=&quot;color: #800000; font-size: 18pt; font-family: &amp;#39;book antiqua&amp;#39;, palatino;&quot;&gt;&lt;a style=&quot;color: #800000;&quot; href=&quot;http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=4694641&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;span id=&quot;NewsTitle&quot;&gt;Alemanha já vem buscar médicos à saída das universidades&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;A Alemanha lida há vários anos com uma forte carência de profissionais e tem-se desdobrado em esforços para captar recursos qualificados. Mas houve algo que mudou entretanto, conta ao DN fonte ligada ao setor do recrutamento. &quot;As unidades são mais seletivas. Procuram mais profissionais que tenham formação, cultura e língua semelhantes. Por isso têm apostado mais em Portugal, Itália ou Espanha em detrimento dos países de Leste ou árabes.&quot;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Daqui a uns anos, quando precisarmos de ir ao médico, vamos até à Alemanha. Quem diz um médico diz um engenheiro, um enfermeiro, etc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Que futuro tem um país sem os seus jovens qualificados, com uma divída com que nunca poderemos saldar, juros de usuário, não de parceiros, com uma situação tão dramática que a sua sobrevivência depende de estarem todos caladinhos e quietinhos virados para o mesmo lado, género, &lt;em&gt;play dead,&lt;/em&gt; para não sobressaltar as hienas [credores] e serem comidos vivos, como disse o Presidente: queremos um governo maioritário na AR para que não haja oposição possível, que ninguém levante ondas [para se poder cortar ainda mais na função pública, nas pensões, mandar mais jovens para Inglaterra e Alemanha, dar mais dinheiro aos bancos, bombardear de vez o SNS, fechar as portas da escola pública, nomear incompetentes sem ter que aturar portugueses queixinhas, etc.] porque se alguém espirra em sentido contrário em Portugal, sobe logo a dívida, os mercados queixam-se, a Alemanha puxa-nos as orelhas, os credores baixam-nos a nota... enfim, estamos na situação do Sísifo... cujo esforço era tremendo e...  inútil... sem esperança, como se sabe...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>licenciados</category>
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  <pubDate>Tue, 18 Nov 2014 18:19:00 GMT</pubDate>
  <title>O que tem Lousada de diferente?</title>
  <author>beatriz j a</author>
  <link>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/o-que-tem-lousada-de-diferente-3239294</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; font-family: andale mono,times;&quot;&gt;Autarcas -não idiotas- com sentido de serviço público que não se deixam deslumbrar e comprar... oh yeah... e&lt;em&gt; isso&lt;/em&gt;, é o mais difícil de encontrar...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; font-family: andale mono,times; color: #ffffff;&quot;&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h1 class=&quot;entry-title&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 18pt; color: #800000;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/sociedade/noticia/sair-de-lousada-seria-como-trocar-um-ferrari-por-um-ford-1676517?page=2#/follow&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;“Sair de Lousada seria como trocar um Ferrari por um Ford”&lt;/a&gt; &lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; color: #000080;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: andale mono,times;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Lousada é no mapa português o concelho com mais jovens. São 32,5% dos cerca de 47 mil habitantes. O segredo? A qualidade de vida, a recusa da especulação imobiliária e os incentivos fiscais às empresas que garantem o emprego.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; color: #000080; font-family: andale mono,times;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 1.6em;&quot;&gt;Ao nível da água e do saneamento, &lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;font-size: 16px; line-height: 1.6em;&quot;&gt;idem aspas&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 1.6em;&quot;&gt;. “Nunca abdicámos destes serviços. Era tentador. Chegaram a oferecer-nos 25 milhões de euros para entregarmos a água e o saneamento a privados e metade era pago à cabeça, o que daria para liquidarmos toda a nossa dívida e para fazer grandes obras e grandes festas. Nunca cedemos. E foi isso que nos permitiu congelar as tarifas durante três anos consecutivos”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>lousada</category>
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  <pubDate>Tue, 02 Sep 2014 12:46:22 GMT</pubDate>
  <title>Números dramáticos</title>
  <author>beatriz j a</author>
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  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class=&quot;crete36&quot; style=&quot;font-size: large; color: #800000;&quot;&gt;Um terço dos jovens portugueses é pobre&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;crete36&quot; style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;Os dados do Eurostat, citados pelo Jornal de Notícias, revelam um aumento de 22% para 30% do risco de pobreza na população entre os 20 e os 24 anos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;A tendência acompanha a média da União Europeia, onde a taxa de risco de pobreza entre os jovens atinge os 31,3%.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;O diário conta ainda que, em Portugal, 31,3% dos jovens entre os 15 e os 24 anos, que não estão a estudar, estão desempregados. Neste indicador, a média europeia fixa-se nos 20,4%.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 23 Jun 2014 16:35:51 GMT</pubDate>
