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Azul, azul

por beatriz j a, em 02.04.15

 

 

 

 Yves Klein, The Victory of Samothrace, 1962, dry Synthetic resin, stone, metal and pigment, 45 x 24 x 25 cm

 

 

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publicado às 23:02


Azul, azul

por beatriz j a, em 01.04.15

 

 

Sakura - por Kunito Imai

 

publicado às 21:08


Azul, azul

por beatriz j a, em 31.03.15

 

 

 

Robert Julian Onderdonk
,,Bluebonnets at sunrise'', 1917

 

 

publicado às 22:19


Dos setubalenses

por beatriz j a, em 08.03.15

 

 

 

Aqui em Setúbal, logo que abre uma nesga de sol num fim de semana, há uma romaria à Serra da Arrábida, hoje em dia, seguida de profusão de fotografias postadas no FB e no Instagram. Umas vezes vão os namorados sozinhos outras vai a família toda. Vão ao Portinho ou à Pedra da Anicha ou sobem até ao topo que a volta tem vistas de deslumbramento. Pode avistar-se uma raposa ou javalis a cheirar o chão barrento da Serra.

A cor do Mediterrâneo não faz aqui inveja que o azul do rio e do mar é uma turquesa que de repente pode virar esmeralda.

Se faz aquela névoa que de vez em quando desce desde Palmela e que tão bem liga com o verde arvoredo do bosque a cair até à praia também lá vão vê-la.

Demorei tempo a descobrir os encantos das serras desta Costa, legitimamente chamada azul, quando vim morar para aqui mas uma vez descobertos entranham-se e também eu agora gosto de ir dar a volta à Arrábida, só para olhar o azul do rio e do mar, o verde da Serras e vales daqui até Sesimbra.

 

 

 praias da Arrábida

 

 

publicado às 21:11


da natureza e das cores

por beatriz j a, em 25.08.12

 

 

 

 

Li que alguns povos, como os russos, por exemplo, têm uma palavra para designar o azul escuro e outra para o azul claro, bem como para o verde esuro e claro ao passo que outros, como nós, não temos palavras distintas e designamos os vários tons como, simplesmente, 'azul'. Lembrei-me disso ao ver este azul que merece ter um nome só para si. Vou inventar um nome para designar este azul: 'diamante açoriano'. Diamante porque tem a côr daqueles diamantes de azul brilhante e açoriano porque imita o tom profundo do mar dos açores.

 

 

Photo: Lichens on a gravestone in Lake Champlain, New YorkLichens -Photograph by Stephen Sharnoff -Lichens grow on a granite gravestone in Lake Champlain, New York -NG

 

publicado às 20:36


shades of blue

por beatriz j a, em 27.10.10

 

 

 

publicado às 06:45


azul - blue

por beatriz j a, em 22.10.09

 

 

vincent van gogh amendoeira em flor

 

(...)

"É curioso que em inglês, a palavra azul (blue) represente tanto o que é depressivo como o que é transcendente; que seja, ao mesmo tempo, a cor da santidade do céu e da pornografia. Talvez isto se deva ao facto da cor azul ficar bem como fundo - os artistas usam-no para criar o espaço nas suas pinturas; as estações de televisão usam-no como fundo onde podem sobrepor outras imagens - de tal modo que representa um lugar que está fora da vida normal, para além, não só do mar mas do próprio horizonte. 

Fantasia, depressão e Deus são azuis nos recantos mais misteriosos da nossa consciência.

Até ao século dezoito dizia-se 'blew' (sopro), o que me faz pensar, às vezes, nas calmarias equatoriais - as áreas entre os trópicos de Cancer e de Capricórnio onde os marinheiros chegavam a esperar semanas por uma brisa que soprasse e os deixasse seguir viagem."

 

Victoria Finlay, Colour, Travels through the paintbox, Folio Society, London

 

 

A arte...deve fazer mais do que apenar dar prazer: deve ter uma relação com a nossa própria vida de modo a alimentar a nossa energia espiritual (Sir Kenneth Clarck, Looking at Pictures)

 

 

publicado às 22:12


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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