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  <title>IP</title>
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  <pubDate>Wed, 06 Mar 2019 11:40:00 GMT</pubDate>
  <title>Enquanto não levarem a educação a sério todas as palavras acerca de melhorá-la são &apos;contos de fadas&apos;</title>
  <author>beatriz j a</author>
  <link>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/enquanto-nao-levarem-a-educacao-a-serio-5582402</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #800000; font-size: 18pt; font-family: &amp;#39;book antiqua&amp;#39;, palatino, serif;&quot;&gt;&lt;a style=&quot;color: #800000;&quot; href=&quot;https://observador.pt/especiais/entrevista-a-tim-oates-a-primeira-ideia-errada-e-dizer-que-hoje-a-finlandia-esta-a-fazer-o-que-e-certo-na-educacao/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Tim Oates acerca do &apos;conto de fadas finlandês&apos;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tim Oates diz várias vezes que é preciso cuidado com aquilo a que damos crédito sem reflexão. Isso aplica-se a ele próprio. Ele é professor em Cambridge, &quot;num departamento onde não se ensina: o Cambridge Assessment é &lt;strong&gt;a maior agência dedicada à pesquisa sobre avaliação na Europa&lt;/strong&gt;.&quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante os anos Thatcher houve grandes cortes nas Universidades e os administradores resolveram cortar nos cursos e matérias e surgiu a ideia de fazerem &apos;centros de excelência&apos;. Estes centros, que estavam na moda, eram grandes escolas que cobriam tão excelentemente o estudo de certas matérias que dispensavam que outras universidades tivessem esses departamentos. A Física toda era estudada em Manchester, a economia na LSE, etc. Ora, as escolas/universidades têm culturas próprias e ao concentrar-se assim todo o estudo numa só escola perdeu-se a diversidade de culturas que enriquece as discussões e fomenta a qualidade. Por conseguinte, é preciso ter alguma prudência com as palavras deste especialista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dito isto, estou de acordo com muito do que ele diz, a começar pelo cuidado com a autonomia nos currículos para não acontecer o que está a acontecer aqui que é o Director sózinho decidir e dizer mesmo, &apos;este ano tirei 50% do tempo curricular da História, para o ano vou tirar na disciplina x e dá-lo à y&apos;, ou seja os alunos e os professores estão à mercê das experimentações dos directores e seus galambas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também concordo com a questão da avaliação ser muito importante para os alunos saberem se estão a progredir e como; ainda concordo com a coerência que tem de haver entre os conteúdos, os métodos e as pedagogias: temos sempre de ser claros acerca do objectivo que queremos que seja atingido e não o perder de vista; ajudar imediatamente os alunos que ficam para trás; ter currículos adequados aos tempos senão os professores escolhem o que dar e cada um escolhe o que quer, sendo que os alunos depois vão fazer os mesmos exames, ter boas condições e bons materiais. E, claro, ter bons professores, ficando por esclarecer, ao certo, que qualidades tem um bom professor que o torna tal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não estou de acordo com o projecto de passar toda a gente de qualquer maneira, mesmo que tenham 500 faltas e processos diciplinares. Penso que isso é uma ofensa aos alunos, é uma visão miserabilista das possibilidades das pessoas. Nem todos os alunos serão bons em algumas matérias e a maioria nem gosta de estudar mas todos têm margem de progresso e não precisam de ser tratados como estúpidos. Estou de acordo em que se trabalhe para se evitar os chumbos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora, isto é tudo muito bonito em condições ideais e não nas condições que temos aqui no país: excesso de alunos por turma, excesso de turmas, excesso de burocracia, gestão anti-democrática e outros problemas que impedem um trabalho sério. Professores desmotivados, desvalorizados e caluniados... enquanto não levarem a educação a sério todas as palavras acerca de melhorá-la são &apos;contos de fadas&apos;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta equipa cometeu erros grosseiros nos currículos que são agora pedaços de matérias, por vezes contraditórios com os programas em vigor e demasiado extensos; desprezo pelos conhecimentos e excessiva valorização dos aspectos formais (como se uns viessem sem outros, descontextualizados),  com possibilidade de o director retirar grande parte do tempo de aula semanal de uma disciplina, passagens em qualquer condição; desvalorização da avaliação; desconfiança visceral dos professores; complicação das regras de apoio a alunos; tempos infindáveis desperdiçados a fazer coisas que não têm rendimento...erros mesmo grosseiros mas, são tão arrogantes que não arredam pé. As coisas estão contraditórias, desgarradas e incoerentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 05 Jan 2019 08:04:00 GMT</pubDate>
  <title>José Gil - palavras de aviso</title>
  <author>beatriz j a</author>
  <link>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/jose-gil-palavras-de-aviso-5483865</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h1 class=&quot;t-af1-head-title&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #800000; font-size: 18pt; font-family: &amp;#39;book antiqua&amp;#39;, palatino, serif;&quot;&gt;J&lt;a style=&quot;color: #800000;&quot; href=&quot;https://www.dn.pt/1864/interior/jose-gil-o-passado-esta-a-ser-engavetado-digitalizado-e-virtualizado-10396951.html&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;osé Gil: &quot;O passado está a ser engavetado, digitalizado e virtualizado&quot; &lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;(DN)&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;div class=&quot;t-af1-head-desc&quot;&gt; &lt;/div&gt;