  <title>Porque é que os jovens europeus estão a abandonar os valores europeus e a entregar-se a grupos violentos</title>
  <author>beatriz j a</author>
  <link>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/porque-e-que-os-jovens-europeus-estao-a-2999057</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Porque a própria Europa se abandou a si mesma e aos seus valores e está dominada por grupos violentos. Grupos e &apos;lobbies&apos; da banca, dos negócios e das finanças ligados às drogas, às armas e outros negócios violentos que exercem pressão sobre os políticos que por sua vez voltaram as costas ao povo para assegurarem que têm lugar à mesa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os valores da Europa que vinham sendo construídos desde o Iluminismo, eram, após a Segunda Guerra e, em parte por causa dela, o diálogo, a liberdade, a tolerância e o respeito pelas opções de vida pessoais de cada e a coisa pública: a educação pública, a saúde pública, o acesso à justiça para todos, a segurança social, o direito ao descanso depois de uma vida de trabalho, a repartição justa da riqueza, a igualdade de oportunidades,  e outros serviços públicos promovidos segundo o princípio, não da acumulação do lucro a qualquer custo -ideia importada do Novo Mundo- mas da construção de uma sociedade mais justa e mais democrática, menos violenta, mais inclusiva, mais solidária.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ora os jovens vêem-se hoje em dia a viver dentro duma sociedade sofisticada de tecnologia, bens e serviços, que os bombardeia até à exaustão com publicidade e aliciamento de ideias que fazem equivaler o sentido da vida ao sucesso e, este, ao dinheiro mas, à qual [sociedade de bens e serviços] não têm acesso, nem agora, nem nunca. E eles sabem disso...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ninguém quer saber deles para nada. Nascem do lado errado da vida e estão tramados. É por isso que fogem daqui: porque os expulsaram e lhes disseram claramente que não há lugar para eles nesta Europa do lucro a qualquer custo. Esta não é a Europa dos valores que outros, no mundo, admiravam há décadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Perdeu-se a oportunidade de desenvolver e exportar um exemplo de modo de vida que não sacrifica as pessoas ao dinheiro. Em vez disso especializou-se em tornar a vida impossível para a geração mais jovem. E eles vão procurar um sentido de vida em lugares onde os aceitam, mesmo sem dinheiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>radicais</category>
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  <pubDate>Tue, 21 Jan 2014 05:29:54 GMT</pubDate>
  <title>🐸 A UE agora é isto...</title>
  <author>beatriz j a</author>
  <link>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/a-ue-agora-e-isto-2720274</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Discussões entre a Alemanha e a França sobre quem é que manda mais, quem é mais imperialista, quem rouba mais a quem, etc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entretanto, nós aqui, no rectângulo, todos os dias lemos no FT e em outros jornais estrangeiros o gáudio da Alemanha por conseguir roubar os jovens e o seu futuro ao nosso país (e a outros nas nossas condições) mas isso não nos faz mudar um átomo nas políticas de protecção aos ricos e marimbanismo para os jovens... estava aqui a pensar, quantos amigos mais novos e ex-alunos estão lá fora a trabalhar: quase todos! Entre a Inglaterra, a Holanda e a França, quase nenhum está em Portugal, uns por não terem mesmo oportunidade de trabalho aqui, apesar de terem feito percursos académicos brilhantes -os de Humanidades- outros porque o que lhes pagam aqui não chega para ter uma vida minimamente independente, quanto mais para construir um futuro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro dia alguém me dizia, a propósito da filha ter ido trabalhar para a Alemanha, que um jovem para arranjar emprego cá tem que ir trabalhar lá fora, pelo menos uns cinco ou seis anos e, se não o faz, o seu currículo não tem prestígio... como se Portugal fosse um sítio de terceira categoria onde só fica quem não consegue ir para a Alemanha, França ou Inglaterra... esta mentalidade de deslumbrados com os outros e cegos para as suas potencialidades irrita-me... ...é que não só estamos a perder os jovens por falta de interesse dos políticos, marimbanistas medíocres que temos, como já conseguiram convencer as pessoas que isso é que é bom...