Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]
no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau

Para contrariar os que defendem a prostituição e a sua regulação como um 'emprego qualquer', que não é, obviamente. Se o fosse, qualquer pessoa poderia ser chamada pelo centro de desemprego para ocupar um posto de prostituta...
Na verdade, a prostituição, feiras de sexo, etc., são formas de violência masculina (esmagadora maioria) sobre as mulheres e as crianças e fazem aumentar o tráfico, o crime e toda a indústria que vive da exploração das mulheres e contribui para o aumento do crime contra as mulheres.
A solução sueca -que resultou- é simples: penalizar o comprador, protejer a vítima, educar as forças de segurança e a população em geral.
O resto, as conversas sobre a normalidade da prostituição, a liberdade, etc., são enganos de cumplicidade com os criminosos que perpetuam a violência sobre as mulheres. Na prostituição o que há é uma relação de poder e superioridade do comprador relativamente ao objecto comprado. Os jovens são iniciados nesse machismo da ida às prostitutas (pelos pais, homens) como uma espécie de rito iniciático de masculinidade perpetuador da visão das mulheres como meros objectos de prazer masculino.
A indústria do cinema não pornográfico começou a contratar prostitutas para entrar em filmes (pois a maior parte dos papéis femininos no cinema é de objecto sexual) onde antes contratava actrizes, porque lhes paga menos e, de qualquer modo elas fazem melhor o papel de prostitutas. Aquela série absolutamente machista chamada True Detective, que tanto sucesso teve no passado, substituiu actrizes por prostitutas...
Uma professora da Escola Básica e Secundária do Cerco, no Porto, foi agredida pelos familiares de uma aluna. A docente, de 43 anos, sofreu vários hematomas ao ser agredida a murros e pontapés.
Tudo ocorreu por volta das 15h00 de ontem. A professora, que estava a dar aulas de Matemática a uma turma do 6º ano, confiscou um telemóvel a uma aluna, de 12 anos, na sala de aula.
No final da aula, a jovem foi tentar reaver o telemóvel, mas a professora disse que o ia entregar à direção da escola. Depois da situação, a aluna telefonou aos pais, através de um telefone de um amigo, e afirmou que a professora a tinha agredido.
Ao saber do incidente, os pais da aluna deslocaram-se à escola e agrediram a professora dentro de uma sala reservada aos docentes, situada no segundo andar de um dos edifícios escolares. Apenas a intervenção de um outro professor evitou que as agressões se prolongassem.
A situação gerou preocupação nos outros docentes da escola. "Estamos preocupados com a nossa segurança, pela forma como os pais conseguiram entrar na escola sem que ninguém os impedisse", disse um professor, que não quis ser identificado. As aulas foram canceladas da parte da tarde, devido a este episódio de violência. Os professores estiveram reunidos e exigiram que fossem tomadas medidas de segurança. Foi aberto um processo disciplinar à aluna, que pode agora vir a ser suspensa.
Cá para mim estes pais deviam ser proibidos de voltar a entrar na escola. Querem falar sobre a filha? Falem ao portão da escola. A aluna devia ser expulsa. A escola não pode ter um ambiente de pátio de prisão com ameaças e pancadarias.
Os pais conseguem entrar assim nas escolas porque as escolas têm uma dramática falta de funcionários de modo que não há maneira de vigiar nem um décimo do espaço escolar... e a maioria dos funcionários são contratados que passam uma parte do ano a aprender o trabalho para serem mandados embora no fim do ano e recomeçar tudo outra vez. Às vezes admiro-me que não haja mais casos destes...