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&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Até que ponto estaremos imunes?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;A resposta generalizada será que sim, mas não se sabe exatamente apesar de os extremos do xadrez político estarem ocupados pelo Bloco de Esquerda, pelo PCP, pelo CDS, pelos sindicatos, ou seja, as reivindicações estão todas cobertas pelas estruturas institucionalizadas. Ora, o populismo nasce e floresce fora das instituições e contra elas, portanto terão de ser reivindicações que saem fora do discurso habitual dos sindicatos, dos partidos e do governo, para que qualquer coisa nasça, até porque se caracterizam por serem fenómenos que aparecem sem que saibamos como. O populismo atual vem rapidamente de uma cada vez maior sensibilização das classes médias baixas e não instruídas devido ao aumento do escrutínio dos media sobre as desigualdades ou a corrupção. Há um sentimento de injustiça que atravessa a sociedade e que faz que os políticos sejam cada vez menos reconhecidos e representativos, podendo observar-se uma onda latente de populismo possível na abstenção que é cada vez maior. Também pode acontecer, por exemplo, a propósito de uma exigência que não tem expressão política.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Pode dar um exemplo?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;É fácil, basta pensar numa que seja intolerável no novo espaço público, o das redes sociais, como é o caso das mortes que estão a acontecer no país porque não houve cirurgias. Ou mortes psíquicas, que cada vez mais acontecem no corpo docente do ensino primário e secundário, em que os professores têm uma vida cada vez mais difícil. É intolerável que um português em cinco tenha perturbações psíquicas. Que povo é este? Suponhamos que tudo o que está nesse fundo da abstenção política emerge e ultrapassa os partidos políticos que não tiveram capacidade de fazer de certas situações uma reivindicação política que poderá provocar um movimento social do tipo coletes amarelos. Foi isso que aconteceu lá e poderá surgir aqui.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;t-af-callout-2&quot;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;As novas tecnologias tornam possível o espaço público diferente, propício para dar expressão a injustiças&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;&lt;strong&gt;A falência económica da comunicação social e a forte emergência das redes sociais é uma combinação fatal?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;Não é uma combinação, haverá um efeito que resulta de causas comuns, mas os efeitos são divergentes. Há um facto muito simples, é que até agora em países muitos pequenos e específicos, como o nosso, o espaço público era dominado pelos media e pela televisão, mas as novas tecnologias tornaram possível a criação de um outro espaço público muito particular, diferente e que se torna o terreno propício para dar expressão a uma injustiça: «Eu, cidadão anónimo, desprezado pelo sistema e pela injustiça das políticas, posso manifestar-me aqui.» Mesmo que isto signifique que o ignaro mais incongruente possa manifestar a ignorância com agressividade nesse espaço público. E este é um fenómeno novo para as elites.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;(...)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;&lt;strong&gt;O passado mostrado pela arte e pela cultura tem vindo a ser suplantado pela preocupação com a situação financeira e económica. Os pilares da educação mudaram?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;Não é só a questão económica, o que se passa é, repito, uma erosão de tudo o que é a tradição. O passado está a ser engavetado, digitalizado e virtualizado, e cada vez menos lhe atribuímos uma realidade com peso. O passado é cada vez mais uma imagem que se transforma numa coleção de imagens enquanto objetos de consumo, apesar de não informarem nem sedimentarem a nossa pessoa e cada vez menos os comportamentos sociais. Um aluno sabe cada vez menos sobre o passado, nem lhe interessa saber, e isso é terrível, pois há uma erosão que vem da transformação do valor da realidade do passado e da transmissão pela tecnologia que traduz tudo em imagem. Tudo isso é metabolizado e instrumentalizado pelo capitalismo, que só conta cada vez mais com o que gera uma mais-valia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;&lt;strong&gt;É um tempo em que Botticelli vale tanto como Madonna?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;Acaba-se a nossa relação com o passado e a maneira de «fruir» e «consumir» a própria arte. A introdução maciça no mercado da arte do valor de troca como parte do juízo estético é recente e transformou completamente a valoração do objeto de arte.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Como é que se confronta pessoalmente com esta mudança de paradigmas?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;Não acho que haja mudança de paradigma, porque tal não existe para o nosso presente. Estamos a mudar de paradigma sem que tenhamos aquele para o qual queremos mudar. Isto em tudo, como é o caso da educação para a cidadania. Havia antes uma educação para a transmissão e acumulação na área das humanidades, agora é o da cidadania. O que é que os professores vão ensinar? E como vão formar turmas tumultuosas. Isto é uma coisa ridícula, porque quando não se dão meios nem se preparam os professores para a cidadania não há formação possível: ou seja, não há paradigma, tanto mais que a questão da cidadania leva a ponderar questões totais na sociedade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;aside class=&quot;t-af-multimedia-1&quot;&gt;
&lt;figure&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;&lt;img class=&quot;lazy-hidden&quot; src=&quot;https://static.globalnoticias.pt/dn/common/images/blank.gif&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/figure&gt;
&lt;/aside&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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  <category>entrevista</category>
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  <pubDate>Wed, 14 Nov 2018 06:22:00 GMT</pubDate>
  <title>Leituras pela manhã - &apos;It remains startling to me how little many men have to do to earn intellectual authority, and how much more women have to do to earn intellectual authority. It is stolen from them, it is undermined.&apos;</title>
  <author>beatriz j a</author>
