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Trump loves Putin ❤️

por beatriz j a, em 20.07.18

 

 

 pretty much

 

Putin knows it

 

Trump go crazy when he can't get what he wants

 

 so, he is not going to give up 

 

hence...

 

Trump convida Putin a visitar a Casa Branca. Chefe dos espiões dos EUA surpreendido

 

 

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publicado às 08:12


A propósito da pseudo-questão dos Maias

por beatriz j a, em 20.07.18

 

 

Digo pseudo-questão porque, dizem-me os colegas de Português, há muito tempo que a obra não era obrigatória. O que era obrigatório era estudar Eça e dar uma das suas obras, mas não obrigatoriamente Os Maias. Embora, quase todos optassem por essa obra. Mas este post não é sobre isso mas sobre os artigos que tenho lido em defesa do 'fim' dos Maias a pretexto da obra ser longa, complicada e chata do ponto de vista dos alunos.

 

Este ano tinha uma turma do 11º ano que, apesar de ter lá quatro ou cinco alunos bastante bons, não era uma turma muito boa em termos de resultados gerais. No entanto, era interessada, para além de muito simpáica. Quando começaram a dar os Maias alguns queixaram-se de ter que ler o livro. No entanto, passado pouco tempo, quando chegava à aula estava a turma à porta e metade deles estavam a discutir as personagens dos Maias. À medida que iam lendo o livro desenvolviam empatia ou antipatia por várias personagens e discutiam os acontecimentos e o comportamento delas como quem discute o último capítulo de uma novela.

 

Os políticos e outros que escrevem sobre alunos e educação têm sempre pontos de vista prévios e mal informados sobre o que os alunos são e não são capazes. É evidente que neste tempo em que as crianças são, desde infância, incentivadas à imagem e desincentivadas ao texto escrito, é mais difícil pôr os alunos a ler livros que a ver filmes. No entanto, desde sempre, os alunos, no geral, acham 'uma chatice' tudo aquilo que aparece como obrigatório fazer. Daí não se segue que não sejam capazes de o fazer com ganhos na sua educação e que muitos deles não acabem interessados. A educação não tem que ser, nem deve ser, apenas sobre coisas que à partida parecem entusiasmantes ou excitantes. É preciso saber aprender a gostar das coisas ou até a ser capaz de as fazer mesmo sem gostar. Faz parte da educação do espírito para o trabalho e a para a vida.

 

Os miúdos a certa altura perguntaram-me se no meu tempo o livro era obrigatório e se tinha gostado dos Maias. Disse-lhes que sim, que era obrigatório e que na altura em que o tinha estudado, tinha levado imenso tempo a começar a lê-lo por causa daquelas páginas iniciais de descrições mas que uma vez começado tinha-o lido num instante e que hoje em dia é um livro que leio de vez em quando, pelo puro prazer de ver como ele apanhou tão bem um certo modo de ser provinciano e deslumbrado dos portugueses, de tal maneira que as suas personagens funcionam como modelos das pessoas reais: é assim que podemos, por exemplo, identificar quem é o Dâmaso do governo ou da vida pública ou do nosso local de trabalho. 

 

Há uns anos o programa de Filosofia incluia, obrigatoriamente, a leitura e análise de uma obra filosófica no 10º ano, outro no 11º ano. É claro que os alunos, antes de abordarem as obras, só de saberem que tinham que as ler, se queixavam mas depois acabavam por aprender bastante com elas. Hoje em dia, o programa espera e quer que os alunos tenham opiniões filosóficas originais (!!) o que me dá vontade de rir mas depois acha que é muito difícil pô-los a ler uma obra filosófica...

 

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publicado às 07:46


Da minha janela - lusco-fusco

por beatriz j a, em 19.07.18

 

 

DSC00224.JPG

 

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publicado às 21:16

 

Admirável Língua Nova (Parte VIII)

Antes do Acordo, há UMA ortografia: “Passeámos na Avenida da Liberdade sem grandes expectativas.” Com o Acordo, há oito ortografias para a frase. E num livro acordizado há facilmente milhões de ortografias possíveis para o mesmíssimo texto.

 

Tínhamos uma gramática e uma grafia que serviam de referência à nossa escrita e fonética, agora somos nós a referência e toda a maneira de escrever e dizer são válidas e em vez de haver acordo na Língua há total desacordo e confusão. E muita cobardia ou ignorância em recuar num passo muito mal dado.

