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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
Ninguém sabe se isto é verdade ou se foi uma invenção dos chineses, ou dos próprios norte-coreanos mas, a questão é que há possibilidade de ser verdade, quer dizer, não nos parece de todo improvável que o tivesse feito. De modo que, o que era preciso era que se reflectisse no que deve fazer-se relativamente a um regime do qual se sabe que viola sistemática e indiferentemente os mais básicos direitos humanos como até se acredita que seja capaz deste tipo de barbaridades.
Jang Song-thaek, tio do ditador norte-coreano Kim Jong-un, terá sido despido, lançado para dentro de uma jaula e comido vivo por uma matilha de 120 cães famintos, relata um jornal chinês com ligações ao Partido Comunista da China, avançou esta sexta-feira a NBC News.
O jornal "Wen Wei Po", de Hong Kong, informou que Jang e os seus cinco assessores mais próximos foram atacados por 120 cães de caça, que foram deixados sem comer durante cinco dias.
A execução demorou cerca de uma hora, sob o olhar atento de Kim Jong-un e o seu irmão Kim Jong Chol, com a companhia de 300 funcionários. A mesma publicação acrescenta ainda que as vítimas foram "completamente devoradas".
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