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  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; font-family: georgia, palatino, serif; color: #000080;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Q. How is the academy implicated in or imperiled by this moment of epistemological crisis?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; font-family: georgia, palatino, serif; color: #000080;&quot;&gt;&lt;strong&gt;A.&lt;/strong&gt; The academy is largely itself responsible for its own peril. The retreat of humanists from public life has had enormous consequences for the prestige of humanistic ways of knowing and understanding the world.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; font-family: georgia, palatino, serif; color: #000080;&quot;&gt;Universities have also been complicit in letting sources of federal government funding set the intellectual agenda. The size and growth of majors follows the size of budgets, and unsurprisingly so. After World War II, the demands of the national security state greatly influenced the exciting fields of study. Federal-government funding is still crucial, but now there’s a lot of corporate money. Whole realms of knowing are being brought to the university through commerce.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; font-family: georgia, palatino, serif; color: #000080;&quot;&gt;I don’t expect the university to be a pure place, but there are questions that need to be asked. If we have a public culture that suffers for lack of ability to comprehend other human beings, we shouldn’t be surprised. The resources of institutions of higher learning have gone to teaching students how to engineer problems rather than speak to people.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 10pt; color: #000080;&quot;&gt;&lt;a style=&quot;color: #000080;&quot; href=&quot;https://www.chronicle.com/article/The-Academy-Is-Largely/245080/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;(entrevista a &lt;em&gt;Jill Lepore&lt;/em&gt;  in ‘The Academy Is Largely Itself Responsible for Its Own Peril’&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 23 May 2018 07:27:00 GMT</pubDate>
  <title>Everybody is watching you - entrevista do mano</title>
  <author>beatriz j a</author>
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  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia videos&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;https://www.facebook.com/plugins/post.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fbeatriz.alcobia%2Fposts%2F10211577832022738&amp;width=500&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;482&quot; scrolling=&quot;no&quot; frameborder=&quot;0&quot; style=&quot;padding: 10px 10px;&quot; loading=&quot;lazy&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 10 Sep 2017 05:15:00 GMT</pubDate>
  <title>Entrevista interessante</title>
  <author>beatriz j a</author>
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  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h1 class=&quot;title&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #800000; font-size: 18pt; font-family: &amp;#39;book antiqua&amp;#39;, palatino;&quot;&gt;&lt;a style=&quot;color: #800000;&quot; href=&quot;http://expresso.sapo.pt/sociedade/2017-09-09-Claudia-Caldeirinha--As-mulheres-foram-apagadas-da-fotografia-da-Historia&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Cláudia Caldeirinha: “As mulheres foram apagadas da fotografia da História”&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;
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  <pubDate>Wed, 30 Aug 2017 04:24:00 GMT</pubDate>
  <title>O nosso país tem gente jovem de valor a fazer coisas muito interessantes</title>
  <author>beatriz j a</author>
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  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Infelizmente, a maioria só cá vem passar férias...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entrevista a Maria Pereira, uma investigadora portuguesa. Muito interessante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #0000ff;&quot;&gt;&lt;a style=&quot;color: #0000ff;&quot; href=&quot;http://www.dn.pt/sociedade/interior/nao-me-sinto-o-ronaldo-da-ciencia-mas-e-um-exemplo-de-trabalho-e-dedicacao-8733739.html&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;1ª parte&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #0000ff;&quot;&gt;&lt;a style=&quot;color: #0000ff;&quot; href=&quot;http://www.dn.pt/sociedade/interior/nao-ha-uma-linha-clara-que-divide-a-direita-e-a-esquerda-8733771.html&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;2ª parte&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>maria pereira</category>
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  <pubDate>Fri, 09 Sep 2016 21:51:00 GMT</pubDate>
  <title>Toda a gente ficou impressionada com a entrevista do juíz Carlos Alexandre</title>
  <author>beatriz j a</author>
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  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com a seriedade do homem, com o espírito de sacríficio que tem mostrado desde que tem às costas estes processos de gente sem escrúpulos que parecem ser capaz de muito e ainda mais. Ele faz lembrar aqueles juízes que nos anos 80 do século passado tinham a coragem de ir atrás dos mafiosos e seus tentáculos, alguns dos quais eram o Presidente de Itália, por exemplo... também esses andavam sempre vigiados. Alguns tiveram um fim trágico como se sabe.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Que seria das sociedades sem estas pessoas cheias de coragem e, acima de tudo, com uma noção de dever superior aos interesses próprios que não se deixam amedrontar, corromper e amochar às ordens de poderes amorais e imorais? &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sócrates fez muito mal ao país. Os manipuladores amorais, quando em cargos de poder, destroem tudo à volta, como se sabe. Rodeiam-se de outros sem escrúpulos e espalham metasteses na máquina que se instalam e depois não desaparecem, mesmo quando eles próprios já foram afastados. Ainda esta semana tivémos as revelações do que se passou na Presidência de Cavaco com escutas e manobras de bastidores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acho que era o J. Bouveresse que dizia que, se a mentira não fosse tão parecida com a verdade, não enganava tanta gente como engana. O Platão falava muito no poder corrosivo dos simulacros que se enraízam no poder e empestam tudo à volta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Espero que este juíz tenha sorte e que isso lhe fortaleça a coragem porque é para nós que o homem está a trabalhar. É para nós.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 05 Sep 2016 19:00:00 GMT</pubDate>
  <title>Entrevista com o meu irmão mais novo na RTP2 😀</title>
  <author>beatriz j a</author>
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  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia videos&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;https://www.youtube.com/embed/21ihbjHNb28&quot; width=&quot;560&quot; height=&quot;315&quot; frameborder=&quot;0&quot; style=&quot;padding: 10px 10px;&quot; allowfullscreen=&quot;allowfullscreen&quot; loading=&quot;lazy&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>família</category>
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  <pubDate>Mon, 22 Aug 2016 22:03:00 GMT</pubDate>
  <title>Alguém fala pelo rapaz que está em coma?</title>
