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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
Na base da argumentação dos bancos estava a ideia que não deviam pagar impostos sobre algo cujo valor já estava dado como perdido através de uma imparidade. Mas comprometiam-se a pagar esse imposto quando conseguissem voltar a dar valor a esse activo, depois da sua recuperação. Durante esse período, passavam o crédito fiscal da coluna de passivos para a de activos, libertando os capitais desse peso. E o Estado assumia o ónus dessa dívida.
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