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Coisas boas

por beatriz j a, em 30.01.18

 

 

Apesar de ser ridículo, dado estarmos no século XXI, o facto de ter sido escolhida por esta orquestra de machistas presunçosos encartados é um sinal muito positivo.

Marin Alsop é a primeira maestrina a dirigir uma grande orquestra de Viena

...em Viena, o mundo da clássica e suas formações musicais é reconhecidamente hermético no que toca à igualdade, não só em termos de paridade e género mas também na resistência à contratação de músicos não caucasianos, por exemplo. A importante Filarmónica de Viena só contratou e incluiu na sua formação permanente uma mulher pela primeira vez em 1997 – a harpista Anna Lelkes. Até então, e mesmo depois desse feito, eram evocados motivos como “a união emocional” da formação ou as dificuldades em lidar com as licenças de maternidade. Em 2005, Simone Young dirigiu-a pela primeira vez na história, mas numa actuação de ocasião.

Alsop vai trabalhar com os músicos em todas as frentes: temporadas de concertos, sessões para registos em CD ou DVD, produções de ópera, digressões e actuações ao vivo para a rádio.

“A paisagem das orquestras mudou quase de um dia para o outro quando as audições começaram a ser feitas atrás de telas”, dizia ao Guardian em 2013 – as famosas “audições cegas”, em que os avaliadores não sabem quem presta provas, do seu género à sua etnia ou idade.

 

publicado às 12:51


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