  <author>beatriz j a</author>
  <link>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/alguem-fala-pelo-rapaz-que-esta-em-coma-4293608</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ouvi, na SIC, um pedaço da entrevista dos rapazes iraquianos que, pelos vistos, vai passar amanhã na íntegra. Fiquei confusa. Pareceu-me ouvir dizer que começaram a discutir com o Rúben e que não querem dizer que são vítimas do Rúben mas ele também não é vítima nenhuma e que estas coisas acontecem muito em Portugal e que ninguém é vítima porque são as circunstâncias. Não percebi bem que coisas são essas que acontecem muito em Portugal... dois rapazes deixarem outro irreconhecível e a lutar pela vida em coma? São coisas que fazem parte da rotina do país? É que os moços, apesar de dizerem que levaram ou foram vítimas ou algo assim aparecem num estado muito perfeitinho enquanto que o outro está a lutar pela vida. A minha pergunta é: alguém vai falar pelo rapaz que não está em estado de falar por si mesmo?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>português</category>
  <category>iraquianos</category>
  <category>sic</category>
  <category>entrevista</category>
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  <pubDate>Wed, 25 May 2016 13:12:00 GMT</pubDate>
  <title>O Bob Dylan fez 75 anos... how did this happen?</title>
  <author>beatriz j a</author>
  <link>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/o-bob-dylan-fez-75-anos-how-did-this-4161648</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma entrevista com 50 anos.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia videos&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;https://www.youtube.com/embed/t4nA3QwGPBg&quot; width=&quot;560&quot; height=&quot;315&quot; frameborder=&quot;0&quot; style=&quot;padding: 10px 10px;&quot; allowfullscreen=&quot;allowfullscreen&quot; loading=&quot;lazy&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>entrevista</category>
  <category>bob dylan</category>
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  <pubDate>Thu, 26 Nov 2015 20:16:00 GMT</pubDate>
  <title>Cristiano Ronaldo no programa de Jonathan Ross</title>
  <author>beatriz j a</author>
  <link>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/cristiano-ronaldo-no-programa-de-3884329</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um tipo muito genuíno de modo que vê-se tudo: as virtudes, como a seriedade, o trabalho, o humor, a dedicação e os defeitos como a vaidade, etc. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia videos&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;https://www.youtube.com/embed/OfSwpT0ehNo&quot; width=&quot;560&quot; height=&quot;315&quot; frameborder=&quot;0&quot; style=&quot;padding: 10px 10px;&quot; allowfullscreen=&quot;allowfullscreen&quot; loading=&quot;lazy&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>entrevista</category>
  <category>jonathan ross</category>
  <category>cr7</category>
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  <pubDate>Tue, 22 Sep 2015 18:58:00 GMT</pubDate>
  <title>Hannah Arendt - entrevista</title>
  <author>beatriz j a</author>
  <link>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/hannah-arendt-entrevista-3732862</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta entrevista -de 1964- é extraordinária. Embora ela negue ser uma filósofa, toda a entrevista é um exercício filosófico: a  busca do pensamento que correctamente compreende a realidade acompanhado da palavra exacta que a mostra. Tudo com uma honestidade intelectual própria do verdadeiro filósofo, o que quer, acima de tudo, compreender, analisar os problemas até que tudo fique claro. Fascinante ver o pensamento na sua actividade de pensar. Ela fala da Alemanha nazi, da sua experiência pessoal e analisa o que era a realidade de então.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia videos&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;https://www.youtube.com/embed/dsoImQfVsO4&quot; width=&quot;420&quot; height=&quot;315&quot; frameborder=&quot;0&quot; style=&quot;padding: 10px; width: 590px; height: 442px;&quot; allowfullscreen=&quot;allowfullscreen&quot; loading=&quot;lazy&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>hannah arendt</category>
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  <pubDate>Sat, 11 Jul 2015 11:47:00 GMT</pubDate>
  <title>Entrevista de Costa Gravas</title>
  <author>beatriz j a</author>
  <link>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/entrevista-de-costa-gravas-3621300</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A entrevistadora endoutrinada...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia videos&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://pt.euronews.com/embed/309720/&quot; width=&quot;640&quot; height=&quot;360&quot; frameborder=&quot;0&quot; style=&quot;padding: 10px; width: 588px; height: 330px;&quot; allowfullscreen=&quot;allowfullscreen&quot; loading=&quot;lazy&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>entrevista</category>
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  <pubDate>Fri, 10 Jul 2015 20:04:00 GMT</pubDate>
  <title>Costa Gravas Numa entrevista muito boa no Euronews</title>
  <author>beatriz j a</author>
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  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;... a Isabelle Kumar, sobre Tsipras, a Grécia e a Europa. Costa Gravas é um grande cineasta com uma voz política &lt;em&gt;engagée&lt;/em&gt;, consciente e democrata. O último filme dele,&lt;em&gt; Le Capital&lt;/em&gt;, mostra, como sempre com muita lucidez e inteligência o que é a economia contemporânea e a sua relação com as pessoas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia videos&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;https://www.youtube.com/embed/1vDaW5AQwoo&quot; width=&quot;560&quot; height=&quot;315&quot; frameborder=&quot;0&quot; style=&quot;padding: 10px 10px;&quot; allowfullscreen=&quot;allowfullscreen&quot; loading=&quot;lazy&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>economia</category>
  <category>costa gravas</category>
  <category>filme</category>
  <category>entrevista</category>
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  <pubDate>Sun, 15 Mar 2015 22:10:00 GMT</pubDate>
  <title>&quot;Acho os professores estranhos&quot;</title>
  <author>beatriz j a</author>
