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Agora temos estas pessoas...

por beatriz j a, em 28.07.19

 

A deputada Clara Marques Mendes (na foto) recebeu, nesta legislatura, do Parlamento, mais de dois mil euros por mês de subsídio de deslocação para Fafe... apesar de ter casa em Lisboa. Foi denunciada a situação, publicamente, em 2018. Não consta que tenha devolvido um euro ou que se tenha arrependido. Por este tipo de comportamento, foi agora premiada. É candidata em Braga, às eleições de Outubro, pelo Partido Social-Democrata.
(é irmã de Luís Marques Mendes, traficante de influências e manipulador de informação).

publicado às 17:59


2 comentários

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De Maia Otelo a 30.07.2019 às 21:15

E isso de ter casa é?
Tem habitação própria em Braga e como trabalha em Lisboa, arrendou um quarto, arrendou uma casa ou comprou uma habitação secundária em Lisboa?
Há muitos estudantes e professores deslocados (e juízes e médicos e mais uma data de malta) que gostam de ter uma ligação à terra onde nasceram e utilizam a lei (acho que não foi a Clara Mendes que escreveu a lei) pela simples razão que a lei existe. Da mesma forma que os funcionários da CP não pagam bilhete para andarem de comboio ou que os professores não compram os livros das disciplinas que leccionam; infelizmente, há sempre pessoas com pedras na mão para atirarem aos outros.
Eu se quero ler um jornal ou um livro, compro-o; a Beatriz faz o mesmo?
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De beatriz j a a 30.07.2019 às 21:44

Ela tem uma casa em Lisboa. O que acontece, como muito bem sabe, é que muitos deputados indicam a casa dos pais lá na província, onde não moram, para depois receberem subsídios de deslocação fictícios. É por isso que foi denunciada.

Isso de dizer que a lei existe é uma piada? Os deputados fazem as leis para se beneficiarem e depois alegam que usaram a lei porque a lei existe??

Os professores não têm nenhuma ajuda nem subsídio e estão mesmo deslocados e afastados das famílias. Era o que faltava que tivéssemos que comprar os manuais para leccionar. é preciso descaramento para comparar o manual que os alunos usam e custa 30 euros, uma vez apenas aos 2000 euros todos os meses que a deputada recebe 'porque há uma lei que o permite'...

Mas fique sabendo que pagamos as folhas que usamos, os computadores que usamos, as canetas, os carros, a gasolina e sim, os livros que lemos e que não têm sequer desconto no IRS, apesar da nossa profissão ser a de professor, também pagamos a formação que fazemos obrigatoriamente e os nossos bilhetes da bola ou do teatro. Pagamos às vezes as visitas de estudo dos alunos que não têm dinheiro ou os óculos ou o que for preciso. E trabalhámos dez anos a descontar impostos e a ajudar alunos e roubaram-nos esses dez anos de trabalho.

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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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