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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
Não é para qualquer um. É preciso ter-se uma grande capacidade de resistência para lidar com centenas de miúdos por dia, fechados em salas, naquelas idades de constestação e teste constante de limites e, é preciso não mostrar fragilidades. Como diz um colega, até podemos enganar os adultos, mas nunca enganamos os alunos. Têm uma espécie de radar ou instinto ou lá o que é que detecta imediatamente a fragilidade nos professores. Depois, assim que a detectam, abocanham... nesta situação de crise, grande stress e dificuldades em que alguns colegas andam, é invitável agudizarem-se as fragilidades com tudo o que isso implica... custa ver...
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