Choca-me sempre estes pais que mandam os filhos para a escola para que os professores os eduquem enquanto eles os deseducam pelo exemplo que dão. E estes pais acreditam sempre nas coisas que os filhos dizem como se não vivessem com eles e não soubessem que os miúdos são miúdos e têm comportamentos de miúdos... a quantidade deles que se volta para nós e diz, ' o meu filho/a não mente' com ar categórico... mas qual é a criança ou adolescente que nunca mentiu...? Qual é a família onde os pais nunca apanharam os filhos a dizer mentiras idiotas para escapar a castigos...? Mas as pessoas são parvas? E nem se dão ao trabalho de averiguar, vão logo bater nas pessoas e armar confusão.
Em vez de controlarem o estudo dos filhos e lhes exigirem respeito pelos adultos em geral e os professores em particular, dão-lhes telemóveis e PSPs para os calar e não terem que se chatear.
Ainda ontem uma aluna me dizia que a irmã, que tem 8 anos, estava viciada na PSP... os pais começam desde cedo a treinar os filhos para serem viciados em jogos alienantes, maus estudantes, mentirosos e por aí fora.
Eu sei que estes que fazem estas coisas de agredir são uma pequena minoria mas não podia haver nem um a fazer isto. Isto devia ser considerado um acto gravíssimo com consequências muito pesadas. As escolas estão cheias de crianças e adolescentes, não podem ser espaços de tolerância de violência.
Também não ajuda a profissão ter sido degradada pela Rodrigues e por este Crato, que tratam os professores com a maior desconsideração (na minha opinião o que a outra fez durante anos foi bullying) e abuso de poder sempre que lhes dá para isso. É evidente que aquilo que fazem os maiores responsáveis pelos serviços aparece aos outros como um modelo do que é permitido e até desejável, fazer. Implicitamente é uma autorização para que outros os imitem.
É como dizia a crónica da mulher empoleirada no banco: as empresas e, acrescento eu, os serviços públicos da educação (não falo da saúde porque não estou por dentro dos assuntos) estão tão precarizados e degradados, os funcionários tão isolados, expostos às arbitrariedades e abusos dos que mandam, entrincheirados nos cargos anos a fio sem de lá saírem nem em face da incompetência mais gritante que tornam-se presa fácil para todos os mal formados sem escrúpulos, todos os predadores que por aí andam camuflados de pessoas normais que se queiram aproveitar da sua situação de exposição, precaridade e isolamento.
A cobardia que os governantes têm mostrado em todos os assuntos da educação, a maneira como se aproveitam da educação para fins políticos e não hesitam em degradar a vida de milhares de pessoas, enoja-me. Enoja-me que pessoas que falam do desgaste da profissão, das condições e pressões abusivas a que estão sujeitos os professores, mudem de discurso e de prática assim que se apanham num cargo. Enojam-me todos os que compactuam com este sistema e aproveitam-se dele para seu benefício pessoal. Enojam-me todos os que assobiam e olham para o lado face a estes casos, alguns dos quais, em anos recentes, já acabaram em suicídios.
(...) relatório das Nações Unidas sobre violência sobre crianças e menores (...) uma em cada dez raparigas em todo o mundo são violadas ou sofrem outro tipo de abuso sexual antes de fazerem 20 anos, que um em cada três estudantes entre os 13 e os 15 anos sofre bullying na escola e que a Nigéria e Brasil estão no topo das tabelas dos homicídios de crianças.
A violência "é transversal a todas as idades, a todas as geografias, religiões, etnias e rendimentos.»
Uma em cada dez raparigas do mundo sofre abusos ...
O grande problema/desafio da humanidade no que respeita às relações entre as pessoas devia ser o da educação para a não violência. No entanto, faz-se exactamente o oposto.
Relatório fala em "crianças obrigadas a assistir a violações brutais e ameaçadas de serem as próximas caso contassem a alguém".
Cerca de 1400 crianças foram exploradas sexualmente durante 16 anos em Rotherham, em South Yorkshire (Reino Unido), entre 1997 e 2013. Segundo um relatório divulgado esta terça-feira nos media locais, mais de um terço das crianças deveriam estar a ser vigiadas pelas agências de protecção de menores, mas as autoridades - políticas, civis e policiais - não agiram para as proteger.
