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O livro mais parvo que já comprou

 

Anthologie de la Chanson Francaise de Marc Robine

 

 

 

 

Yeah... é esse mesmo da fotografia... o que é que me deu para comprar este livro...? Pois... não sei... devia precisar imenso dum calhamaço sobre a canção francesa desde os trovadores até ao século XIX... ...ou ... só posso alegar (valente) insanidade temporária...

 

publicado às 19:49

 

 

 

Um livro subvalorizado

 

A Geração que Esbanjou Seus Poetas, de Roman Jacobson

 

 

A Geração que Esbanjou Seus Poetas
.
.
“Quando os cantores são assassinados e as canções, arrastadas ao museu e presas ao passado, a geração atual torna-se ainda mais desolada, mais abandonada e perdida, mais deserdada, no sentido verdadeiro da palavra.”

Um livro sobre uma geração de poetas russos, 'sem seguidores', que inspiraram as gerações seguintes e que morreram precoce e tragicamente, nos anos vinte do século que passou. É também sobre a poesia e a importância da poesia e dos poetas na vida das pessoas, na sobrevivência das nações.

publicado às 20:22

 

 

 

O livro mais sobrevalorizado de sempre

 

 A Bíblia

 

publicado às 18:23

 

 

 

Personagem feminina preferida

 

Daphne Manners, do livro,  The Raj Quartet de Paul Scott.

 

 

 

 

The Raj Quartet retrata, em quatro livros, o fim do colonialismo britânico na Índia. Passa-se pouco tempo antes da independência.

Daphne Manners é uma inglesa da família do antigo governador que vai viver com uma amiga dos pais, uma indiana muito rica. Conhece Hari Kumar, um indiano educado em Inglaterra e regressado à Índia devido ao pai ter morrido e perdido toda a fortuna. Apaixona-se por ele. Sendo uma pessoa muito à frente do seu tempo, não tem preconceitos raciais nem de classe e não se submete a normas sociais com que desacorda; no entanto, é tímida e sempre um bocado desajeitada, o que torna a personagem muito interessante porque quando a conhecemos não estamos a vê-la como alguém capaz de desafiar as normas e a pressão social. Mas, a força dela vem do seu carácter.

Um livro muito bom, que não só pinta muito bem o fim do império britânico como também nos dá um retrato da natureza humana, no seu melhor e no seu pior.

 

publicado às 18:41

 

 

 

 

Melhor personagem masculina

 

Arkady Renko, personagem central de Gorky Park e das novelas seguintes de Martin Cruz Smith. 

 

 

 

 

Esta foi difícil e deu que pensar porque há imensa personagem masculina interessante... ... passaram-me logo pela cabeça vários nomes - Arkady Renko, Sherlock Holmes, Rhett Butler, Jean Valjean, Don Bienvenu, Marcél, Carlos da Maia, Hari Kumar, Marko Ramius- e pus-me a pensar o que têm estes nomes em comum para os achar interessantes. Bem, todos são personagens inteligentes, com sentido de humor, fortes, com uma história que os marca mas não define, reflexivas, capazes de evolução e de regeneração. Têm dúvidas. Assumem as dúvidas e os erros e procuram respostas. Mas, acima de tudo, são pessoas morais: têm convicções e, não são equívocas, antes pelo contrário, são capazes de decisão, escolha e acção em conformidade com as convicções. São inequívocas. Nesse sentido, são livres.

Escolhi o Arkady Renko mas podia escolher um dos outros ou ainda muitos outros que não lembrei.

 

publicado às 15:44

 

 


A série de fantasia preferida

 

The Death Gate Cycle de Margaret Weis and Tracy Hickman






A série tem sete livros. Passa-se num futuro longínquo, muitos séculos depois da Terra ter sido destruída por um holocausto nuclear e de os poucos que sobreviveram, terem-se dividido em duas raças muito poderosas -os Sartan e so Patryns- que lutam pelo poder. Um Sartan divide a terra em quatro mundos elementares mais um quinto, um labirinto, prisão terrível onde prende os Patryns. Como o decorrer do tempo os mundos perdem o contacto entre si. Um dos Patryns consegue fugir do labirinto e engendra um plano para resgatar os outros.

A série tem personagens muito interessantes (o meu preferido é o Haplo), com profundidade e, um enquadramento que levanta questões filosóficas, se bem que às vezes seja pouco subtil nas mensagens. O quarto livro, Serpent Mage, é absolutamente fabuloso.



publicado às 20:05

 

 

 

Um livro que a/o deixe triste.


David Copperfield de Charles Dickens



Devia ter uns dez anos quando li este livro. Acho que chorei desde a primeira à última página. Nunca mais voltei a lê-lo. Se calhar não é tão triste como me lembro mas, como o li muito nova, aquelas tragédias todas e as injustiças de que ele, frequentemente, era alvo, marcaram-me muito. Lembro-me de ter andado deprimida muito tempo por causa do livro.

 


 

 

publicado às 22:04

 

 

 

Um livro que a/o deixe alegre

 


Tom Sharp, Wilt na Maior.

 

 

 

 

 

Só de pensar na cena em que vão desenterrar o cadáver e sai de lá a boneca insuflável, com toda a gente a ver fico logo bem disposta. O que me ri à gargalhada a ler este livro!

 

publicado às 17:39


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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