 

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publicado às 06:37


Blue on blue

por beatriz j a, em 18.07.18

 

 

Justyna Kopania - via A Way to Blue 

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publicado às 21:32


Exactamente

por beatriz j a, em 18.07.18

 

 

 

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publicado às 21:30

 

 

 via WHAT WE SEEE

 

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publicado às 16:36

 

Enquanto aquela mulher do Rijksmuseum
atenta no silêncio pintado
dia após dia derrama
o leite da jarra na tijela,
o Mundo não merece
o fim do mundo.

 

Wislawa Szymborska, “Vermeer”

 

 

 

 Hiroko Takeda

 

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publicado às 16:30

 

PMQs verdict: Corbyn resorts to empty slogans on Vote Leave and Brexit

 

Ela chega ao poder depois de um mandato desastroso de Cameron, a vários níveis, incluindo a questão da imigração que culminou com um referendo catastrófico que deixou a Inglaterra profundamente dividida e a democracia abalada. Depois esse indivíduo sumiu-se de fininho e fica ela a ver se negoceia um acordo, que uns nem sequer querem porque querem um novo referendo, outros querem mas não sabem como, isto tudo no meio das conspirações de Corbyn para tomar o poder, as minas que o Boris Johnson lhe atira ao caminho e os obstáculos que a UE lhe levanta. É como estar no leme de um navio no meio de uma tremenda tempestade e ter os ajudantes, imediatos e toda a tripulação à bulha uns com os outros, com fogo no porão e carga a cair ao mar enquanto navios inimigos a bombardeiam. É um trabalho impossível e ela está a navegar com aprumo.

 

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publicado às 15:55

 

 

Ex-gestores do BPN receberam carros topo de gama do Estado Trabalhadores receberam ainda combustível até 300 euros mensais, seguros e parques de estacionamento grátis.

"Quanto ao package [pacote] salarial praticado" pela empresa estatal, a IGF conclui "a atribuição de viaturas a dirigentes e alguns outros trabalhadores, resultantes do Acordo de Trabalho celebrado com o BPN antes da nacionalização, e que se consubstancia na utilização para uso próprio sem qualquer restrição de 23 viaturas premium da marca Mercedes, BMW, Audi e VW".  A empresa presidida por Francisco Nogueira Leite assume o "pagamento"  de "combustível" com um "limite de consumo mensal até 300 euros, e a oferta "de parques de estacionamento", Via Verde, manutenção e seguros. Estes benefícios, no entender da IGF, configuram "um complemento remuneratório".


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publicado às 13:58


ME não consegue fazer as coisas mais básicas

por beatriz j a, em 18.07.18

 

 

As matrículas estão atrasadas devido ao estado de sítio em que estão as escolas à conta da greve e não só, das reformas a martelo que nos impõem, o que quer dizer que tiveram ainda mais tempo para ter tudo preparado mas nem mesmo assim...

Falha informática provoca o caos nas matrículas do novo ano letivo

 

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publicado às 13:40

 

 

... porque passou pelo cargo e a única coisa que mudou foram as questões dos direitos humanos: racismo, direitos de minorias, etc. O que é bom. No entanto, foi conivente com os lobbies do exército que defendem as guerras e assassinatos bem como os das finanças e ajudou a construir a escada deste capitalismo selvagem em que vivemos, pior que o da era industrial pois então não havia a consciência dos malefícios e consequências funestas que daí advêm mas, agora há. e uma delas é o atropelo dos direitos humanos. Agora cobra meio milhão de euros para aparecer num auditório durante uma hora e dizer umas cenas. Depois vai para a África do Sul dizer que tem dinheiro a mais e que as pessoas não precisam de tanto dinheiro para viver bem. 

 

Obama fez um (longo) discurso e Trump foi o alvo implícito: “As estruturas da opressão nunca foram totalmente desalojadas”

 

 

 

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publicado às 13:27


"Vamos pagar 4 mil milhões por ano à NATO?"

por beatriz j a, em 18.07.18

 

 

Acho mesmo muito estranha a leveza com que se admite a possibilidade de aumentar, permanentemente, a despesa militar portuguesa em 700, 800, mil milhões, dois mil milhões de euros por ano, até chegar a um total de 4 mil milhões (e não fechar a porta à duplicação desse valor) quando as paixões se inflamam em cegueira fanática no debate sobre aumentos, muito inferiores, nas despesas com a saúde, o ensino ou a segurança social... E nem quero falar do dinheiro dos contribuintes que se perdeu e se perde com bancos falidos.

