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Governo da República, empresa familiar

por beatriz j a, em 23.03.19

 

(..."...Mafalda Serrasqueiro, filha do deputado socialista Fernando Serrasqueiro e mulher de Pedro Delgado Alves, também ele deputado do PS, foi nomeada chefe de Gabinete de um secretário de Estado. Cresce o número de familiares de altos dirigentes socialistas no Governo de António Costa..."...)...

Em resposta conjunta enviada ao CM, a chefe de gabinete e a Secretaria de Estado limitaram-se a referir que Mafalda Serrasqueiro "possui as qualificações necessárias para o cargo". 

 

Pois tem, é da família...

... e o Presidente papa tudo...

 

Uma dúvida: se isto é o que fazem às escancaras, o que fazem atrás das portas...??

 

publicado às 19:37


As prioridades do regime

por beatriz j a, em 04.03.19

 

Alunos excecionais esperam três anos para receber bolsa

 

É claro que se fosse para o Novo Banco tinham-no recebido em três dias.

 

publicado às 06:34


O despudor disto tudo

por beatriz j a, em 02.03.19

 

Fundo de Resolução quer certificação das contas do Novo Banco e recorre aos 850 milhões do Estado

O banco anunciou que vai pedir uma injeção de capital de 1.149 milhões de euros ao Fundo de Resolução.

O Fundo de Resolução indicou esta sexta-feira que vai recorrer ao empréstimo acordado com o Estado, com o limite anual de 850 milhões de euros,


O limite anual é de 850 milhões de euros! Todos os anos podem ir sacar 850 milhões do nosso dinheiro para tapar os rombos. E mesmo assim não chega. E o tipo do Novo Banco, mais um coveiro em conluio com o Costacenteno, só tem que pedir 1.149 mil milhões ao dogmático que se acha Deus que ele dá-lhe no dia a seguir.

Andamos aqui numa guerra por 300 milhões para pagar quase dez anos de bom trabalho prestado por 120 mil professores e por mais uns milhões para a saúde e depois vem este tipo e pedincha aos mais de mil milhões por ano e dão-lho. E ainda lhe hão-de dar prémios e prebendas pelo serviço. E o Presidente há-de condecorá-lo com uma medalha de mérito.

 

E porque estamos num país de corruptos e somos governados por eles, ele até tem o despudor de dizer que poderá não ser a última vez que os portugueses são chamados a contribuir.

 

publicado às 07:14

 

... mas como quem parte e reparte tem as coisas à borla, não sabe o que é pagá-las. Nem quer saber.

 

Dos 3,99 para 35 ou 98 euros. Quanto vão pagar os utentes da ADSE pelas consultas nos privados a partir de abril

 

publicado às 21:15

 

Emigração dos enfermeiros voltou a duplicar em 2018

No ano passado, mais de 2700 enfermeiros pediram à Ordem o certificado que os habilita a trabalhar noutros países. É mais do dobro dos 1286 pedidos apresentados em 2017.

 

publicado às 21:08


Um é dogmático e o outro faz bullying

por beatriz j a, em 24.02.19

 

O Costa faz bullying. Ele é muito parecido com a Rodrigues nas práticas e com o Sócrates nas ambições e modos; quer isto dizer que, como o Sócrates não admite desacordos e desobediências às suas palavras e opiniões e tenta manipular os contextos. O Sócrates tentava calar e usar os meios de comunicação, Costa enfia famílias inteiras de begonhos e serventes no governo e administração pública. Como a Rodrigues, quando o contrariam, como não tem valores democráticos de respeito pelos outros, persegue, chama nomes, mente, faz ameaças, tenta proibir os direitos dos outros, etc. 

 

O outro é um padre só que da igreja das finanças: acredita por tradição, obedece à escola que o endoutrinou (é irmão do Gaspar) e do alto do seu púlpito nega indulgências a quem não contribuir para o poder da sua igreja. Não suporta os hereges.

 

Costa só dará algo aos enfermeiros se pensar que isso é indispensável para a manutenção do poder. E com os professores ou outros quaisquer será a mesma coisa. Não é uma pessoa que respeite os outros e tenha valores democráticos. Só discute se for a isso obrigado e sempre que puder esconde, engana e manda.