(...) a gravidade do problema foi minimizado pelos responsáveis políticos e não foi visto como prioridade pela polícia de South Yorkshire. A polícia "olhava com desprezo para as crianças vítimas de abusos".
Há vídeos no youtube que mostram crianças de dez anos a decapitar soldados, outros ensinam crianças a decapitar bebés enquanto gritam Allahu Akbar.
Según han declarado testigos presenciales, las cautivas jóvenes son separadas de las ancianas y ejemplares de menor atractivo físico, para ser después subastadas en Mosul al mejor postor. Por las esclavas declaradas aptas para el consumo sexual se pagan hasta unos 150 dólares, aunque el precio del “producto” podría bajar si los genocidas llegaran a tomar nuevas poblaciones o dieran caza a los fugitivos que se esconden en las montañas.
Pero a estas mujeres objeto de compra-venta (1.074 según datos aportados por la organización yizidí The Sinjar Crisis Group) también les han arrebatado a sus hijos menores de 12 años, para ser entregados a los pedófilos combatientes del ISIS. Al respecto, dos funcionarios de Naciones Unidas( Hawa Bangura y Nickolay Mladenov) han manifestado recientemente su profunda preocupación por las salvajes violaciones de que están siendo víctimas menores de ambos sexos pertenecientes a las minorías religiosas y étnicas de Irak (cristianos, yizidíes y turcomanos) por parte de los psicópatas del ISIS.
Toda a gente sabe as causas desta violência: a sociedade exige dos rapazes violência, agressividade e castração emocional. Como diz o artigo, à custa das raparigas e mulheres (agredidas como auto-gratificação) e da própria saúde mental dos rapazes/homens.
Nas escolas desvaloriza-se a cooperação e premeia-se a competição que implica rivalidade agressiva...as religiões promovem o apartheid e a passividade das mulheres e o complexo de patrão e a força sexual dos homens... as amizades entre homens, se são intímas são logo tratadas como 'paneleirices'... como não hão-de eles ser agressivos e emocionalment solitários?
Hoje recebi um email de publicidade da Taschen a um novo livro que saiu chamado, My Buddy. World War II Laid Bar, de Dian Hanson, muito interessante porque diz respeito a uma estratégia de incentivar amizade entre rapazes/soldados da Segunda Guerra Mundial com o objectivo de ajudá-los a serem capazes de suportar os horrores dos combates, a solidão em face da morte e a tendência para extravazar em violência a extrema tensão emocional.
A questão é, se todos sabem as causas da violência, porque não se resolve o problema? Porque os que estão em posição de definir políticas de mudança são os mesmos que querem a violência, a guerra, a ganância... seja à custa de quem for. Só no dia em que houver tantas mulheres quantos homens nos lugares de poder estas coisas mudarão. E ainda falta muito tempo.
The friendship crisis: Why are boys so lonely and violent?
Our culture prizes independence over human connection. It devalues and even discourages close friendships, particularly among boys and men. And our definitions of manhood emphasize aggression, toughness and rugged individualism at the expense of girls, women and relationships.
We know these aspects of our culture lie at the root of the problem not only because killers, like Rodgers, tell us so in their journals and media postings. The science has also been telling us so for decades. We simply aren’t paying attention."
.
.


.. é duplo: 1º são raparigas, 2º são cristãs. Sexismo e religião são indissociáveis e, juntamente com o dinheiro, são as causas de, praticamente, todas as guerras e violência no mundo.
É sempre bom saber como os outros [nos] pensam.
Speaking to the US's National Public Radio this weekend about his new book – the latest in a long literary career for the US president – Carter discussed how quotations from the Bible can be used to argue for both equality and the inferiority of women. "You can pick out individual verses throughout the Bible that show that the verse favours your particular preference, and the fact that the Catholic church, for instance, prohibits women from serving as priests or even deacons gives a kind of a permission to male people all over the world, that well, if God thinks that women are inferior, I'll treat them as inferiors. If she's my wife, I can abuse her with impunity, or if I'm an employer, I can pay my female employees less salary," he said.