  <link>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/acho-os-professores-estranhos-3422556</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia videos&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;https://www.youtube.com/embed/m6AqZLAya8g&quot; width=&quot;560&quot; height=&quot;315&quot; frameborder=&quot;0&quot; style=&quot;padding: 10px 10px;&quot; allowfullscreen=&quot;allowfullscreen&quot; loading=&quot;lazy&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>eduardo sá</category>
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  <pubDate>Fri, 06 Mar 2015 04:25:00 GMT</pubDate>
  <title>Uma entrevista muito boa com a escritora Siri Hustvedt </title>
  <author>beatriz j a</author>
  <link>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/uma-entrevista-muito-boa-com-a-3406830</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segunda episódio da série da FFMS &quot;O Valor da Liberdade&quot;. &lt;br /&gt;Todos os sábados, até dia 25 de Abril às 20 horas na SIC Notícias, com repetições domingo às 14h30 e à 01h30. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia videos&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;https://www.youtube.com/embed/lPxTWf94boY&quot; width=&quot;560&quot; height=&quot;315&quot; frameborder=&quot;0&quot; style=&quot;padding: 10px 10px;&quot; allowfullscreen=&quot;allowfullscreen&quot; loading=&quot;lazy&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>siri hustvedt</category>
  <category>entrevista</category>
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  <pubDate>Mon, 19 Jan 2015 11:36:00 GMT</pubDate>
  <title>Muito interessante</title>
  <author>beatriz j a</author>
  <link>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/muito-interessante-3344329</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h1 class=&quot;entry-title&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/politica/noticia/bes-e-muito-revelador-da-forma-como-se-comporta-a-elite-economica-portuguesa-1682616?page=2&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 18pt; color: #800000; font-family: &amp;#39;book antiqua&amp;#39;, palatino;&quot;&gt;“BES é muito revelador da forma como se comporta a elite económica portuguesa”&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>bes</category>
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  <pubDate>Tue, 28 Oct 2014 15:07:00 GMT</pubDate>
  <title>SPIEGEL ONLINE: entrevista com um recrutador do Estado Islâmico</title>
  <author>beatriz j a</author>
  <link>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/spiegel-online-entrevista-com-um-3199028</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;article-title&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 18pt;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #800000;&quot;&gt;&lt;a style=&quot;color: #800000;&quot; title=&quot;Interview with an Islamic State Recruiter: &amp;#39;Democracy Is For Infidels&amp;#39;&quot; href=&quot;http://www.spiegel.de/international/world/islamic-state-interview-with-an-extremist-recruiter-a-999557.html&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;span class=&quot;headline-intro&quot;&gt;Interview with an Islamic State Recruiter:&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;headline&quot;&gt;&apos;Democracy Is For Infidels&apos;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class=&quot;article-image-box box-position breitwandaufmacher asset-align-center&quot;&gt; &lt;/div&gt;
&lt;p class=&quot;article-intro clearfix&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; color: #000080; font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;&quot;&gt;How does Islamic State think? How do its followers see the world? &lt;a href=&quot;http://www.spiegel.de/international/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #ff0000;&quot;&gt;SPIEGEL ONLINE&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; met up with an Islamic State recruiter in Turkey to hear about the extremist group&apos;s vision for the future. &lt;span class=&quot;author&quot;&gt;Interview Conducted by Hasnain Kazim&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;color: #ff0000;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;more-link&quot; style=&quot;color: #ff0000;&quot; title=&quot;Interview with an Islamic State Recruiter: &amp;#39;Democracy Is For Infidels&amp;#39;&quot; href=&quot;http://www.spiegel.de/international/world/islamic-state-interview-with-an-extremist-recruiter-a-999557.html&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;more..&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;article-intro clearfix&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p class=&quot;article-intro clearfix&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Abu Sattar:&lt;/strong&gt; A Muslim is a person who follows Allah&apos;s laws without question. Sharia is our law. No interpretation is needed, nor are laws made by men. Allah is the only lawmaker. We have determined that there are plenty of people, in Germany too, who perceive the emptiness of the modern world and who yearn for values of the kind embodied by Islam. Those who are opposed to Sharia are not Muslims. We talk to the people who come to us and evaluate on the basis of dialogue how deep their faith is.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;article-intro clearfix&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;article-intro clearfix&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;</description>
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  <category>entrevista</category>
  <category>spiegel online</category>
  <category>estado islâmico</category>
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  <pubDate>Sat, 26 Jul 2014 16:41:36 GMT</pubDate>
  <title>Mario Vargas Llosa - “Os heróis discretos são a grande reserva moral de um país”   </title>
  <author>beatriz j a</author>
