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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
Foram feitas entre Dezembro de 2015, no rescaldo da crise da Ucrânia e Fevereiro de 2017, já com Trump eleito. É uma entrevista obrigatória para quem se interessa pelo que se passa no mundo. É uma oportunidade de perceber o indivíduo e a sua política, coisa que Oliver Stone, com paciência e pézinhos de lã, consegue fazer entrever, umas vezes pelo incómodo de Putin, outras pelas não respostas. Nos dois primeiros episódios, que passaram nos EUA ontem e antes de ontem vemos o Oliver Stone a criar um ambiente de confiança e a crescer na seriedade da entrevista, de modo que, espero, no episódio de hoje e no de amanhã, as coisas sejam ainda melhores.
O que vemos, entre outras coisas, é que Putin é um tipo muito inteligente e culto, com um pensamento sistematizado acerca de questões da História das nações, da diplomacia, das relações internacionais, da psicologia das nações, da economia e finanças dos países e, como ex-KGB que é, dos bastidores dos centros de decisão. Depois, é vaidoso, tem imenso orgulho na sua inteligência e argúcia, na sua ascensão ao poder e nas suas capacidades de liderança. Bem, isso tinha que ter ou não estaria onde está.
Enfim, as entrevistas têm tanto conteúdo que há muita coisa para ver e ler nelas. Muito interessantes.
Hoje passa o 3º episódio e amanhã o 4º e último, o que significa que depois de amanhã já estão todos no youtube.
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