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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
Dou por mim espantada com a importância que as pessoas dão a certas coisas que para mim não têm importância nenhuma. Depois, como dão muito importância a essas coisas, assumem que elas também são muitos importantes para toda a gente e, à conta disso, interpretam o que dizemos e fazemos projectando-nos intenções ou estados de alma ou outra coisas quaisquer que nunca tivemos.
Pelo contrário, a coisas que para mim são arquitecturais, não dão importância nenhuma. Mas eu não assumo que o que é importante para mim também é para os outros. Mais, sei muito bem que não o é, na maior parte dos casos.
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