  <link>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/mario-vargas-llosa-os-herois-3056094</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large; color: #800000;&quot;&gt;Mario Vargas Llosa - “Os heróis discretos são a grande reserva moral de um país”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;span style=&quot;font-size: small; color: #000000;&quot;&gt;(excertos da entrevista)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small; color: #000000;&quot;&gt;Sobre o papel da cultura e da literatura na inversão do adormecimento das sociedades, na compreensão dos fenómenos de barbárie, na manutenção de uma necessária crítica beligerante:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large; color: #800000;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Essa é uma das ideias fundamentais do seu pensamento, nomeadamente no ensaio &lt;em&gt;A Civilização do Espectáculo&lt;/em&gt;, em que defende que o papel da literatura, da cultura, é ajudar as pessoas a libertarem-se das suas circunstâncias adversas.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;Sem dúvida nenhuma. A literatura não é apenas uma fonte maravilhosa de prazer. Cumpre, além disso, uma função social e histórica de primeira ordem que é a de desenvolver nos leitores um espírito crítico. Depois de termos lido uma grande obra literária, um grande romance, um grande poema, um ensaio, regressamos ao mundo real convencidos de que a realidade está mal feita, que está muito aquém daquela ficção que somos capazes de inventar através da fantasia e da palavra. Isso faz-nos olhar para a nossa envolvência social, cultural e política com olhos muito críticos. E creio que essa é a razão pela qual a literatura, ao longo de toda a História, foi sempre vista com muita desconfiança e com muito temor pelos governos autoritários, pelas ditaduras, por todos os regimes que, no fundo, tratam de controlar a vida e querem demonstrar aos cidadãos que o mundo está bem feito. É essa a razão da censura. E efectivamente a literatura é um perigo para esse tipo de regimes porque tem sempre uma atitude muito crítica face ao mundo tal como ele é.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;Mas que pode hoje a literatura contra a indiferença e o conformismo dos cidadãos, nomeadamente dos jovens?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;O problema é que a literatura hoje em dia vive uma crise muito profunda, converteu-se sobretudo em entretenimento, perdeu a sua pugnacidade, a sua beligerância crítica, e busca sobretudo entreter. E o entretimento também é uma espécie de adormecimento, uma maneira de desmobilizar criticamente os cidadãos. Creio que essa crise da cultura, que é muito profunda na minha opinião, pode ter um efeito gravíssimo na vigência da democracia e da liberdade. Pela primeira vez na história, o pesadelo de [George] Orwell, de uma ditadura tecnológica, com um absoluto controlo sobre a vida das pessoas, um mundo de cidadãos convertidos em autómatos, já é possível. Isso acontece por causa da degradação da cultura no nosso tempo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Considera que esta deriva da cultura para o entretenimento, a sua banalização, foi intencional?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;Não, não, foi acontecendo. O desaparecimento do espírito crítico vem com a frivolização de uma cultura que só procura entreter e divertir, e que se converteu muito mais num espectáculo do que o que tradicionalmente era: pensamento, ideias, uma visão crítica da realidade, da vida e de todas as manifestações das relações humanas. Creio que esse problema – um problema mundial, porque dá-se tanto em países desenvolvidos,como em países subdesenvolvidos – é a maior ameaça à democracia. No passado, a democracia tinha a ameaça do comunismo, do marxismo, de doutrinas totalitárias, mas essas doutrinas caíram por si e não são hoje o perigo maior que tem a cultura democrática. A democracia, o inimigo maior tem-no no seu seio, e é o desaparecimento da cultura enquanto questionamento constante da realidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;&lt;strong&gt;O filósofo francês Gilles Lipovetsky, com quem tem debatido publicamente estas questões sobre o papel da cultura nas sociedades actuais, lembra que a alta cultura não impediu barbáries como o nazismo.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Mas foi a cultura que permitiu derrotar o nazismo. Agora não temos uma cultura capaz de derrubar nada, porque a cultura tornou-se uma derrota em si mesma. Creio que foi a cultura que nos permitiu compreender a barbárie que significava o nazismo, a barbárie que significava o comunismo. E penso que a democracia triunfou em grande parte graças às ideias, valores, sonhos, fantasias e objectos artísticos criados por uma cultura que era fundamentalmente crítica, questionadora da realidade. Com a cultura transformada em algo passageiro, fugaz, não sei quem nos defenderia de novo das ameaças.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sobre a crise da Europa:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080; font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 1.6em;&quot;&gt;Crê que há o perigo de ressurgimento dos regimes totalitários nesta velha Europa?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;Desgraçadamente há alguns sintomas inquietantes – por exemplo, a grande criação cultural, política, moderna que é a União Europeia vive hoje em dia uma crise muito profunda. Há movimentos antieuropeus que estão a recorrer aos velhos recursos nacionalistas, racistas, e, ainda que sejam minoritários, significam um grande perigo. O retorno aos nacionalismos seria uma grande tragédia para a Europa neste mundo globalizado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;&lt;strong&gt;As cifras económicas melhoraram um pouco, e mostram que os diferentes países estão a progredir, mas instalou-se, entre os cidadãos, uma certa incapacidade de acreditar.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;Há uma grande desconfiança na classe política e considero que justificada. As estruturas políticas estão muito distanciadas da realidade, desfasadas. A corrupção, por outro lado, contribuiu muitíssimo para o desprestígio da política. Isso fez com que movimentos anti-sistema, extremistas, tanto de direita como de esquerda, tenham crescido muito. Esse perigo, há que enfrentá-lo de forma muito resoluta, com maior transparência, castigando os corruptos, devolvendo à opinião pública a fé nas instituições, que é algo absolutamente fundamental para que uma cultura democrática funcione.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;Sobre o erotismo e o amor:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Fonchito e Lucrécia, com don Rigoberto, são protagonistas, em vários dos seus romances, de episódios de amor e erotismo. Há neles sempre um jogo com tabus e proibições, como quando Fonchito pede a Lucrécia que imite as poses das mulheres pintadas por Egon Schiele.&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;George Bataille dizia algo que me parece muito certo e que era que, se desaparece a ideia de transgressão e de tabu, desaparece o erotismo. Creio que o erotismo é uma espécie de jogo altamente civilizado no qual um par inventa uma mise-en-scène para enriquecer o jogo do amor. Então, se a transgressão não existe, há que inventá-la para que o erotismo surja e enriqueça o amor físico, desanimalizando-o, acrescentando-lhe um elemento de espiritualidade e de criatividade artística. Creio que essa é a ideia básica do erotismo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Crê que isso pode ser compreendido pelos jovens de hoje que perante o sexo se fazem adultos muito cedo?&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;Não por muitos, porque converteram o sexo numa espécie de desporto passageiro e efémero. Creio que o amor é muito mais profundo do que aquilo que muitos jovens hoje em dia fazem com ele, graças à liberdade que existe.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>entrevista</category>