In A Call to Action, he writes of how some selected scriptures are interpreted, "almost exclusively by powerful male leaders within the Christian, Jewish, Muslim, Hindu, Buddhist and other faiths, to proclaim the lower status of women and girls".
"This claim that women are inferior before God spreads to the secular world to justify gross and sustained acts of discrimination and violence against them," writes Carter.
As well as the "unconscionable human suffering" which he writes is "almost embarrassing to acknowledge", there is also "a devastating effect on economic prosperity caused by the loss of contributions of at least half the human beings on earth," writes Carter. "This is not just a women's issue. It is not confined to the poorest countries. It affects us all."

Bibi Aisha was 19 when I met her in Kabul's Women for Afghan Women shelter. Her husband, a Taliban fighter, beat her from the day she was married, at age 12. After she escaped to seek a neighbor's help, her husband cut off her nose, ears, and hair. Aisha later came to the U.S. for reconstructive surgery.
Depois de terem sido perseguidos 2000 mil anos e vítimas de tentativa de extermínio os judeus tiveram direito a uma pátria onde se refugiar e ser livres. Nunca mais chega a hora da União das Nações se juntar para arranjar uma pátria para onde todas as mulheres possam ir refugiar-se, viver livres da tortura e da escravidão? Porventura esta vida sob a violência e tortura diárias não é o mesmo que a escravatura dos negros na América ou a escravatura dos judeus sob os nazis? É, pois! Afinal, elas são perseguidas, não há 500 ou 2000 mas há 20000 ou, quem sabe, mais ainda, anos. Porque não há, então, escândalo em relação a isto como houve e, há, em relação à escravatura negra ou às vítimas do nazismo? Dar-se-à o caso de ser por causa dos países serem governados por homens, na maioria dos casos? Ou porque as Igrejas, que influenciam governos, todas defendem que as mulheres 'devem saber qual é o seu lugar' e que estas coisas são 'valores culturais' aceitáveis?
.
.
Uma rapariga faz uma acusação, a mãe defende-a e pede uma investigação mas, o pai é uma figura conhecida, amiga da maior parte das pessoas conhecidas e é popular, de modo que se abafa o caso, dá-se a entender que a rapariga estará a mentir apesar de se saber que os casos de abuso sexual são muito comuns, apesar de raramente as queixas serem falsas (as falsas queixas são uma décima de gota num oceano de crimes) e, sobretudo, apesar da Mia Farrow, que era mulher dele, ter afirmado a verdade da queixa e ter-se imediatamente separado dele assim que a garota fez a queixa há uns anos.
A presunção de inocência dele sem ao menos haver uma investigação à queixa dela, afirma a presunção de mentira da rapariga, o que representa o total desprezo pelos seus direitos. Alguém faz uma queixa e nem se dão ao trabalho de responder como se a rapariga fosse, ela mesma, a criminosa. A arbitrariedade de quem pode e o reforço da sociedade sexista.
Eu gosto dos filmes do Woody Allen mas, uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa...
Este fim de semana estive a ver uma série americana que está a passar nos EUA e que todos diziam ser muito boa, com os actores Matthew McConaughey e Woody Harrelson, da HBO, chamada True Detective. Vi os três episódios que já saíram. A série está feita com bom gosto, bons diálogos e muito boas representações mas depois, o que estragou aquilo, para mim, é que todas as mulheres que aparecem, ou são prostitutas ou esposas sem identidade e vida própria, ou empregadas dos homens. Pior, de 20 em vinte minutos há uma cena metida a martelo com uma mulher a despir-se e a fazer sexo com alguém... para mim a série morreu ali... como não havemos de viver numa sociedade que tolera muito bem a violência sexual sobre as mulheres se toda a Tv e os media em geral são de uma ofensa e de uma violência constantes contra as mulheres, nomeadamente naquilo que chamo a 'pornificação' da imagem das mulheres.