 

Rui Rio diz que Governo tem discursos contraditórios em relação aos enfermeiros

O presidente do PSD, Rui Rio, disse hoje em Coimbra, que “o Governo não pode ter duas palavras”, dois “discursos contraditórios”, em relação às revindicações dos enfermeiros, um veiculado pelo primeiro-ministro e outro pelo ministro das Finanças.

 

publicado às 16:10


A chatice dos factos

por beatriz j a, em 20.02.19

 

Portugal continua a receber periodicamente a visita da Comissão Europeia (CE), do Banco Central Europeu (BCE) e do Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE). Foi assim ainda no passado mês de Novembro, para a nona missão pós-programa da troika. Ora, o “9th Post-Programme Surveillance”, divulgado este mês de Fevereiro, (...) na página 18 deste relatório que se encontra um parágrafo, no mínimo intrigante, (...)

 

The spending review is planned to be continued in 2019. According to the 2019 DBP, it is expected to yield savings of EUR 236 million across several parts of the public sector in 2019. Around half of these savings are expected to come from health and education, while measures in the justice system, internal administration as well as the more efficient use of public assets and the growing use of centralised procurement are expected to contribute the other half.”  Numa palavra: o Governo socialista, apoiada pelo BE e pelo PCP, compromete-se com cortes na ordem de 236 milhões de euros no sector público, sendo que metade desse valor afectará o sector da Saúde (já hoje à míngua) e o sector da Educação.

 

Aqui chegados, e depois de conhecidos os dados da UTAO (Unidade Técnica de Apoio Orçamental), que deixa claro que o investimento público, em 2018, ficou 1180 milhões de euros abaixo do previsto, pode-se afirmar, factualmente, que o Governo socialista é o campeão da não execução de investimento público e tem ganha a taça dos maiores cortes no sector público. O ponto é que este é um Governo enganador: no início de cada orçamento que lança, anuncia valores altos de investimento público; durante uma semana, ministros e apoiantes do Governo desdobram-se em loas ao investimento público. No final do dia, tudo é um logro.

 

Hugo Soares, Um Governo; um logro

 

publicado às 07:32


Títulos de hoje pra começarmos bem o dia...

por beatriz j a, em 14.02.19

 

Centeno agrava cativações do Estado Finanças aplicam uma retenção inicial de 30%, o dobro do habitual, no dinheiro transferido do Orçamento do Estado para os serviços. (isto ao mesmo tempo que enfiam mais mil milhões no Novo Banco...)


Ministério ‘esconde’ valor de pareceres sobre greve dos Enfermeiros Foram contratados advogados externos para analisar juridicamente os dois protestos. (apesar de ter um gabinete jurídico. Para contratar assessores e cnsultores nunca falta dinheiro)

 

 

publicado às 07:28


Verdades acerca do Partido dos Socráticos

por beatriz j a, em 23.01.19

 

Mário Nogueira: “Se o PS tiver a maioria absoluta a carreira, tal como ela existe hoje, está liquidada”

 

56 mil professores foram ultrapassados por colegas 11 mil docentes passam na carreira colegas mais experientes. Fenprof apresentou problema na Provedoria de Justiça.

 

publicado às 20:47


Notícias alfaiate

por beatriz j a, em 10.12.18

 

É por estas coisas que o jornalismo do país está nas últimas. Prestam-se a qualquer serviço menos ao de serem jornalistas. What a joke.

Portugal poupa 100 milhões com pagamento antecipado ao FMI

 

publicado às 22:19

 

... ahh, espera lá! A culpa deve ser dos professores. Adivinha quem paga? Os nove anos de  congelamento das carreiras dos professores mais os 30 mil despedidos.

Novo Banco e lesados do BES agravam despesa em 913 milhões este ano

 

publicado às 19:01

 

...porque o Costa quis fazer um brilharete em Bruxelas com o nosso dinheiro.

