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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
PÚBLICO
O Ministério da Educação vai ficar sozinho na reunião que estava prevista para amanhã sobre o estatuto da carreira docente. A Fenprof (Federação Nacional dos Professores) emitiu hoje um comunicado onde explica que considera desnecessário estar presente num encontro onde falta, à partida, “espaço e matéria para negociar”.
E o que iria lá fazer, para além de picar o ponto? Nada.
Esta ministra e ajudantes, e o primeiro ministro, em primeiro lugar, fazem lembrar aqueles carrinhos de brincar, a pilhas, que por vezes eram esquecidos, ligados, virados contra uma parede e que, até gastarem as pilhas ficavam a 'marrar' na parede, para a frente e para trás, para a frente e para trás... Porque, face às dificuldades o que fazem, o primeiro ministro e, acima de todos, a ministra da educação? Mais do mesmo, só que com mais força, leia-se autoritarismo.
É uma espécie de teimosia estúpida desprovida de sentido ou de utilidade...como os carrinhos a embater repetida e indefinidamente na parede.
Só espanta tanta gente tão 'inteligente e superior' ter levado tanto tempo a ver o que estava mesmo à vista.
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