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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
Isto é em Inglaterra mas cá vamos pelo mesmo caminho.
Custa perceber que o sistema universitário britânico se tenha tornado uma grande empresa, com reitores-CEO a receber entre 250 mil e 450 mil libras por ano em salários e benefícios. Um sistema em que os estudantes são consumidores (e têm sempre razão?), o ensino mercantilizado e os professores funcionários “uberizados” fornecendo um “serviço”.
As universidades equivocaram-se quando nos deixaram fazer três semanas de greve, pensando que daqui sairíamos desmoralizados ou vencidos. Porque foram dias suficientes para percebermos quem está do nosso lado.
Muitos edifícios continuam ocupados por alunos. Haverá mais 14 dias de greve na época de exames, em Maio. Isto é só o princípio.
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