Entretanto, na minha escola e em muitas outras do país não há professores de TIC. A bolsa de recrutamento não tem ninguém. Os professores de TIC foram despejados no tempo da troika e do outro esperto, o univitelino do Centeno, o tal Gaspar e, arranjaram empregos onde ninguém os trata mal, fazem-lhes contratos e lhes pagam como deve ser.

Aqui na cidade também há duas escolas que não arranjam professores de Geografia. Tiveram que dividir as turmas pelos professores que há na escola que agora não aguentam o trabalho. Em breve não haverá professores de coisa alguma. Ninguém quer ser professor, os cursos via ensino estão vazios... nem arranjam emprego nas escolas e quando arranjam é para andarem como contratados vinte anos a ganhar mal e a serem tratados como unidades de custo.

 

Também não há dinheiro para contratar enfermeiros e médicos. São todos tarefeiros.

Li que os voluntários para as forças armadas aumentaram imenso... pois... 4.7 mil milhões é um argumento muito mais forte que educar as crianças e jovens do país.

 

O futuro do país é matar pessoas. É nisso que o Costa e o Centeno apostam, sobretudo para impressionar Bruxelas e a NATO. A educação? Ahh, isso é um luxo que não podemos suportar.

 

Costa e Centeno: poços sem fundo de ambição e cegueira.

Fazíamos mais pela defesa do país repovoando a fronteira de alto abaixo antes que os espanhóis se instalem na parte portuguesa como quem não quer a coisa e reivindiquem, por usucapião, o território nacional, como já fizeram mais ou menos com Olivença. Mas para isso não há dinheiro. Só há dinheiro para impressionar generais que querem impressionar a NATO. Com o nosso dinheiro. É fácil armarem-se em chico-espertos com o dinheiro dos outros. Depois o Centeno diz que não cede a populismos... que é o nome que ele dá aos direitos dos trabalhadores.

 

Forças Armadas têm mais 1,6 mil milhões de euros Governo vai atribuir à Lei de Programação Militar uma verba total superior a 4,7 mil milhões de euros.

publicado às 19:59


É isto: uma carga fiscal insustentável

por beatriz j a, em 20.11.18

 

O Centeno só sabe subir impostos e cativar despesa. De finanças não parece perceber coisa alguma porque o que ele faz qualquer um sabe fazer. Ele o Costa são os cobradores sem fraque.

A carga fiscal insustentável

 

publicado às 18:19

 

 

O pacto de silêncio no Orçamento 2019 

Mais uma vez, em 2019, os grandes grupos económicos irão ser favorecidos com milhares de milhões, numa dimensão que ninguém imagina.

(Paulo de Morais)

 

O Orçamento do Estado (OE) foi entregue no Parlamento, apresentado publicamente; mas muitas das suas principais medidas continuam ocultas da opinião pública. Mais uma vez, em 2019, os grandes grupos económicos irão ser favorecidos com milhares de milhões, numa dimensão que ninguém imagina. Em participações de capital irão ser enterrados milhares de milhões, sem benefícios directos para os cidadãos, e em quantias nunca antes atingidas.

 

O OE de 2019 funciona como um jogo de sombras. A sua maior rubrica é constituída por despesas excepcionais. São dez mil e cem milhões de euros disfarçados, mais de 10% duma despesa total de cerca de 90 mil milhões. É uma verba superior ao que se gasta em Saúde, em Educação ou em qualquer outra função primordial do Estado. As “excepções” consomem, no seu conjunto, 75% por cento do que se colecta em IRS! Mas, para além de extra-ordinárias, as despesas são iníquas. São despesas excepcionais as contribuições para o Fundo de Resolução da Banca, no valor de mil e setecentos e cinquenta milhões de euros. Estas transferências constituem um apoio absurdo à Banca. Este Fundo foi constituído aquando da falência do BES como um contributo do Estado, que foi anunciado pela então ministra Maria Luís Albuquerque como irrepetível e recuperável. Foi então anunciado que o Fundo iria ser alimentado pelos bancos. Pois, contrariamente ao prometido, vamos já no quarto ano em que milhares de milhões dos nossos impostos são enterrados numa banca perdulária, mal gerida e fonte de inúmeros negócios corruptos. Para além de contribuir para o Fundo de Resolução Nacional, o Estado contribui também para mecanismo idêntico, mas de âmbito europeu. Não só iremos pagar os desmandos dos banqueiros portugueses, como os de igual calibre em Estados estrangeiros.

