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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
A formação inicial dos professores do ensino secundário poderá vir a ser também atribuída às Escolas Superiores de Educação do ensino politécnico, que actualmente apenas têm competências para formar educadores de infância e docentes dos 1.º e 2.º ciclos.
Esta possibilidade é defendida pela Direcção-Geral dos Recursos Humanos do Ministério da Educação (DGRHE), mas conta com a oposição declarada da Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES). Para algumas associações de professores, constitui um novo ataque à qualidade da formação inicial dos docentes.
De machadada em machadada até à destruição total do ensino secundário. Pessoas especializadas em áreas de saber com formação superior? Não... para quê, se podemos ter animadores sociais com formação em conversa de café... a distância que vai dum ao outro perde-se nos corredores da espelunca que tem sido o ME.
Mas percebemos o golpe: as ESE formam professores (estão cheias de sindicalistas ex-professores primários agora mestres e doutores de algo...) e depois as mesmas escolas formam avaliadores de professores e avaliam professores. E assim se faz o jeito às Margaridas Moreiras e outros afins deste país. À custa da educação.
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