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Disappearing Acts

 

> George Scialabba

 

Economics is full of wonderful concepts. One of my favorites is “effective demand.” Like a magic wand, it can make billions of people disappear.

 

Suppose a farm can produce 100 pounds of food and there are 100 very hungry people who’d like to eat it but have no money. You might think that there’s a demand for 100 pounds of food. Silly you! There’s a need for the food, of course. But this is civilization: you can’t demand something just because you need it. If food costs a dollar a pound and each person has ten cents, then there’s ten dollars of effective demand. If each person has 25 cents, there’s $25 of effective demand. In that case, any sensible farmer-capitalist would produce only 10 or 25 pounds of food. Supply has to equal demand, and demand equals need plus money.

 

But what about those 100 people and their needs? Well, they exist, I suppose, in some world or other, but not in the market economy. In the market economy, if you’re not a cost or a revenue source, you don’t exist. Some of those people may have once lived on the land now owned by the farmer-capitalist and have been been physically expelled. Others may have been expelled from their jobs by factory-capitalists, often at the behest of finance-capitalists. In any case, all of them have been expelled from the Promised Land of the Market and condemned to wander in the outer darkness, invisible.

 

According to Columbia University sociologist Saskia Sassen in her new book Expulsions: Brutality and Complexity in the Global Economy (Harvard University Press, 286 pages, $29.95), the above is not a just-so story. There has been a shift in the logic of global capitalism. Until the 1980s, the fundamental dynamic was inclusion: bringing ever more people and resources into the economy and society, for example, by incorporating subsistence producers and self-governing communities into market relations and citizenship. For the last several decades, the logic has been one of exclusion: excluding vast numbers from their livelihoods, their land, or their homes; excluding vast areas of land and ocean from the biosphere; and excluding vast quantities of resources (above all, water) from the global commons.

 

(...) Saskia Sassen in her new book Expulsions: Brutality and Complexity in the Global Economy (Harvard University Press

 

 

publicado às 20:06


💖 O encanto da floresta

por beatriz j a, em 03.01.14

 

 

 

Nada como a floresta para nos lembrar e, fazer sentir que somos da Terra, organismos vivos, dentro de um outro organismo vivo, total.

 

 

 

Argyll Forest Park (di Max Smith TV)

publicado às 00:28


🌍 Perspectivas

por beatriz j a, em 26.12.13

 

 

 

NASA

 

publicado às 15:18


Porque é que matamos o planeta?

por beatriz j a, em 16.11.13

 

 

Landsat satellite data reveal that nearly three times more forest cover was lost than gained worldwide in the 21st century.

map-Global-Forest-Change-FINAL.jpg

Dan Vergano

National Geographic


 

publicado às 09:02

 

 

 

 

 

A que os homens fazem às mulheres. Todos os dias. Em todo o lado. Nuns sítios piores que noutros mas, em todos os sítios do planeta. Agora há um programa na TV dinamarquesa onde o apresentador mais um convidado fazem críticas e gozam com uma mulher nua em frente deles: fazem comentários ao corpo, riem-se de características do corpo, condenam se não fez depilação disto ou daquilo, depreciam-na e reduzem as mulheres a corpos que devem agradar aos homens.... pois, na Dinamarca! Temos um planeta ainda governado pela força bruta. Outro dia perguntavam à Merkele, numa entrevista, o que é que os homens têm que ela gostsse de ter e ela respondeu, 'a voz grave e a habilidade para cortar troncos de madeira'. Já fiquei a gostar dela!

Hoje o papa Xico, a propósito do dia da mãe falou de virgens... a virgem Maria para aqui e a virgem Maria para acolá... acho este papa pior que os outros porque sendo a mesma coisa é muito mais demagogo. Alinha em cenas mediáticas de pagar o café do seu bolso e de viver fora do Vaticano mas depois a postura é a mesma, o discurso ofensivo para as mulheres a defender a supressão das suas liberdades e direitos é o mesmo, o banco do Vaticano com as suas ligações às armas está na mesma, os pedófilos continuam a ser protegidos... ... há muita coisa a fazer para melhorar a justiça no mundo e erradiccar o sexismo é a mais importante porque o sexismo aniquila e mantém na escravatura a quase metade dos seus habitantes.

 

 

A primeira-ministra da Tailândia, Yingluck Shinawatra, intentou uma ação por difamação contra um conhecido cartoonista, por a ter comparado a uma "prostituta" num comentário na sua página do Facebook, revelou hoje a imprensa local.


Somchai Katanyutanan, de 72 anos, conhecido como Chai Rathcawat nas colaborações com o jornal Thai Rath, fez o comentário depois do discurso, esta semana, de Yingluck Shinawatra num fórum na Mongólia no qual criticou o golpe militar de 2006 que depôs o seu irmão, Thaksin Shinawatra.


 

"Por favor, entendam que as prostitutas não são más mulheres. As prostitutas apenas vendem o seu corpo, mas uma mulher má vende toda a nação", escreveu Somchai na sua página no Facebook, que também publicou uma fotografia de Yingluck com o Presidente da Mongólia, segundo o Bangkok Post.

 

publicado às 12:28


da série 'planeta Terra': em rotação

por beatriz j a, em 23.06.11

 

publicado às 20:53


dá que pensar...

por beatriz j a, em 24.03.11

 

 

 

 

publicado às 18:46


planeta belo - fiord Hardanger

por beatriz j a, em 01.10.10

 

 

 

Alguns sítios, paisagens, do planeta, são tão puros, tão selvagens, majestáticos que limpam a alma do opressivo quotidiano mundano. Parece que estamos no princípio do mundo quando tudo era intocado. Restauram a fé.

 

 

 

 

publicado às 17:10


ainda cá estamos

por beatriz j a, em 01.01.10

 

 

 

 

publicado às 11:22


copenhaga

por beatriz j a, em 07.12.09

 

 

 

Está o planeta dependente dos políticos em Copenhaga. Se o Obama, que é o mais 'verde' presidente dos últimos 20 anos não conseguir nada, ficaremos com a corda na garganta.

A mim, o que me custa é ver que foi a minha geração que lixou o planeta depois da guerra, quando tinha os conhecimentos e os meios de ter escolhido outro caminho. Isso e pensar que deixamos para as gerações seguintes problemas maiores - e nem sequer nos preocupamos em educá-los, formá-los, para enfrentarem esses problemas.

É triste.

 

 

 

publicado às 21:06


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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