  <category>pensameto crítico</category>
  <category>mario vargas llosa</category>
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  <pubDate>Sat, 17 May 2014 13:24:20 GMT</pubDate>
  <title>António Damásio em entrevista muito boa</title>
  <author>beatriz j a</author>
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  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;//www.youtube.com/embed/SIj3hOMaIIM&quot; width=&quot;560&quot; height=&quot;315&quot; frameborder=&quot;0&quot; loading=&quot;lazy&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;
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  <category>antónio damásico</category>
  <category>entrevista</category>
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  <pubDate>Sat, 19 Apr 2014 15:23:36 GMT</pubDate>
  <title>Conservadores/inovadores</title>
  <author>beatriz j a</author>
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  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje vi uma entrevista no canal Euronews ao estilista Jean-Paul Gaultier. A entrevistadora, muito agressiva -achei- perguntou-lhe, a certa altura, se não achava que fazer tops para as mulheres em renda era torná-las objectos sexuais e dar azo a que os homens pensem que estão a querer provocá-los... Ele respondeu-lhe que quando apareceram as mini-saias diziam que as mulheres que as usavam eram prostitutas a provocar homens... a entrevistadora interrompeu-o várias vezes sem cerimónia. A certa altura perguntou-lhe se o problema da moda não estava em os estilistas serem todos indivíduos de 70 anos com visões conservadoras e já sem estamina para inovar...???!!!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fez-me lembrar alguns iluminados que dizem que se devem subsituir os professores mais velhos porque concerteza são eles que, por serem conservadores e velhos se tornaram preguiçosos e incapazes de acompanhar os tempos...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas o que é que a mentalidade tem a ver com o conservadorismo? Tenho alunos que são muito mais conservadores e quadrados que eu alguma vez fui ou serei.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por essa ordem de ideias estes modelos aqui em baixo estão vestidos de modo a serem objectos sexuais e não devemos ter respeito por eles?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://stylerumor.com/wp-content/uploads/2011/01/Jean-Paul-Gaultier-Fall-Winter-2011-Menswear-Collection-7.jpg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;J-P Gaultier&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/bja/fotos/?uid=dEdKG3VcgZ1MwvC4Dydo&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/Bb215fca0/16851179_wPMz7.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;332&quot; height=&quot;500&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; Roccobarroco (ainda é mais velho)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>moda</category>
  <category>inovadores</category>
  <category>entrevista</category>
  <category>conservadores</category>
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  <pubDate>Thu, 19 Dec 2013 18:37:33 GMT</pubDate>
  <title>Contos para o Natal: O Belo-Adormecido e o Pinóquio</title>
  <author>beatriz j a</author>
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  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;&lt;span id=&quot;NewsTitle&quot; style=&quot;font-size: medium; color: #000080;&quot;&gt;Críticas revelam &quot;total desconhecimento do sistema&quot;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium; color: #000080;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;ctl00_ctl00_bcr_maincontent_ThisContent&quot;&gt;&lt;span id=&quot;NewsSummaryContent&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;O presidente do Conselho dos Institutos Politécnicos, Joaquim Mourato, considerou hoje que as críticas do ministro Nuno Crato ao sistema de formação das Escolas Superiores de Educação revelam &quot;desconhecimento e grande desconfiança&quot; na Agência de Avaliação e Acreditação.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium; color: #000000;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Esteve dormindo 100 anos e agora acordou para a realidade e apercebeu-se que o ministro desconfia deles...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium; color: #000000;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Entretanto o ministro jura que não disse o que disse, que o que disse foi uma maneira de dizer, apenas, mas que não queria dizer o que disse e, efectivamente, não o disse, sendo que, quem diz que ele disse, não percebeu que o que disse, não disse! &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>entrevista</category>
  <category>eses. pinóquios</category>
  <category>ministro crato</category>
  <category>novelas indecentes</category>
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  <pubDate>Tue, 03 Dec 2013 16:47:53 GMT</pubDate>
  <title>Roberto Unger</title>
  <author>beatriz j a</author>
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  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entrevista muito boa sobre a ordem económica, política e socia,l em que estamos, o futuro e, as mudanças necessárias e urgentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;//www.youtube.com/embed/CqU6PGC_2_w&quot; width=&quot;535&quot; height=&quot;302&quot; frameborder=&quot;0&quot; loading=&quot;lazy&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <category>bbc</category>
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  <category>entrevista</category>
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  <pubDate>Sat, 09 Nov 2013 09:20:56 GMT</pubDate>
  <title>A Ásia da Europa</title>
  <author>beatriz j a</author>