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;A partir de Abril, o Reino Unido vai recusar o subsídio de renda aos cidadãos da União Europeia que estejam desempregados. É a mais recente peça do puzzle de decretos com que o Governo de &lt;strong&gt;David Cameron quer combater os abusos de quem chega ao país “esperando receber alguma coisa sem dar nada em troca”,&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;por muitos estudos que se publiquem dizendo que os imigrantes europeus contribuem mais do que recebem da segurança social.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;O anúncio foi feito de novo através dos jornais, num texto publicado no &lt;em&gt;Daily Mail&lt;/em&gt; pelos ministros do Interior, Theresa May, e dos Assuntos Sociais, Ian Duncan Smith. “Queremos garantir que os imigrantes não obtêm benefícios indevidos do nosso sistema, esperando ter direito a subsídios mal chegam”, escrevem, num artigo intitulado &lt;em&gt;A vergonhosa traição&lt;/em&gt;, em que &lt;strong&gt;acusam o anterior Governo trabalhista de ter incentivado a vinda de estrangeiros em detrimento da contratação de britânicos.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem não está de acordo com a proibição de livre circulação é a Alemanha que&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;&lt;em&gt; beneficiou tremendamente” com a liberdade que leva milhares de jovens dos países do Sul da Europa a ir trabalhar para o país e “quem questiona [essa liberdade] prejudica a Europa e prejudica a Alemanha.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 10 Dec 2013 18:37:22 GMT</pubDate>
  <title>Isto é verdadeiramente dramático</title>
  <author>beatriz j a</author>
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  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080; font-size: medium;&quot;&gt;Mais de metade dos jovens portugueses admitem emigrar &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;A segurança no trabalho (62%) é a principal condição que esperam encontrar no país de destino, seguida da estabilidade política (37%).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;A baixa taxa de criminalidade é um ponto que também têm em consideração (35%), assim como os regimes de poupança e pensões estáveis (ambos com 20%) — pelo que Alemanha, Áustria e Suíça são o destino apontado como número um por 50% dos jovens que disseram querer deixar Portugal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;Mas olhando para outras faixas etárias, o valor também é elevado. Por exemplo, 50% dos inquiridos entre os 25 e os 34 anos também responderam que ponderam emigrar ou que já o fizeram (representando os que já saíram quase 5,5%). E mesmo entre os 35 e os 44 anos, a taxa ainda se aproxima dos 50%.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/portugal/jornal/numero-de-emigrantes-em-2012-foi-superior-ao-total-de-nascimentos-27323906&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;...a população portuguesa voltou a diminuir&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, segundo as &lt;em&gt;Estatísticas Demográficas de 2012&lt;/em&gt; publicadas pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) no final de Outubro. Se, por um lado, houve menos de 90 mil nascimentos, por outro, cerca de 121 mil pessoas saíram de Portugal de forma temporária ou permanente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Alemanha força-nos a uma crise que destrói os regimes de poupança e a segurança no emprego enquanto fortalece os seus regimes internos para atrair os jovens que outros países formaram, mas que lhe fazem falta, pois todos os países da UE estão em crise demográfica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda este sábado, num jantar de aniversário, discuti com um amigo que acha muito bem que os jovens emigrem e que não vê mal nenhum nisso e até diz que em Portugal sempre se emigrou... pois é verdade que sempre se emigrou, o que significa que não saímos desta roda de pobreza mas, quem dantes emigrava eram os pedreiros, por assim dizer, não os licenciados, os mestres e os doutores, aos milhares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma geração de jovens que podia, quem sabe, refrescar as hostes políticas com ideias e práticas diferentes para melhor, contribuir para acabar com esses ciclos de emigração por pobreza endémica. Mas não, pois estão todos lá fora a trabalhar para aumentar a riqueza de outros países à nossa custa em virtude de aqui dentro ninguém querer saber deles e até os mandarem emigrar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Porquê e como é que as pessoas encaram estas coisas com bonomia? Não têm problemas económicos e têm uma visão individualista da vida económica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 30 Jun 2013 17:06:52 GMT</pubDate>
  <title>Deixa ver se percebo...</title>
  <author>beatriz j a</author>
