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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
“Há má-fé e preconceito contra os enfermeiros”, diz bastonária dos Enfermeiros
Só um cego não reconhece nesta campanha de Costa contra os enfermeiros, a técnica dos governos PS contra os funcionários públicos, sejam enfermeiros, professores, médicos ou juízes ou professores precários universitários, excepto os adjuntos e assistentes dos gabinetes ministeriais que todos os anos engordam inutilmente o OE. Digo inutilmente porque nem salvam vidas, nem educam o povo, nem mantêm a ordem social. Agora até essa Martins que quer ser governo também se põe contra os enfermeiros para caçar votos.
Ultimamente ando muito por hospitais e falo muito com outros doentes oncológicos que andam por hospitais públicos. Conheço a experiência das pessoas em Santa Maria, no Pulido Valente, no IPO, na Estefânia. Os hospitais estão nas últimas. Há falta de enfermeiros. Os enfermeiros portugueses fogem daqui para o estrangeiro onde já não os deixam voltar porque são muito bons. Tenho várias ex-alunas enfermeiras em Inglaterra. Dão-lhes tudo e pagam-lhes tudo. Vêm recrutá-las porque sabem que aqui ninguém as quer. Os portugueses lá fora têm reputação de serem muito trabalhadores e responsáveis. E são-no. Temos falta de enfermeiros, falta de portugueses que asegurem as gerações vindouras mas estes imprestáveis tratam as pessoas como coisas.
Há enfermeiros a fugir dos hospitais para os centros de saúde porque estão no limite do cansaço. Mas o Costa e o Centeno e a Martins só têm palavras de exclusão e demagogia para eles. Obscenos.
E a bastonária tem razão quando fala em preconceito e má-fé. Advêm de campanhas que os pseudo-jornalistas se prestam a fazer para destruir as pessoas, para pôr o povo contra as pessoas e destruir as suas vidas e carreiras. Porque só o Centeno, o Costa e os políticos têm direito a ter uma vida digna. O povo, como já se diz em voz alta nos jornais, não tem direitos a aspirar a equidade porque isso obrigava o Costa e os outros políticos a pagarem os carros de 100 mil euros de que não prescidem.
Já tentaram inúmeras vezes dar cabo da bastonária com calúnias de toda a espécie. Os jornais já lhe chamaram tudo.
Já fizeram o mesmo com os professores.
Hoje uma colega contou-me que foi com a mãe, que tem 80 anos, ao hospital, para um tratamento. Antes de sair do hospital pediu uma declaração de presença para apresentar na escola. O técnico disse-lhe que não passava, mandou-a trabalhar, disse-lhe que a mãe não precisa dela e que ela não tinha que estar a faltar às aulas. Um colega contou que foi com o filho pequeno ao hospital por o miúdo estar doente. Quando pediu uma declaração de acompanhamento do filho o técnico do hospital perguntou-lhe se o filho não tinha uma avó que o trouxesse e acrescentou que ele devia estar nas aulas. é assim que hoje em dia tratam os professores. Esta falta de respeito e mau trato resulta do preconceito e má-fé instigados pelo governo do Sócrates com a conivência dos pseudo-jornalistas prostitutos. É resultado da campanha contra os professores da Rodrigues e do Sócrates, no governo onde o Costa era o grande amigalhaço e companheiro político dessa gente absolutamente nojenta. E, pelos vistos, copiou-lhes algumas coisas.
Pois agora estão a ver se fazem o mesmo aos enfermeiros. A luta dos enfermeiros é uma luta do povo, porque é o povo que tem de ir aos hospitais públicos e ficar horas e horas sem atendimento ou tratamento por não haver enfermeiros que cheguem. Nem médicos. Porque o dinheiro vai para os corruptos e para os incompetentes impunes dos que estão no Montepio e quejandos por ordem do Costa, o tal que foi para o governo para acabar com a pobreza imposta às pessoas.
É um demagogo sem vergonha.
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