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VPP fala sem saber

por beatriz j a, em 25.01.14

 

 

Praxes: igual à máfia?

Vasco Pulido Valente

 

Os seis mortos da praia do Meco (e o único sobrevivente dessa excursão nocturna) frequentavam a Universidade Lusófona. Todo o mal vem daí.

As dúzias de instituições que se declararam “universidades” não tinham qualquer espécie de semelhança com a verdadeira coisa.

 

Dizer que o problema das praxes tem a ver com a falta de qualidade das Universidades é estar completamente a leste do que se passa todos os anos nas Universidades -públicas, privadas, com prestígio, sem prestígio, caras ou baratas- de norte a sul do país. Ademais, a descredibilização do ensino superior é um problema que se alastrou a todas as Universidades (não apenas aos Politécnicos e/ou Universidades privadas) desde a sua 'bolonhização' (embora não apenas por isso porque o problema é mais complexo) e, não é apenas português, é global.

 

 

publicado às 19:13


universidades - regime de fundações

por beatriz j a, em 03.08.12

 

 

 

 

Reitor da Universidade do Porto perplexo com extinção do regime de fundações

O reitor da Universidade do Porto (UP) declara-se perplexo com a intenção do Governo de acabar com o regime de fundações. Em declarações à Renascença, Marques dos Santos defende que o regime de fundação adoptado há três anos tem produzido bons resultados.


O reitor da UP aguarda esclarecimentos e lamenta que os principais interessados ainda não tenham sido informados sobre a proposta do Ministério da Educação.

“Há um conselho de curadores formado pelo Governo que é quem superintende à fundação; há pessoas de gabarito que estão envolvidas nestas coisas que têm de ser informadas”, defende.

Marques dos Santos lembra que “é um regime que deu muito bom resultado em que mostrámos responsabilidade e utilização criteriosa das verbas públicas”.


É fácil notar que a tomada unilateral de decisões sem informar ou levar em conta a opinião dos interessados é um padrão de acção do ministro Crato. Independentemente do mérito das escolhas a falta de respeito democrático pelas pessoas que são atingidas pelos processos é cada vez mais notória.

As pessoas vão para os governos no pressuposto que os votos das eleições são um mandato em branco, à maneira dos que o Otelo punha na mão do Copcom, para fazerem o que querem e como querem.



publicado às 12:01


Uiversidade à portuguesa à moda do Relvas

por beatriz j a, em 11.07.12

 

 

 

 

publicado às 14:21


cursos e formações

por beatriz j a, em 03.06.11

 

 

 

 

A minha universidade -a Nova- está com uns cursos de Verão interessantes e que, ainda por cima, dão créditos. Estou tentada. São pagos, claro, mas é melhor que pagar por porcarias naqueles centros e em horário nocturno pós-laboral.

Há muito tempo que acho que a formação continua de professores obrigatória devia ser feita de 5 em 5 anos ou de 6 em 6 anos e consistir numa pós-graduação de um ano numa faculdade, em regime de sabática. À primeira vista parece uma coisa muito cara, ter uma quantidade de professores fora da escola, mas não é porque revitalizava os cursos universitários (alguns dos quais andam às moscas, como se sabe) e todo o universo académico e editorial. Fomentava a qualidade profissional dos docentes. Os professores estarem um ano sem dar aulas de vez em quando não significa que não fizessem outros trabalhos na escola, ou para a escola. Só não davam aulas durante esse ano, ou tinham apenas uma turma, por exemplo.

Acho dramático, para o nível e a qualidade de educação que se quer para o país, os professores serem incentivados a estarem afastados dos meios académicos superiores.

Hoje em dia, ou nós temos a iniciativa de manter a ligação com os meios académicos superiores e frequentamos cursos, congressos, etc., ou estamos reduzidos à mediocridade das formações a que o ministério obriga. Muitos professores, mas muitos mesmo, porque há muito que não fazem outras formações que não essas dos centros de formação ou mestrados em ESES (geralmente sobre temas de educação em estilo eduquês) para subirem na carreira, têm um discurso ultrapassado, copiado de jornais e revistas...

 

publicado às 19:48

 

 

 

Há alunos a desistir de estudar. Faculdades criam gabinetes de emergência.


As universidades e os institutos politécnicos criaram gabinetes e serviços de apoio de emergência para ajudar os alunos que estão em situação limite de esforço financeiro a manterem-se nos cursos. Em causa está o atraso de cinco meses no pagamento das bolsas de estudo e a percentagem de exclusão dos candidatos deste apoio social - na ordem dos 30% em cada instituição de ensino superior - que está mesmo a levar alguns alunos a desistirem da universidade. É o caso de um estudante da Universidade do Minho, que preferiu não ser identificado. O aluno, que frequentava o 3º ano da licenciatura de Engenharia de Gestão Industrial, foi ontem excluído do sistema de bolsas e acabou por desistir de frequentar a universidade.

"Contava com o apoio da família para pagar as propinas mas como a minha mãe ficou de baixa, tentei candidatar-me à bolsa, pela primeira vez, e a colabora que presto na secretaria da universidade e de ter um trabalho em ‘part-time', não é suficiente para pagar as propinas e é impossível continuar a estudar", lamentou em declarações ao Diário Económico.

 


publicado às 09:55


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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