No OE estão também previstas como extraordinárias as participações de capital, que orçam em quatro mil milhões de euros, representando um acréscimo de 64% face ao ano anterior. A que se soma ainda uma transferência para a Parpública de mil e duzentos milhões. Este tipo de gastos vem, aliás, na sequência de anos e anos de injecções de capital sempre mal explicadas, nas mais diversas entidades. Assim foi com o aumento de capital na Caixa Geral de Depósitos em 2017, de cerca de cinco mil milhões, que até hoje ninguém esclareceu; assim será em 2019, com montante equivalente.

 

Além de jorrar dinheiro a rodos no sector financeiro, além de canalizar fundos para empresas mal geridas, o erário público irá também alimentar, com recursos quase ilimitados, os concessionários das parcerias público-privadas (PPP), muito em particular as rodoviárias. No próximo ano serão mil e quinhentos milhões em rendas pelas ruinosas PPP rodoviárias. Esta verba é pornográfica, já que o valor justo seria de 340 milhões, o montante adequado da renda, em função de valor actualizado calculado pelo Eurostat-UE. O pagamento das PPP rodoviárias irá assim reflectir um custo cinco vezes superior ao valor do activo, à semelhança do que vem acontecendo nos anos anteriores e ao que está previsto vir a ocorrer nos próximos 18 anos. Só esta rubrica representará um desperdício anual de quase mil e duzentos milhões de euros.

 

Estes são apenas alguns dos inúmeros gastos perdulários efetuados com o dinheiro dos contribuintes, de forma camuflada, em 2019. Incompreensível é pois o silêncio duma Esquerda paralisada, com o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista a serem cúmplices da entrega de milhões à Banca e aos concessionários das PPP; inexplicável é também a conivência do PSD e do CDS que permitem, mudos e quedos, que o Estado continue a consumir recursos inimagináveis, sem as respectivas contrapartidas para os cidadãos contribuintes. E calada está também a imprensa dita livre, que aceita como válida a narrativa sobre o OE que a propaganda governamental lhe impinja. Talvez por preguiça (da maioria) dos jornalistas de Economia, que não lêem as 313 páginas do OE; talvez por incompetência, porque não sabem interpretar os quadros; ou – pior – porque se tornaram cúmplices dum sistema em que os grupos económicos manipulam toda a política e (quase) toda a informação.

 

publicado às 06:58


É isto

por beatriz j a, em 17.09.18

 

"No futuro ninguém quer ser professor: Mal visto, mal pago, maltratado”

Joaquim Jorge defende a classe docente, questionando, inclusive, o que sentiriam os portugueses "se perdessem mais de nove anos de serviço e que não tivesse efeitos para progredirem na sua vida profissional”.

O biólogo advoga que “não podemos continuar a dividir os portugueses que trabalham no privado e no público. Há muitas pessoas que trabalham no privado e que afirmam, de uma forma espúria, que são elas que pagam os salários dos professores! Pura ignorância, os professores pagam tantos ou mais impostos que um privado”.

 

publicado às 18:44

 

 

 

publicado às 12:00

 

 

 

publicado às 11:58


A chatice dos factos

por beatriz j a, em 11.09.18

 

 

Progressões na Função Pública só dão mais 1,60 euros Economista fez as contas ao descongelamento das carreiras 

O descongelamento das carreiras da Função Pública, que se iniciou em janeiro de forma faseada, teve um efeito quase nulo nos vencimentos dos trabalhadores do Estado. Em média, segundo um estudo, as progressões traduziram-se em mais 1,6 euros no salário mensal, mas há casos - como os dirigentes superiores e professores universitários - em que o salário ficou mais baixo.

Os dados permitem concluir que as carreiras mais beneficiadas, até abril, com as progressões foram as dos magistrados, com um acréscimo de 43,6 euros/mês. Pelo contrário, os docentes universitários perderam 13 euros.