Só penso nos coitados dos professores, dos médicos e dos enfermeiros que aturam insultos sempre que levantam a cabeça a pedir coisas tão básicas como condições de trabalho decentes, carreiras normalizadas ou contratação de pessoal para responder de forma eficiente ao serviço...

 

 

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publicado às 13:19

 

 

Com Mário Nogueira, líder da Fenprof, a assistir à audição do ministro, Tiago Brandão Rodrigues recusou-se por diversas fazer a “classificar” as ações dos sindicatos que representam os professores. Em sentido contrário, o governante fez várias referências a “outras formas de vida, nem todas elas alienígenas”, e a “movimentos muito menos orgânico e entendíveis”, que podem ameaçar a democracia. Com o recém-formado Stop (Sindicato de Todos os Professores) a ser o único a manter a greve às reuniões de avaliação não é difícil adivinhar a quem se referia Brandão Rodrigues.

 

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publicado às 20:08

 

 

Fazem-lhe as perguntas e ele vira as perguntas contra quem as fez.

O Pinho foi à bola com o Costa que o apresentou a Sócrates... 'eles serem todos amigos...'

Agora faz charme ao PCP com elogios e arranja maneira, não só de não responder a nenhuma pergunta como de virá-las contra os que as fazem. Isto de saber fazer perguntas não é para todos.

 

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publicado às 16:59

 

 

William J. Burns, president of the Carnegie Endowment for International Peace.

Ele fala do ponto de vista dos EUA mas o que diz, no que respeita ao modo como tratar a Rússia de Putin, serve a UE também.

 

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publicado às 16:33

 

 

Estive a ler o documento que está para consulta das aprendizagens essenciais para os programa de Filosofia do 10º e 11º anos. Há coisas que não percebo e outras com que não concordo.

 

O que não percebo é o facto do documento não estar de acordo com os programas em vigor: a Lógica está no 10º ano e as dimensões da acção humana, estética e religiosa estão no 11º ano, juntamente com trabalhos sobre problemas éticos. O programa de Filosofia vai mudar ou já mudou nestes últimos três meses e eu não soube de nada...?

 

Se o programa vai mudar as mudanças, tal como aparecem neste documento, são incoerentes, quer dizer, troca-se pedaços do progrma do 10º pelo do 11º ano interrompendo a continuidade temática dos programas. 

O programa em vigor tem uma lógica interna: no 10º ano trabalha-se a dimensão da acção humana, no 11º a dimensão do pensamento/conhecimento. As mudanças implícitas neste documento põem parte do tema do conheciemento no 10º ano e daí salta-se para a acção humana e no 10º ano tiram o trabalho sobre a ética que é dada nesse ano e passam-no para o 11º, assim de chofre, depois do problema da ciência, o que obrigou a reduzir os problemas a trabalhar a temas de ética das ciências. 

 

Não me parece mal que a Lógica passe para o 10º ano porque é um instrumento do pensar bem como a argumentação porque é o modo como se trabalham as ideias mas, em primeiro lugar, se se põe a Lógica e a Argumentação no 10º ano (reparo que no tema da Argumentação ensina-se modos de argumentar sem se clarificar o que o argumentar) então passem o Conhecimento para o 10º ano para que haja coerência e continuidade -a argumentação não é uma mera técnica, está ligada ao problema da verdade, que é um problema filosófico-, em vez de passarmos desses temas para a Acção Humana e depois no 11º ano voltarmos a pegar no Conhecimento, entretanto interrompido no 10º ano; em segundo lugar, na Lógica deviam ser dadas Noções Básicas -as conectivas, o modus ponens e modus tollens e não dar aquela matéria toda que não é necessária neste nível de ensino. Aquilo leva um período inteiro a dar! Ora o 1º período não vai chegar porque no 10º ano há ainda o tema inicial de Introdução à Filosofia, que leva tempo a ser trabalhado e não pode ser dado às três pancadas pois é aí que se cativam ou desmobilizam os alunos para a disciplina.

 

Pôr a discussão de temas éticos, mesmo que reduzidos a problemas da Ciência -o que me parece mal, esse reducionismo-  no fim do 11º ano, quando a Ética foi trabalhada no ano anterior não faz sentido. Ademais, parece-me que o 11º ano devia termonar com uma tema que servisse de conclusão e reflexão do curso de Filosofia que se desenvolveu nos dois anos.