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  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os alemães e os ingleses importam os nossos jovens adultos qualificados e em idade fértil e exportam os seus idosos para aqui para o rectângulo? Sim, senhor! Havemos de ter grande futuro!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium; color: #000080;&quot;&gt;Fuga de cérebros&quot; leva a perda de qualificações e de investimento nos alunos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080; font-size: small;&quot;&gt;A &quot;fuga de cérebros&quot; está a conduzir à saída de Portugal de milhares de jovens qualificados, fenómeno nem sempre causado pela crise económica, mas que a acentua, com a perda de um investimento público superior a 46 mil euros por aluno.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080; font-size: small;&quot;&gt;“O Estado não valoriza o capital humano, apenas se preocupa com o capital financeiro”, disse à Lusa Armando Pires, professor na Norwegian School of Economics, onde vive há seis anos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080; font-size: small;&quot;&gt;Pires considera que a visão “neoliberal” do governo português baseia-se no pensamento &quot;errado&quot; de que se a gente “vai embora, desce o desemprego e a economia cresce&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080; font-size: small;&quot;&gt;Já os países que acolhem os estudantes portugueses, apesar de não terem investido na sua educação, beneficiam dos seus conhecimentos e, se os jovens não regressarem, Portugal não ganha a experiência que eles adquiriram fora.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080; font-size: small;&quot;&gt;A fuga de cérebros constitui um fenómeno que se está a reproduzir num país onde a taxa de emigração qualificada é de 20%, segundo dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico, a maior da União Europeia, e o desemprego jovem já atinge 42,5%, segundo os últimos dados do Eurostat.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080; font-size: small;&quot;&gt;&quot;Nos países com uma taxa de emigração qualificada igual ou superior a 20% do total de licenciados, os custos da fuga de cérebros superam os benefícios”, indica Pires.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 09 Mar 2013 19:25:36 GMT</pubDate>
  <title>Jovens e precariedade</title>
  <author>beatriz j a</author>
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  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/KXgTLhTwX3E&quot; width=&quot;520&quot; height=&quot;293&quot; frameborder=&quot;0&quot; loading=&quot;lazy&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
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  <pubDate>Fri, 17 Dec 2010 13:24:36 GMT</pubDate>
  <title>é o teu sistema de ensino, estúpida!</title>
  <author>beatriz j a</author>
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  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div id=&quot;blc-artigo-tit-n1&quot;&gt;
&lt;h2&gt;&lt;span id=&quot;NewsTitle&quot; style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;314 mil jovens não trabalham nem estudam&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class=&quot;cx-opcoes-horiz-normal&quot;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;artigo-autor&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;dt &quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;visibility: hidden;&quot;&gt;&lt;img class=&quot;margem-icn&quot; src=&quot;http://dn.sapo.pt/Common/Images/img_pt/icn_comentario.gif&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&amp;lt;input ... &amp;gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span id=&quot;NewsSummaryContent&quot; style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;
&lt;p id=&quot;NewsSummary&quot; class=&quot;artigo-intro&quot;&gt;O Instituto Nacional de Estatística diz que este número tem vindo a aumentar e que atinge o maior pico nos meses de Verão.&lt;/p&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blc-artigo-txt-n1&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;Article&quot;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;De  acordo com dados fornecidos pelo Instituto Nacional de Estatística à  TSF, cerca de 314 mil jovens, entre os 15 e os 30 anos, não trabalham e  não estudam. O INE informa ainda que esta fatia da população tem vindo a  crescer nos últimos anos, tendo atingido no terceiro trimestre deste  ano o valor mais alto dos últimos anos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;A estatística mostra que  estes números aumentam consideravelemnte nos meses de Verão. Entre Julho  e Setembro, nos últimos três anos, o INE contabilizou cerca de 280 mil  jovens sem trabalho e sem estudar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Contactada pela TSF, Maria de  Lurdes Rodrigues, antiga ministra da Educação, admitiu que esta  estatística revela falhas na capacidade de atracção do sistema de ensino  e falta de capacidade do mercado de trabalho para receber jovens.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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</item>
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  <pubDate>Wed, 02 Sep 2009 10:59:29 GMT</pubDate>
  <title>Somos os melhores a ser piores...</title>
  <author>beatriz j a</author>
  <link>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/126392.html</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;DN&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div id=&quot;blc-artigo-tit-n0&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;blc-artigo-tit-n1&quot;&gt;
&lt;h5&gt;OCDE&lt;/h5&gt;