Entre 2011 e 2015, ou seja, com o governo PSD/CDS, o número de trabalhadores das Administrações Públicas (Central, Local e Regional) foi reduzido em 78369 pessoas. Professores e assistentes operacionais foram os mais castigados.

Mesmo com o aumento do número de trabalhadores e com o descongelamento das carreiras dos trabalhadores , a despesa com pessoal nos primeiros sete meses de 2018 (11 286 milhões euros €) foi inferior à de idêntico período de 2017 (11 660 milhões euros) em 138 milhões.

CM

 

Entretanto:

 

Estado gasta 1100 milhões de euros fora da lei Inspetores encontram erros, infrações e comparticipações nas contas de entidades.

As contas verificadas dizem respeito a mais de uma centena e meia de entidades da administração central do Estado mas também de autarquias e empresas públicas, entre outras. No âmbito da ação fiscalizadora, o destaque vai para os "823 milhões de euros decorrentes de erros em demonstrações financeiras", segundo o relatório de atividade da IGF, agora divulgado. Foram igualmente comunicadas infrações financeiras e criminais no valor de 200 milhões de euros. De acordo com o mesmo documento, foram também realizadas comparticipações financeiras irregulares no valor de 21 milhões de euros e detetados 11 milhões de euros em falta.


publicado às 05:20

 

 

... cada vez mais encostada ao capitalismo desregulado do final do outro século.

 

As recomendações apresentadas pela comissão de justiça económica do IPPR para enfrentar a crise [em Inglaterra] são extremamente interessantes e - considerando as teses mil vezes repetidas ao longo dos 4 anos de governo do PSD e do CDS sobre a inevitabilidade do empobrecimento coletivo e a virtude intrínseca das políticas de austeridade - são, em absoluto, surpreendentes! Para promover a economia e aumentar a produtividade, recomendam a urgência da subida do salário mínimo, o reforço do papel dos sindicatos e da contratação coletiva, a participação dos trabalhadores nos conselhos de administração das empresas, uma definição legal das responsabilidades dos gestores e diretores das empresas para os obrigar a ter em conta a defesa dos consumidores e a sustentabilidade ambiental... e não apenas o montante dos dividendos a distribuir pelos acionistas! De facto, só os estados democráticos - individualmente ou em concertação - têm poder e legitimidade para disciplinar a iniciativa individual e para regular o "mercado livre".

Pedro Vasconcelos

 

publicado às 13:36

 

 

 

Primeiro: o facto de a junta médica mandar as pessoas voltar ao trabalho não significa que as baixas sejam fraudulentas. Em muitos casos a junta médica considera que a pessoa já recuperou, sobretudo nos casos de saúde mental como depressões, burnout, etc. que são sistematicamente desvalorizadas. Mas até já houve casos, como todos sabemos pelos jornais, em que mandaram regressar ao trabalho pessoas que estão a fazer tratamentos de quimio, pessoas sem mobilidade, etc., de modo que se calhar, quem sabe(?), o que é fraudulento é este título bombástico.

 

Segundo: nesta suposta poupança de 60 milhões, apenas 10 se referem a professores, no entanto, o artigo é de professores fraudulentos que fala e 'esquece' os outros que seis quintos que representam, não 10 mas 50 milhões...

 

É por estas e por outras perseguições a professores que o Costa e o Centeno são cada vez mais repugnantes.

 

Baixas na educação. Dos seis mil professores avaliados por juntas médicas, mais de metade teve de voltar ao trabalho

“A verificação de cerca de seis mil juntas médicas, no sector da educação no final de 2017, para identificar baixas por doença incorrectas, contribuiu para o regresso ao trabalho de mais de metade dos casos avaliados”, explicita o relatório.

No relatório do Orçamento do Estado para 2018, lembra o “Negócios”, o Ministério das Finanças já havia revelado que estava a preparar um plano para reduzir o absentismo, com o objetivo de poupar 60 milhões de euros - cerca de 10 milhões de euros eram referentes ao sector da educação.

 

publicado às 15:11


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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