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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
Ontem ou antes de ontem, já não sei ao certo, passei por um canal da TV onde se falava, nesse momento, do caso da professora a quem pais e alunos armaram uma cilada. Estavam a entrevistar um inspector do Ministério da Educação e perguntavam-lhe se as inspecções funcionam mesmo, porque se ouve dizer - afirmava o entrevistador - que levam imenso tempo a fazer qualquer coisa. Responde o inspector algo do género: 'não, não, não é nada lento, a nossa justiça é até bem célebre'. Não foi gralha ou engano pois que repetiu a palavra 'célebre', querendo dizer 'célere', evidentemente.
Pois é - digo eu -, é este o nível dos inspectores da educação, que têm hoje um poder enorme em avaliar e ajuizar do trabalho dos professores. Eles e todos os titulares de aviário (que são a grande maioria).
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