Depois, reparo que, a não ser no que respeita à epistemologia (Popper e Kuhn) e à questão da justiça de Rawls, o pensadores/pensamento dos séculos XIX e XX continuam ausentes. Até o Kant desaparece da questão do conhecimento como se ainda estivéssemos parados na oposição entre racionalismo e empirismo.

 

Há outras incoerências e falhas mas estas parecem-me as maiores. 

 

Se é para mudar o programa então, em vez de fazer dele uma manta de retalhos, refaça-se o programa de modo coerente e actualizado.

 

aprendizagens essenciais Filosofia 10º PDF 11º PDF  

 

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publicado às 09:09

 

 

... porque o ME juntamente com a plataforma sindical queriam desmobilizar os professores durante o Verão. Só que desmobilizar desta greve significa desmobilizar da sua própria vida profissional.

 

 

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publicado às 08:17


Isto faz lembrar a Península Ibérica

por beatriz j a, em 16.07.18

 

 

Cristal de fluorite azul e roxo. Lindo!

photo: UnearthedGemstones via Geology Wonders

 

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publicado às 18:42


Trump compromete a Europa?

por beatriz j a, em 16.07.18

 

 

Não. A Europa é que se comprometeu a si mesma ao esperar qualquer coisa de Trump em nome de uma aliança que ele não reconhece. Trump comporta-se como sempre se comportou. O problema desta cimeira não é o que Trump se comprometeu a fazer com Putin. Trump não é leal a ninguém -está ali com ar todo contente a dizer mal do seu próprio país, das pessoas do seu país, do FBI, como se ele e Putin fossem 'pals'-, a palavra dele não vale nada e o que hoje disse amanhã pode perfeitamente desdizer. O problema são as informações que ele passou a Putin sobre as reuniões da NATO ou com os líderes europeus. Putin percebe isto tão bem que apressou-se a dizer que Trump considera ilegal a ocupação da Crimeia para descansar as pessoas sobre o que ele terá dito, o que significa que terá dito mesmo qualquer coisa. 

 

A Europa tem andado a fazer reuniões e cimeiras sem rumo. O Presidente da Comissão Europeia é um desastre, um tipo que não devia nunca ter sido mais que um organizador de sardinhadas e quem quis liderar, de facto, a UE, não lidera a não ser nas questões económicas onde se impõe mais que lidera. Se a Europa soubesse o que quer, delineava uma estratégia e não andava à nora à espera das conferências de Trump para reagir. Agia de seu próprio modo para os seus próprios objectivos.

 

Uma pessoa fica a pensar, 'mas não há ninguém naquele monstro burocrático da Praça Schumann que não esteja petrificado? Não existem meia dúzia de pessoas capazes de delinear estratégias, de propôr objectivos que não nos dividam, antes unam?'

 

Parece-me que será preciso um movimento transnacional com sangue novo para lhe abrir uma possibilidade de futuro, com ideias que quebrem este muro de incompetência e interesses dos grupos tomados pelo poder e lobbies de Bruxelas, um movimento que contrarie o sucesso dos partidos de direita extremista, transnacionais, que estão a minar a UE.

 

E não falo desse partido que anda aí a dizer que é do centro, o que é igual a dizer nada e que quer mudar tudo mas que não apresenta uma única ideia, proposta, estratégia, que não tem princípios orientadores para avaliarmos, embora ele seja um sintoma de que esta necessidade de mudança é tão forte em baixo que está a rebentar por todos os lados.

Falo que um partido ou movimento com propostas e estratégias muito claras de mudança: que diga para onde, porquê e como. Não é possível aderir ao projecto europeu se ele não existe enquanto tal. Ninguém neste momento sabe o que é o projecto europeu. Nunca foi de prosperidade comum, isso foi um embuste que já todos percebemos mas foi um projecto de manutenção de paz com sucesso e de cooperação dentro de valores europeus. Neste momento já não é isto, a não ser talvez a questão da paz e precisa de ser reorientado, adaptado aos tempos que correm e ao futuro que queremos.

Se continuamos a depender destes mesmos líderes que andam às aranhas a choramingar pelos cantos com medo de tudo e sem coragem para nada este projecto implode.

 

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publicado às 17:20

g.a


3-8-12



no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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