&lt;h2&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 128);&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;NewsTitle&quot;&gt;Portugal dá menos aos mais novos que maioria na OCDE&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class=&quot;cx-opcoes-horiz-normal&quot;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 128);&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;artigo-autor&quot;&gt;por  PEDRO SOUSA TAVARES&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;dt&quot;&gt;Hoje&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;visibility: hidden;&quot; name=&quot;comments-wrapper&quot;&gt;&lt;img class=&quot;margem-icn&quot; src=&quot;http://dn.sapo.pt/Common/Images/img_pt/icn_comentario.gif&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;visibility: hidden;&quot; name=&quot;comments-wrapper&quot;&gt;&amp;lt;input ... &amp;gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p id=&quot;NewsSummary&quot; class=&quot;artigo-intro&quot;&gt;&lt;i&gt;Relatório coloca Portugal entre  os países desenvolvidos que menos  investem nas crianças dos zero aos cinco anos. E, regra geral, os menores de 18 anos têm uma qualidade de vida abaixo da média da OCDE, devido a factores como a pobreza e os fracos níveis de ensino&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blc-artigo-txt-n1&quot;&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;Portugal é um dos países da OCDE que menos investimentos públicos canalizam para as crianças até aos cinco anos.O dado consta de um relatório - Childhood Decides -, divulgado por esta organização, do qual &lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;se conclui que, regra geral, a qualidade de vida dos menores no nosso País está muito abaixo da média do mundo desenvolvido. &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;No total de seis itens comparados, referentes a três grandes áreas - Padrões de Vida, Educação e Protecção (ver página 3)-, a situação das crianças portuguesas só é claramente positiva ao nível dos comportamentos de risco. Baixas taxas de consumo de álcool e de tabaco entre os menores contribuem para um sexto lugar entre 30 países.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;Mas em todas as restantes categorias, Portugal surge abaixo de metade da tabela. No &quot;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;bem-estar material&quot; é 25.º, ao nível do &quot;bem-estar educacional&quot;, 26º, e em termos de &quot;qualidade de vida na escola&quot; surge em 21.º lugar.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;A justificar estes baixos desempenhos estão índices como os 16,6% de crianças a viver em agregados familiares pobres. Um valor que, mesmo calculado tendo em conta os rendimentos médios de cada país, só permite a Portugal superar a Espanha, os Estados Unidos, a Polónia, o México e a Turquia. &lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Os crónicos maus resultados dos alunos portugueses nas comparações internacionais são outro contributo negativo.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(128, 0, 0);&quot;&gt;Bem podem a ministra da Educação e Valter Lemos mais o primeiro ministro falar de incentivos, de sucesso escolar, de apostas no ensino básico, etc., que quando se vai aos dados objectivos vê-se a realidade: o fim do insucesso escolar é uma mentira demagógica, o fim das más condições nas escolas é uma mentira demagógica, o investimento na geração mais nova é uma mentira demagógica. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(128, 0, 0);&quot;&gt;Para que serviram tantos Magalhães? Para esconder a falta de investimento e de seriedade na educação.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(128, 0, 0);&quot;&gt;O dinheiro era preciso para o ensino privado, onde as famílias são, por regra muito mais necessitadas...dizia o primeiro ministro ontem na RTP para olharmos o que ele fez - está bem à vista, é difícil não ver quem são os seus amigos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 25 Apr 2009 14:21:09 GMT</pubDate>
  <title>repelentes de &apos;teenagers&apos;</title>
  <author>beatriz j a</author>
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  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em Roterdão a nova moda são os &apos;repelentes de &lt;i&gt;teenagers&lt;/i&gt;&apos;, uma espécie de repelente de mosquitos que emite um som numa frequência que, geralmente, só é ouvida por pessoas com menos de 25 anos. A ideia é desmobilizar grupos de jovens barulhentos e desordeiros de frequentarem determinados locais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Parece que resulta mesmo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pessoalmente não me parece a melhor maneira de resolver o problema. O que acho graça é que, por um lado (para ganhar dinheiro) se idolatrem os comportamentos anti-sociais dos jovens, em filmes, publicidade, jogos, programas pseudo-musicais, na desculpabilização dos comportamentos delinquentes, e até na moda que reflecte essa atitude que ultrapassa em muito a irreverência para se incluir já na categoria de provocação gratuita e ofensiva-agressiva, e por outro lado, quando eles começam a mostrar esses mesmos comportamentos incentivados se inventem repelentes de jovens.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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