... é... tipo segredo, porque senão tinha que se falar dos cortes de pessoal -professores e funcionários, seja auxiliares, seja da secretaria- que deixam tudo na mão de meia dúzia de pessoas; do aumento do número de alunos por turma e de turmas por professor; da falta de serviços de apoio -psicólogos, assistentes sociais-; do aumento do ensino obrigatório no meio destes cortes; da legislação que desresponsabiliza os alunos; da divisão artificial dos professores que fomenta a não colaboração, etc., etc.
Do que cá se fala é: como vamos despedir mais 20 mil professores e empobrecer os outros. Nada mais interessa ao poder porque...«vivemos no mundo em que vivemos». Como é que alguém que tem como horizonte e perspectiva a acomodação à realidade, seja ela qual for, pode estar à frente dum ministério que lida com justamente com a transformação e mudança...?
Teachers have warned that disruptive behaviour in classrooms has escalated sharply in recent years, as funding cuts to local services have left schools struggling to cope.
Isto não é um problema local, é um problema global.
Já se sabia que mais de 600 mil sírios fugiram do país nos últimos 22 meses. Segundo um relatório divulgado esta segunda-feira, muitas jovens e mulheres fugiram da violência sexual.
A violação é “um fenómeno significativo e inquietante na guerra civil na Síria”, concluiu a organização International Rescue Committee depois de fazer três inquéritos junto de 240 refugiadas sírias no Líbano e na Jordânia. Interrogadas sobre os motivos que as levaram a deixar o país, muitas referem "violação ou violência sexual", descreve o IRC.
“Muitas mulheres e raparigas contaram ter sido atacadas em público ou nas suas casas, em geral por homens armados. Estas violações, por vezes colectivas, acontecem muitas vezes diante dos olhos dos membros das suas famílias”, descreve a organização. Nem todas as vítimas vivem para fugir e contar – algumas são raptadas, torturadas e mortas.
“As histórias que ouvimos, nas conversas com as sírias, são realmente horrendas”, disse ao diário Guardian Sanj Srikanthan, director para emergências do ramo britânico desta ONG.
No domingo, seis homens foram detidos no Estado indiano de Pendjab suspeitos de terem participado na violação coletiva de uma mulher num autocarro.
No Liceu Passos Manuel, em Lisboa
Um jovem de 17 anos, ex-aluno do Liceu Passos Manuel, foi ontem à tarde esfaqueado nas costas por dois menores, ambos de 16 anos, alunos daquele estabelecimento de ensino em Lisboa.
Esta notícia interessa por três razões: a primeira para mostrar que a população que anda pelas escolas não são 'as crianças' dos discursos oficiais mas são, sim, pessoas, crianças e adolescentes (a maioria) que refletem a sociedade que temos - uma sociedade que constantemente presta culto à violência nos produtos dirigidos a estas idades, desde filmes a vídeojogos; em segundo lugar desfaz o estereótipo que existe de pensar que estes problemas de violência nas escolas só existem em bairros e escolas pobres. Infelizmente não é assim.
Em terceiro lugar, mostra o erro trágico das opções do ministro Crato que, por um lado, quer responsabilizar mais os alunos (o que é excelente) mas, por outro lado, cria as condições para o aumento da violência e indisciplina na escola com os 'campos de concentração' de alunos a que chama 'agrupamentos', com o aumento de alunos por turma e de turmas e horas por professor. Nos próximos anos iremos assistir a casos de verdadeira exaustão física e psicológica por parte daqueles a quem cabe orientar e educar os alunos numa direcção diferente daquela que trazem lá da rua ou de casa que é esta da violência, do desrespeito pelos outros, da falta de motivação e perspectivas, etc.
A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.