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  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;&lt;strong&gt;A troika é mais responsável pelas falhas que o governo? &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;A troika tem mais responsabilidades. Pela posição que ocupa, por estar do lado dos credores, por ter o poder de impor. Se o Parlamento Europeu fizer o inquérito à forma como a troika desempenhou as suas funções e se quiser ouvir os parceiros sociais, o CES tem provas documentais de tudo o que disse. Sei que o Parlamento Europeu não brinca em serviço, porque passei por lá cinco anos. Nenhuma entidade patronal tinha a reforma laboral como prioridade, só a troika. E queria a reforma laboral muito mais agressiva, com salários mais baixos. A lógica da troika era fazer disto uma Ásia. Os parceiros sociais opuseram-se desde o princípio a isto, começou logo por aqui a luta inicial.  (Silva Peneda)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aqui o sul seria a Ásia da Europa: salários miseráveis, viver ao nível da subsistência, produzir em massa, caladinhos, para os países do norte, que aproveitariam para viver bem e ricos. Depois, vinham aqui passar férias baratas ou, etá, comprar casa para viver durante a reforma num sítio com sol, barato. Os servos do norte da Europa. E, o pior, é que os nossos governos embarcaram nisso sem estratégias de resistência. Até nos venderam esse discurso do, &apos;temos que obedecer à troika caladinhos e agradecidos pelo dinheirinho&apos;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>silva peneda</category>
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  <category>entrevista</category>
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  <pubDate>Mon, 04 Nov 2013 17:21:54 GMT</pubDate>
  <title>Efeitos colaterais</title>
  <author>beatriz j a</author>
  <link>https://edicoespqp.blogs.sapo.pt/2598260.html</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;... desta crise de rapaces internacionais: o dinheiro para a cultura é o primeiro a ir-se. A Companhia de Ópera de Nova Iorque, que fez 70 anos este ano, fechou as portas por razão de insolvência. Que pena... Uma companhia considerada pelo La Guardia como, &apos;A Ópera do Povo&apos; porque vendia bilhetes a preços acessíveis e dava oportunidade de palco a jovens desconhecidos, como o Plácido Domingo, por exemplo.  Por todo o lado as companhias de ópera lutam com dificuldades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tenho saudades de ir à ópera ver um espectáculo de grande nível, daqueles que deixam uma impressão de encantamento por anos a fio. Já tive a sorte de ver alguns desses mas em Portugal, se já antes era difícil, agora então... Estes tipos que vão para os cargos para se governarem a si e aos amigos fazem muito mais mal que que se vê porque interrompem processos de melhoria que por vezes nunca mais voltam a reemergir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&quot;Los políticos que nos quierem arrebatar la cultura son criminales&quot;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Realmente enfadado por la política de recortes, indignidado por las dificuldades de conseguir una visa para viajar com passaporte indio, o director de orquesta Zubin Mehta parece un volcán&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;hgroup&quot;&gt;&lt;br style=&quot;color: #000080; font-size: medium;&quot; /&gt;
&lt;div id=&quot;subtitulo_noticia&quot;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Se quejaba usted, como la mayoría de sus colegas, de que en la época de Berlusconi, su Gobierno iba a acabar con la cultura. Ponían de ejemplo a España. Ahora estamos en las mismas. ¿O ve diferencia? ¿Qué pasa?&lt;/strong&gt; Cuando hablamos de cultura, nos referimos a algo que probablemente comenzara con fuerza en estos dos países; Alemania y otros lugares lo desarrollaron después. ¿Por qué los políticos de turno se empeñan en matar la cultura que empezó en sus lugares de origen? ¿Por qué? ¿Por qué no miran hacia el futuro, el de sus nietos, para que ellos puedan apreciar en el mismo grado la riqueza de sus museos, de sus teatros? Mire las universidades, cómo se largan los estudiantes. La educación, la cultura debe ser una prioridad. Y cuando se lo dices, todos parecen de acuerdo, ¡pero no hacen nada! Una respuesta puede ser el mecenazgo, la fuerza de Estados Unidos recae ahí. Por eso hay museos de allí en sitios perdidos que pueden competir con la galería de los Uffizi o el Louvre.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Desde los 18 años fuera de su país, ¿cuánto queda de indio en usted?&lt;/strong&gt; El 100%. ­Conservo mi religión y mi pasaporte. No puedo tener otra nacionalidad, ni la necesito, aunque me haría bien por los visados. Por ejemplo, no puedo viajar a Reino Unido ahora mismo. No tengo visa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;&lt;strong&gt;¿Cómo?&lt;/strong&gt; Me lleva un mes conseguir una y estoy tan harto que ya no me da la gana. Me hacen rellenar 25 páginas en Internet, preguntas tan absurdas como: ¿qué parte de sus ingresos dedica a su esposa? ¿Sabe lo que les respondo?: ¡el 100%! Luego me fui a mi cita, al consulado británico en Múnich, y me trataron tan mal que me largué.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Usted, en la generación de directores precedente a las más jóvenes, rompió una barrera: la de que los músicos de Asia dominaran un terreno meramente occidental. La generación pujante ahora, los Lang Lang, los Dudamel, también son ajenos a lo occidental, pero se han convertido en su esperanza. ¿Qué opina? ¿Qué les recomienda?&lt;/strong&gt; No existen nacionalidades en la música ni en la cultura. Son muy obtusos quienes opinan en esos términos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Pongámonos utópicos. Qué bonito sería un mundo sin esas fronteras.&lt;/strong&gt; Tan bonito como horrible sería un mundo sin música. Imagíneselo. Imagínese que durante una noche no se diera ningún concierto en el mundo. Sería espantoso. No podríamos vivir sin eso, y quienes nos lo quieren arrebatar son criminales y ya está.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080;&quot;&gt;&lt;strong&gt;¿Quiénes?&lt;/strong&gt; ¡Los políticos! ¡Necesitamos dinero para que esta orquesta vuelva a tener 96 músicos! ¡Lo necesitamos!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080; font-size: small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;¿Sigue siendo idealista?&lt;/strong&gt; No puedo evitarlo. Necesito serlo. Si no soñamos, ¿cómo funcionaría esto? Para ser realistas hay que soñar. No podemos dejar de hacerlo. Le voy a dar algunos ejemplos. Uno. Me encantaría llevar a la Filarmónica de Israel a El Cairo, a Ammán. Ahora es difícil, no lo hicimos en tiempos menos convulsos. Lo propuse en su día ante los Gobiernos, que fuéramos como un gesto cuando estábamos en paz. No había manera. Eran incapaces de verlo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000080; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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