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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
Será que os hospitais poupam muito dinheiro na baínha daquelas batas que nos mandam vestir?
É que mandam-nos ficar em cuecas e vestir uma bata. A bata é para crianças sem peito e não cruza. Para melhorar as coisas, mal tapa o rabo... depois, para piorar, metem um espelho naqueles vestiários, como se uma pessoa precisasse de ver-se naquela figurinha... se tentamos cruzar a bata vem toda para cima, se a puxamos para baixo... enfim, depois cruzamo-nos com outros nos corredores -homens e mulheres-, todos nesta figurinha de batinha babydoll.... enfim, todos não, já vi que há umas batas que chegam ao joelho e cruzam mas a mim nunca me calham essas... A certa altura temos que esperar sentados antes de virem tirar o catéter. Bem, aí ainda é pior, quer dizer, tentarmos sentar com alguma dignidade com um babydoll que se abre por todos os lados... chiça, mas não têm dinheiro para mandar baixar a baínha das batas e pôr mais um bocadinho de pano no peito? É que uma pessoa já não tem idade para andar a passear de mini-saia pelo rabo. Aquilo parece-me sempre que estou dentro de um sketch do Monty Python.
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